Paula Parreira

repórter + esportes + música + Itumbiara + jornal + Goiânia + mostarda + dorminhoca + tênis + orkut + blog + família + óculos + café + Flamengo + colar + fotos + Pateta + O Popular + marshmallow + amigos

Terça-feira, Julho 07, 2009

Não entendi nada do funeral e não reconheci as pessoas que foram lá. Meu chefe me orientou, ficou super por dentro. Eu só conhecia o Usher. Nem sabia o dia da estreia do próximo Harry Potter. E nem que o Ron está com gripe suína e um ator foi esfaqueado. Começo a pensar que eu deveria ler literatura latino-americana. As livrarias podiam me ajudar e separar os livros por nacionalidade. Eu ia direto na literatura inglesa e fugiria dos russos. E agora vou ler um livro de contos. Autor americano.

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Ter que esperar. Quando você já queria ter ido. Conversar. Ver gente. Discutir. Ser gentil. Se importar. Encostar. Não ter como fugir. E não conseguir, mesmo se puder. Atender o telefone. Dirigir à noite. Pentear o cabelo. Sair de casa. Levantar do sofá. Ter surpresas. E ficar feliz por elas. Achar tudo lindo. E sem vontade nenhuma.

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Fim do livro da Eliane Brum. Tô meio cheia dessa história de jornalismo literário. Ia ler um Gay Talese que comprei assim que lançou e até agora não li. Mas achei o início chato. Será que tem algo de errado comigo?

Sábado, Junho 27, 2009

A Deire fez um post do tipo e me deu a ideia. Adoro fotos. E, em Itumbiara, peguei algumas antigas. E sou nostálgica também. Então, digitalizei tudo. Levou um bocado de tempo, mas nem vi passar. Como as épocas das fotos a seguir. Podia colocar algumas mais recentes aqui, mas ficaram em Goiânia. Não consegui colocar tudo de uma vez, então separei em vários posts. E tem fotos que já estão estragadas no papel, mas coloquei assim mesmo. Só a Ludmilla é quem sabe fazer restauração. Eu não sei. E também não consegui colocar tudo num post só. Então, vai indo aí pra baixo.





1ª: E já usei black power. Formatura da 4ª série, com um cabelo que eu odiei. Minha mãe mandou a pessoa do salão frizar o troço. Tô com os meus padrinhos.
2ª: Formatura da alfabetização, recitando alguma coisa.












1ª: E já que é junho e tempos de festa junina. Acho que essa foi a primeira. E eu adorava o vestido. Acho que porque era comprido.
2ª: Já fui princesa da festa junina da escola, quando vesti de cigana pra fazer uma dança.
3ª: Já fui noiva.
4ª: E o Marcelo foi o noivo.
5ª: E risona escancarada.






1ª: No aniversário de 3 anos, com o quadro do John Lennon atrás. Acho que tinha a letra de Imagine no quadro. Puta lembrança de infância esse quadro. E eu já usei pochete.
2ª: A cortina dos dálmatas.
3ª: E a camiseta do Snoopy. Com Dani e vovó Tonica.




1ª: Minha mãe adorava levar a gente pra conhecer algum autor. Aqui, Vivina de Assis Viana...
2ª: ... e J. J. Veiga.







1ª: Sim, a foto que denuncia, na casa da vovó.
2ª: Festinha de aniversário com o Dani.
3ª: Beca (essa roupa aí é beca mesmo né?).







1ª: Num casamento que meu irmão foi pajem e eu não fui nada.
2ª: Vestida de Xuxa no carro alegórico da escola num desfile.
3ª: Babinha.








1ª: Rádio Universitária. Jogo no Serra.
2ª: Entrevistando. Washington, quando ele ainda estava no Atlético-PR.
3ª: O primeiro Sertões.

Quarta-feira, Junho 24, 2009

Mensagem cifrada. Todas aquelas perguntas que eu quis ter feito. O problema não foi não tê-las feito ou não saber a resposta. Foi a vontade de fazê-las. Me segurei. E agora sei tanto quanto antes.

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E três dias de folga. Espero não trabalhar na folga. Acredite: isso acontece mais do que eu gostaria.

Segunda-feira, Junho 22, 2009

Voltei com o blog no Goiasnet. Na home de esportes, tem o link pro blog. E é só clicar em Paula Parreira (!). Já faz alguns dias, mas demorei a engrenar. E nada como o Rali dos Sertões pra me empolgar.

Terça-feira, Junho 16, 2009

Nada como uma segunda-feira com bastante tempo livre pra me deixar louca. Quase entrei em pânico. Não, eu não preciso de tanto tempo livre. Não é o momento de ter tanto tempo livre. Trabalhei três horas em vez das sete, ou mais, habituais. Mas num horário diferente, que não é nada habitual pra mim. Isso um dia depois de praticamente ter trabalhado na folga. Almoço gostoso, com minha tia. Oito episódios. Três horas de sono à tarde. E nenhum pingo dele à noite. Chá. Bastante chá de camomila. Três temakis. Um chá gelado da Nestlé. Uma rápida passada no supermercado. Só dois itens, realmente necessários. Dois textos que eu preciso fazer, mas não fiz. Mountain bike e concentração de jogador de futebol. Arcade Fire. Funeral. Lembrança de um show muito massa. E 2005 já vai longe. Super Furry Animals. Blog está parado. O troço voltou justo agora que estou sem internet em casa. É uma faltinha de motivação também. E fiz um dos textos que eu precisava. O segundo. Só falta a democracia corintiana.

