Paula Parreira

repórter + esportes + música + Itumbiara + jornal + Goiânia + futebol + mostarda + dorminhoca + tênis + blog + Guilherme + família + óculos + café + fotos + Pateta + O Popular + marshmallow + amigos

sexta-feira, 26 de novembro de 2004

Dezembro. O Pablo já escreveu artigo sobre o final do ano e as "meninas" do 02 Neurônio já compraram agendas novas. Para mim, o ano também já acabou. No fim do ano passado fiz uma listinha de metas. Nunca tinha feito coisa parecida e gostei. Vou fazer de novo neste ano e agora posso colocar no meu blog. Como no começo do ano eu não tinha blog, vou colocar aqui o que pensei em 2003 para 2004, já com as observações se as metas foram cumpridas ou não. Umas foram muito subjetivas (que eu nem sei se eu cumpri), outras tosquinhas, outras nada a ver e outras legais. Aí vai...

As metas foram:

1. Fazer algo bacana no Sertões 2004! (Eu cobri pelo menos né! Foi pelo Diário, mas só fiz enquanto o Sertões estava aqui em Goiânia. O rali zarpou e eu fiquei por aqui...)

2. Renovar assinatura de jornal. (Eu renovei, e renovei de novo. Mas o mérito nem é meu. A Folha renova automaticamente mesmo sem eu nem saber...)

3. Ver a final da Superliga Masculina. (Já que eu não especifiquei se era ver in loco ou de qualquer outra forma, posso considerar que eu cumpri. Tô brincando. É claro que era ver a final onde quer que ela fosse realizada, mas eu só assisti na televisão. Unisul campeã sobre a Ulbra...)

4. Se rolar, ver algum jogo da Liga Mundial. (Também só vi na televisão. Mas tá valendo. Foi aquela brilhante final do Brasil contra a Sérvia e Montenegro.)

5. Juntar dinheiro, o que quer dizer gastar menos. (Neca, neca, neca... Só fiz gastar muito. Não juntei nada, não investi em nada, nem comprei algo que valha a pena ter gastado dinheiro... Fazer o quê né??? Renovar essa meta para 2005)

6. Manter amizades, fazer outras e retomar antigas. (Acho que cumpri essa meta. Conheci muuuuita gente nova e bacana neste ano, não sei se retomei alguma amizade, mas também não perdi nenhum amigo.)

7. Exercitar minha memória, que anda meio fraca. (E agora está cada vez pior)

8. Trabalhar muito e buscar sempre coisas melhores. (Mudei de emprego né... Quer dizer, arrumei um, porque lá no Tribuna era estágio. Acho que melhorou, estou na área que eu gosto, mas é claro que sempre vou buscar fazer o melhor onde estou e estar sempre em lugares melhores...)

9. Tentar fazer planos de continuar estudando. (Ai, isso me dá peso na consciência, mas não cumpri essa meta...)

10. Fazer muito pelos outros: amigos, família, conhecidos e todo mundo. (Hehehehe... Esse é bem subjetivo. Então, acho que cumpri. Pelo menos, acho que não fiz mal pra ninguém e nem desejei coisasruins)

11. Ler os livros para 2004! (Bem, vamos lá! Eu li: Meninos eu vi!, do Juca Kfouri; Pelas minhas mãos, da Ana Moser; Abusado, do Caco Barcelos; a biografia do Paul McCartney. Mas não li: Jornalismo Cultural, do Daniel Piva; Arquivos da Fórmula 1, do Lemyr Martins; Anjo Pornográfico, do Ruy Castro; não reli Chega de Saudade, também do Ruy Castro. Mas li outros que não estavam na lista inicial: que eu me lembro agora são Ayrton, o herói revelado, do Ernesto Rodrigues; A arte de fazer um jornal diário, do Ricardo Noblat; e a biografia da Jacqueline Silva, do vôlei de praia.)

Começa Superliga de Vôlei

Temporada aberta para o voleibol brasileiro. Enquanto grande parte das
estrelas do Brasil já disputam o Campeonato Italiano há oito rodadas, os
remanescentes que ainda atuam em solo tupiniquim começam a caminhada
rumo ao título da Superliga de Voleibol. O jogo de abertura do torneio
masculino está marcado para amanhã, entre a atual campeã Unisul e a
Universidade de Caxias do Sul (UCS).