Terça-feira, Junho 09, 2009

Futuramente, o dia de hoje ficará conhecido como "o dia em que a geladeira da Paula foi descongelada". Moro sozinha desde o dia 12 de dezembro de 2006. Foi quando passei a ter uma geladeira só minha. E desde esse dia, há dois anos e meio, ela nunca mais foi descongelada. Não tenho uma frost-free porque, quando eu me mudei da casa do meu irmão, foi ele quem comprou uma geladeira e não eu. Eu levei a que tinha lá.

Aí, na semana passada, minha faxineira disse que a geladeira podia explodir se eu não desse um jeito. E não fui a dar jeito. Foi ela, a Irene. A geleadeira ainda passou uma semana funcionando cheia de gelo e hoje a Irene limpou pra mim, porque eu a desliguei ontem. Só teve uma coisa ruim. Tive que tirar as cervejas e elas devem ter "chocado".

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Quase tive um ataque descendo 50 metros de uma trilha de mountain bike (a pé, claro) pra dar uma olhada no lugar em que o pessoal anda. O problema foi subir depois. Quase matei o entrevistado. Ainda tentei cair fora, mas não teve jeito.

Segunda-feira, Junho 08, 2009

Chá de camomila na cama, enquanto escrevo. Isso depois de uma lasanha congelada, uma coca lata, os gols da rodada e dois episódios. Tudo que eu já tinha em casa. Vão ser vários dias assim. Aí mudo a lasanha, porque ninguém merece o mesmo prato todo dia, apesar de eu adorar repetições. Se eu conseguir fazer tudo o que planejo até o dia 10 de julho, vou poder ganhar um prêmio de economia doméstica.

Problemas financeiros. Há que se aprender a enfrentá-los. Já passei por outros. Numa época, eu não ganhava dinheiro, não tinha um emprego, não tinha nem mesada pra administrar - meus pais nunca me deram mesada; se quisesse algum dinheiro, tinha que pedir e justificar. Fazia primário, estudava nas Horas Felizes e o sucesso na empreitada de economia em casa não dependia exatamente de mim. Já mais recente, em vários meses encarei um déficit na minha conta corrente. Gastar mais do que se ganha num mês gera uma consequência bem óbvia. Mas a gente passa por isso. E algumas vezes, tem uma reserva para ser consumida. Outras vezes, não. Agora, tenho que fazer a minha parte. Simples assim.

Ganhar um prêmio de economia doméstica não é fácil. Para isso, tenho que lavar roupa num sábado à noite. Na verdade, era madrugada de sábado para domingo, mas eu ainda não tinha dormido - e eu dormi bem tarde naquele dia, a ponto de acordar às 15 horas do outro dia achando que eram só lá pelas 8h30. E aí fiquei me lembrando daquele meu papo sobre o vizinho de dias atrás. Acho que incomodei um pouco com a minha empreitada de "trabalho-duro-que-evita-gastar-dinheiro-na-lavanderia". Mas não custa o prédio colaborar com a minha missão, já que morar lá no prédio custa um dinheiro danado.

As roupas ficaram limpinhas e, na verdade, bem mais cheirosas do que quando voltam da lavanderia. Só não há muito espaço pra lavar muitas de uma vez. Tem que ser por partes. Mas tenho o mês inteiro pra lavar tudo, pois a minha vida noturna não existe mais. As madrugadas de trabalho doméstico se repetirão, quer o prédio goste, quer não. Até o dia 10 de julho. Mas, como sou uma gênia da economia, já previ os momentos do "não-aguento-mais-ficar-em-casa". Para alguns, vou ter que abrir o bolso, não vai ter jeito. Mas para outros tenho o parque Flamboyant, Itumbiara, casa da minha tia, almoços "de grátis" e por aí vai.

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Semana de muito trabalho. Tenho que fazer o blog voltar a funcionar, não tem jeito. E, quando eu fizer isso, tenho que pensar bem, porque aí não terei mais dias de folga. Do blog. Mesmo quando estiver de folga do jornal, vou ter que dar um jeito. É o que eu planejei pro troço. E umas matérias a mais que vou ter que fazer. Quero fazer. Já queria da outra vez. E quero me dedicar. E volto pro clube, numa semana em que só vão se perguntar se o Ronaldo vem ou não.

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Pensando em como seria uma vida de compromisso ideal. E pensando que tenho que dar prosseguimento ao plano da playlist, ou das playlists. E também tenho que separar fotos.

Quarta-feira, Junho 03, 2009

Meu prato de hoje foi uma afronta aos chefes chiques. Tinha feijoada, filé e peixe (mas não comi o peixe porque tinha espinho), dois tipos de salada, carpaccio e sushi (mas genérico, só com pepino, porque não tinha opções com peixe ou kani). Mistureba. Mas tava gostoso e ainda ganhei o café.