A disputa feminina está marcada para domingo: o atual campeão
Finasa/Osasco enfrenta o time da Brasil Telecom, de Brasília. Aperitivos
para o principal campeonato brasileiro foram o Grand Prix e os estaduais. Os
times que tiveram mesmo uma disputa local forte foram São Paulo e Rio
Grande do Sul. No feminino, o Rio de Janeiro também teve um estadual
razoável. Tudo bem, se formos pensar que a maioria dos times estão nesses
locais.

Fora desse eixo temos apenas Brasil Telecom (feminino), Sesi Esporte-MG
(feminino) e Minas (masculino e feminino). É por isso que os campeões
devem também ser desses estados (das regiões Sul e Sudeste). Na verdade,
poucas equipes vão realmente buscar o título. Dos dez times do torneio
masculino, no máximo cinco vão entrar com condições de chegarem à final.
Na competição para as mulheres, esse número cai para três (de oito
participantes), com uma ou outra surpresa.

Já é lugar-comum dizer que o torneio nacional perde em atrativos com a
maioria dos craques brasileiros atuando na Europa (sinal dos tempo de Real
desvalorizadíssimo). É por isso que todos apostam que será a Superliga das
revelações: com poucas estrelas e a ausência de estrangeiros, resta-nos
esperar que surjam novos nomes para defender as seleções nos próximos
anos.

As grandes contratações, ao contrário das edições passadas, são de
brasileiros mesmo, que ficaram mais valorizados ainda após a conquista do
ouro em Atenas, no caso do masculino. Apesar do elogio do capitão Nalbert
(que voltou da Itália para atuar no Banespa; o único título que ele não tinha
quando chegou ao clube era o paulista; agora já tem) à liga nacional, ainda
acredito que o nível técnico da competição é baixo.

O torneio feminino ainda conta com as principais estrelas da seleção, o que
não deveria impedir as mulheres de protagonizarem disputas acirradas. Mas
nem assim o torneio pode ser considerado competitivo, já que duas equipes
devem monopolizar a briga pelo título: Osasco (com Érica, Valesquinha,
Mari, Bia, Arlene e José Roberto Guimarães) e Rexona (de Leila, Fernanda
Venturini, Sassá, Fabiana e Bernardinho).

Aliás, o confronto entre os dois técnicos (o da seleção masculina e o da
feminina, apesar de Zé Roberto não ter confirmado se continua no comando
das meninas) será a diversão do voleibol nacional enquanto estiverem por
aqui. E o comandante do Osasco já tem um título para vingar. Num torneio
internacional que teve no Brasil, a final foi entre Rexona e Osasco e o time
carioca levou a melhor. Voltando à Superliga, o Minas também deve chegar
à semifinal, mas passou a ser um time muito irregular desde o ano passado.
Não sei se chegará à final. São Caetano, Campos, Macaé e Pinheiros
correm por fora.

Banespa, Unisul, Minas, Suzano e Ulbra são as grandes atrações do torneio
masculino da Superliga. O time mais forte, no papel, é o Suzano, que montou
uma verdadeira seleção com os reforços de Rodrigão, André Nascimento e
Murilo. No entanto, isso não quer dizer nada. É bom tomar cuidado e ter
como exemplo o Minas do ano passado, que tinha Ricardinho, Giovane,
Henrique e Douglas, e morreu na praia. Além disso, o Suzano foi derrotado
pelo Banespa na final do Paulista.

O Banespa tem um time entrosado de atletas jovens, com o respaldo de
Nalbert, que quer conquistar sua última Superliga. Mas acho que ele está
mais preocupado com a sua próxima temporada de estréia na areia ao lado
de Giovane. Outro ponto forte é o levantador Vinhedo, considerado o melhor
jogador da posição que hoje atua no Brasil e forte candidato à seleção num
futuro próximo. Giovane está na Unisul do técnico argentino Carlos Weber (é
aquele ex-levantador mesmo). O time é o atual campeã da Superliga, mas
perdeu André Heller e o argentino Milinkovic, as estrelas da temporada
passada.