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Não passo aqui há dias. Terminei o Martha Medeiros. Meu blog vai voltar. Me animei muito com isso. Mas tenho que executar muitas coisas ao mesmo tempo. E dependo da colaboração das pessoas. O Adriano marcou gol. E faltou treino. Obina marcou gol e não faltou treino. A Copa não veio. Cervejinhas no Belgian Dash. O Kaká parece que vai mesmo pro Real Madrid. Minhas contas deram mais caras do que eu esperava. Preciso enxugar. Tá fazendo um frio de lascar. Principalmente pra quem vem de Itumbiara. E dizem que lá tá frio demais também. Casa da tia. Maratona de episódios.

Sexta-feira, Maio 29, 2009

Eu sei viver em apartamento. Entendo as necessidades alheias, imponho as minhas de forma razoável e respeitosa, sou educada com as pessoas e pago tudo no prédio em dia. Não faço coisas imbecis. Por exemplo, não coloco meu carro na vaga dos outros. Nunca. Quando meu pai vem de carro, peço uma outra vaga que esteja livre. Mas é óbvio que eu consulto antes. Não jogo o lixo na lixeira de dentro do prédio. Coloco, lógico, na lixeira enorme que tem na calçada. A de dentro é para o lixo pequeno das pessoas na garagem. Mas não. O povo do prédio coloca o lixo inteiro lá, inclusive caixas, restos de comida, coisas que são absurdas.

Lidar com o barulho alheio é o ônus de se viver em apartamento. O único barulho que faço é quando os meus amigos vão em casa, o que tem ocorrido, no máximo, duas vezes por mês. Não sei o quanto incomoda. Até acho que é pouco. O Leandro fala que incomoda. Só que ele mora na casa ao lado e a janela da irmã dele é bem de frente pra da minha sala. Mas, sabe, acho plausível ser tolerante em alguns momentos. Eu sou com os outros e entendo que as pessoas têm que descontrair de vez em quando na vida em apartamento. Enfim, a gente faz o que pode.

Mas o meu vizinho novo de cima, não. Ele realmente não faz o que pode. Já me disseram que o cara é do Pará. É que meus pais vieram em casa e fizeram um minissocial com o pai do rapaz. Aí ficaram sabendo. Não fosse assim, eu não teria nem olhado pra cara do velho. Mas o caso é que o cara do meu prédio só pode receber madeira do pai dele do Pará e fabricar móveis bem em cima da minha cabeça. Não há outra explicação. De manhã, o casa usa furadeira e martelo por horas a fio.

Ele tem que entender que tem alguém morando embaixo dele. É normal ele fazer algum barulho, mas tem que cuidar pra não fazer tanto. Quem tem alguém morando no apartamento de baixo não anda com salto dentro de casa. Isso é inquestionável. O cara não anda de salto pela casa (ainda), mas solta o martelo no chão várias vezes por dia.

Sou contra conhecer as pessoas que moram no prédio. Viver em apartamento não quer dizer que você tem que dividir sua vida com as pessoas. É só uma forma da vida moderna de se morar. As pessoas fazem prédios e colocam o maior número possível de pessoas pra morar num espaço mínimo e comum de poucos metros quadrados. Mas, como o meu prédio é pequeno e as pessoas veem a garagem se colocarem a cabeça na janela, não custa nada, por exemplo, saber o carro que a pessoa de baixo tem, pra saber quando ela tá ou não em casa. Não custa saber os horários básicos da pessoa e evitar que ela seja incomodada quando está em casa, o que de jeito nenhum quer dizer em hipótese alguma, porque ninguém é de ferro.

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A gente sabe que está levando uma vida comum quando faz, sem perceber, coisas sem sentido. E achando que elas fazem algum sentido. Tipo arrumar a cama. Não faz sentido algum, mas as pessoas acham que é uma coisa normal de se fazer. Isso porque levam a vida pra frente. Não tenho tido vontade de fazer coisas sem sentido nos últimos tempos.

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Plantão no fim de semana. Dois jogos no sábado à noite. Quem faz as tabelas da CBF não tem mesmo vida social. Não que eu tenha (apesar de eu ter uma, sim), mas é todo mundo gosta das noites de sábado sem trabalho. E no domingo, o anúncio das cidades. Cadê Brasília, Paula? Opa, opa, já tô terminando. Hihihihi.

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Passei o Eliane Brum na frente do Gay Talese. Só porque o Gay Talese falou que o conteúdo dos jornais impressos não tem mesmo que ser aberto na internet. A questão não é tão simples assim.

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Já faz 20 minutos que o vizinho não faz muito barulho. Acho que dá pra voltar a dormir.

Segunda-feira, Maio 25, 2009

Gente, blog de uma amiga minha, o maiseducação. Novinho o blog, sobre educação em geral e educação em Goiás em particular. Ela ainda tá organizando as coisas por lá, inclusive. Povo de Cidades, olhe! É da Lídia Borges, que tem um texto primoroso.