O Minas tem Roberto Minuzzi, mas chega frio à competição por não disputar
um torneio estadual forte. E a Ulbra chega para surpreender, como no ano
passado: sem estrela alguma, mas com jogadores motivados. Já reservei
meu lugar em frente à televisão para assistir aos jogos. Claro, se não houver
partida alguma do Italiano no mesmo horário.

Paula Parreira (26.11.04)

domingo, 21 de novembro de 2004

Sabe quando você tem vontade de escrever alguma coisa, mas não tem inspiração, ou vontade, ou ânimo, ou saco?!? Eu estou mais ou menos assim em relação ao meu blog. Mas vamos lá. Só para dar um sinalzinho de vida, vamos aos tópicos das minhas aventuras...

- O Leandro do Goiás fez um golaço hoje. Driblou dois caras e encobriu o goleiro depois. O Goiás ganhou do Vasco por 3 a 2 e eu fui ao campo. Ainda dei uma enrolada para fazer a paradinhas das entrevistas para o Lance, mas deu tudo certo.

- Os interesses escusos do jornal me alcançaram. A gente se engana completamente quando acha que a editoria de esportes fica fora de qualquer pressão que o jornal possa sofrer. A linha editorial do jornal e as coisas toscas parecem não englobar essa editoria, mas só parece. A editoria é sim marginalizada e isso eu sinto a todo momento. Mas na hora de ganhar dinheiro com as coisas que o caderno veicula, fazer a editoria servir aos interesses dos patrões, ninguém hesita. Fui vítima disso na última semana e fiquei triste pra caramba. Isso porque eu me dedico pra caramba àquela editoria sabe... Me dedico mesmo! Mas a gente nunca é reconhecido por isso e ainda tem que agüentar tosquice de todos os lados, se submeter às coisas mais erradas e mesquinhas do mundo... Revolta total! Me identifiquei com a Lídia agora, que sempre fala essas coisas. A gente não faz nada na hora. Aliás, faz o que mandam a gente fazer. Mas sei se daria para reagir de forma diferente. Pelo menos, deveria...

- Recebi as fotos do aniversário da Lidinha no Pátio do Café Cancun. Ficaram lindas, sobretudo a de um tal beijo. Não sei colocar foto aqui e tentei colocar no orkut mas não consegui...

- O Julian Casablancas é tudo de bom, a banda dele é a melhor do mundo na atualidade (temos que fazer o lobby Leo) e eu não canso de ouvir. O caro tem espinha na cara ainda, é um garoto e só quer fazer música.

- Vestibular chegando e desejo sorte pra todo mundo: Mariquinha e minhas priminhas Fernanda e Cinthinha.

- Minha perna tá toda picada por mosquitinhos e tenho certeza que é alguma coisa do jornal, que está sendo atacado por esses bichos. Daqui uns anos o jornal vai ter que me indenizar porque no futuro vou ter câncer de pulmão, L.E.R., gastrite e sequelas de picadas de mosquito por culpa daquele lugar.

segunda-feira, 15 de novembro de 2004

Por um momento na minha vida eu achei que o mundo ia acabar em show, música, boate, cerveja, bar, clube, cama, amigo, comida, gente e folga. Já passou pois já voltei pra vida real, mas foi bom demais meu final de semana em Caldas. Antes, na quinta-feira, tivemos um preview de farra que quase me deixou debilitada para ir para a cidade das águas quentes. Mas entre mortos e feridos salvaram-se todos. Até a Lídia, que junto comigo teve um surto de burrice e saiu no zero a zero do feriado (aliás, como eu também). Na quinta, a comemoração do níver da Lidinha foi no Pátio e foi mó legal encontrar todo mundo. Sexta de trabalho (e ressaca) e zarpamos para Caldas no sábado de manhã. Como diria a Lourdinha, estava rolando o encontro nacional dos dragões lá em Caldas. Nunca vi tanta gente feia junto. Mas tudo bem. Até isso a gente encara quando se trata de diversão. E a gente se divertiu pra caramba. Conheci umas pessoas novas, descansei a cabeça, não olhei um jornal sequer (mas vi um pouco do jogo do Goiás), tomei banho frio, meu celular funcionou o tempo todo, não encontrei conhecido algum e pulei bastante nos shows. Pra mim o melhor foi do Rappa, porque eles cantaram Pescador de Ilusões, minha música preferida. E também teve "Bum, bum, bum... O homem bomba"... Mas eu nunca mais encontrei a Ludmila lá em Caldas, não beijei nenhum gatinho (falta de opções também) e voltei pra Goiânia direto pro jornal. O resultado da nossa farra (Liana também estava e voltou com um gol marcado) está registrado nas fotitas...

domingo, 7 de novembro de 2004

Aventuras da última semana:

- O Ronaldinho Gaúcho fez um golaço e saiu gritando "Eu sou foda!!!" por todo o gramado do Camp Nou. A torcida do Barcelona em polvorosa, já que o gol garantiu a vitória do Barça sobre o Milan pela Champions League. Fala a verdade! O cara é o melhor do mundo. Não tem pra ninguém. Isso serve de lição para Romário, Zico e Ronaldinho. Que mané ficar discutindo quem é o melhor depois de Pelé! Vai assistir o Gaúcho jogar bola que vocês ganham mais... Mas ainda tenho medo de o Henry leve a eleição.

- Outro melhor do mundo: Falcão. O último encanto do cara é fazer gol de letra. Está certo que é sobre a Tailândia e sobre a Austrália, mas o garoto é bom de bola. Acreditar na seleção brasileira de futsal neste Mundial? É claro que eu acredito. Mas algo me diz que não vai ser fácil e podemos ter surpresas. Como será que os companheiros de Falcão ficam com todo esse assédio em volta dele. É como jogar no Barcelona do Ronaldinho, como jogar no Chicago Bulls de Michael Jordan, na seleção de Pelé e Garrincha, na seleção francesa de Henry... Mas acho que não tem nada a ver. A seleção do Falcão também tem Manoel Tobias, Fininho e Vander Carioca. O Chicago Bulls de Jordan também teve Pippen, a seleção de Pelé e Garrincha também teve Didi e Vavá e Nílton Santos, a seleção de Henry também teve Zidane (ou o contrário né, Zidane foi o melhor primeiro que Henry)...

- Vi o Marat Safin jogar. E torcer o tornozelo. E continuar no jogo. A definição do narrador do jogo para Safin? Um tenista de 24 anos, jovem milionário com problemas emocionais. Acontece nas melhores famílias... Mas ele era meio estouradinho mesmo né.. E parece que a tensão voltou a atormentar no Masters de Madri. Mas parece que já está tudo bem. Tudo bem e na final do Masters de Paris. O cara foi campeão em cima do Stepanek. Marat Safin é tudo de bom em todos os sentidos...

- Serginho morreu. Essas mortes súbitas estúpidas que atormentam o mundo esportivo ultimamente. Não sei se está acontecendo com freqüência incomum mesmo, ou se a gente está noticiando e debatendo as coisas agora. Mas o caso do Serginho me assustou pra caramba. Eu estava assistindo Corinthians e Criciúma. Aquelas imagens vão ficar na memória de todo mundo. E agora estão querendo achar culpados. É claro que tem mesmo que achá-los, mas a discussão é muito mais embaixo. As circunstâncias de um jogo de futebol fizeram do atendimento que o Serginho teve fosse o melhor possível. É possível melhorar? É. Mas são coisas incomuns. Os clubes e estádios têm que estar preparados, mas é um mal súbito que pode acontecer com qualquer um em qualquer lugar. O São Caetano, ao que tudo indica, já sabia do risco de Serginho. E o jogador também. Mas nem a família culpa o clube. A gente nunca acha que vai acontecer com a gente, né. O cara tinha um pé-de-meia pra fazer ainda. Não estava com a vida ganha. Já ia encerrar a carreira? A vontade de continuar no futebol e o pensamento na família fala mais alto. Foi uma fatalidade.

- Assisti "A Dona da História". Concordo com a Lídia. O filme diz tudo o que a gente pensa da vida o tempo todo. Eu achei o filme lindo, mas a Lídia ainda arranjou uns defeitinhos técnicos lá, sobre os quais eu não entendo nada. Depois ainda fiquei comentando com minha mãe: "Mãe, eu penso igual a Carolina novinha. Acho que minha vida é um filme." Por isso acho que tem que ser sempre uma maravilha, acho que ainda não caí na real. Se bem que com a profissão que eu tenho, o salário que eu ganho e o lugar onde eu trabalho, fica difícil achar que a vida é um filme lindo. E minha mãe disse: "E eu vivo igualzinho a Carolina velha. De repente o tempo passa e a gente percebe que a vida é só isso." E minha mãe casou mesmo com o primeiro amor e tal. E eu me identifico muito com a parte em que ela fala que não vai gastar o amor, sabe. Eu sempre fico pensando na hora de me dedicar a um relacionamento, nas coisas que eu estou deixando pra trás, nas inúmeras possibilidades. E aí eu nunca quero pagar pra ver. Como seriam as coisas se eu tivesse escolhido algo diferente lá atrás...

sábado, 6 de novembro de 2004

Foi um dos melhores aniversários que já tive. Me lembrei da mesma data do ano passado: solidão, esquecimento, tristeza e distância. Fiquei com medo de que fosse assim de novo. Mas passou longe disso. Foi bom demais. Telefonemas, mensagens no celular, presentes, abraços (muitos!), comentários no blog e recadinhos no orkut. É, meu pai foi embora bem no dia do meu aniversário. Mas a alegria enorme que tive por ele estar aqui nos dias anteriores compensou esse detalhe. Senti falta de algumas pessoas, mas tudo bem. A comemoração foi cheia de gente legal. Pessoas amigas há não muito tempo, mas nem por isso menos amigas. Momentos e dias assim mostram que por mais que a gente tente, nunca vai ficar sozinho. Obrigada a todos que fizeram do meu o melhor aniversário possível...

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Senhas. Tenho a memória fraca, sabe... Acho que o motivo é o número de senhas que preciso lembrar todos os dias. Haja memória! Taí... A minha memória inteira é gasta para lembrar minhas senhas. E eu morro de medo de esquecer uma delas. Senha do banco. Senha do Yahoo. Senha do Hotmail e do Messenger (ainda bem que é a mesma). Senha do e-mail do jornal. Senha do orkut. Senha do meu blog. Senha do JB online para ler a coluna do Fernandão todas as sextas. Senha e login do computador do jornal. Senha do outlook do esporte. Credo! A minha preocupação em relação às minhas senhas era somente não esquecê-las. Isso já me fez criar algumas bem óbvias. Foi quando eu desconfiei que alguém havia descoberto minha senha e estava entrando no meu Messenger. Imagina! Quem é que ia querer entrar no meu Messenger, né... Mas eu cismei. E cismei mais ainda quando pedi para a Maria Cristina tentar adivinhar a tal senha. Adivinhem???? Ela acertou. De primeira. Agora eu realmente faço um exercício danado de criatividade na hora de fazer uma nova senha. E pretendo trocá-las de vez em quando. Façam o mesmo. E se despeçam de suas memórias...

terça-feira, 2 de novembro de 2004

22 razões para estar feliz:

- Papai passou os últimos quatro dias aqui comigo.
- Não trabalhei no feriado.
- Já ganhei cinco cds; e sei que vou ganhar mais um da Maria Cristina.
- 22 anos nem é tanta coisa assim.
- Ganhei um gravador novo.
- Arrumei meu mural de fotos.
- Minha avó vai me ligar.
- Estou terminando de ler a biografia do Paul McCartney. Agora estou mesmo.
- Não estou devendo no banco, pela primeira vez num começo de mês.
- A Gabilinha me emprestou "Mar sem fim" do Amyr Klink.
- A Sony está reprisando Dawson´s Creek.
- Minha gripe melhorou. E meu cabelo também.
- Comprei uma havaiana nova que tem borboletas. Isso é fashion, tá?!?
- Não pego ônibus há três dias.
- Meus óculos agora são mais bonitos. Ou menos feios.
- Tive coragem de usar meus sapatos amarelos.
- Não existe uma música sequer do Belle and Sebastian que seja ruim.
- Assisti Malhação. Confesso que gosto do programa...
- Consegui descobrir o horário e o canal em que são transmitidos alguns jogos do Campeonato Italiano de vôlei.
- Estou apaixonada.
- Escrevi uma carta.
- Viagem marcada para Itumbiara.

(Como na verdade eu não tenho tantos motivos assim para estar feliz, acabei inventando os últimos três. Acho que queria que fossem verdade...)