Paula Parreira

repórter + esportes + música + Itumbiara + jornal + Goiânia + futebol + mostarda + dorminhoca + tênis + blog + Guilherme + família + óculos + café + fotos + Pateta + O Popular + marshmallow + amigos

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2005

Acho que, às vezes, precisamos de algumas explicações. Mesmo sem querer ouví-las ou dá-las, simplesmente precisamos. Não queria que tivesse de esclarecer atitudes minhas, mas elas atingiram você. E outras pessoas. Só gostaria que soubesse que nunca fiz algo com o único e exclusivo intuito de atingir você. Atingí-lo seria machucar a mim mesma.

Este post não encerra o assunto. Pode até deixar pior, porque é isso o que os blogs costumam fazer. Mas uma coisa que escrevi outro dia te deixou triste. Escrevi que queria aproveitar no baile de formatura dos meninos tudo o que não tinha aproveitado no meu. Não quis dizer isso. A noite do meu baile de formatura foi a noite mais perfeita da minha vida. E foi a nossa noite mais perfeita. Lembra que eu disse que seria minha noite de sonho e você faria parte dela? Foi exatamente isso o que aconteceu.

Nesses últimos dias, não quero pensar em quem está certo ou errado. Só pára de imaginar que o mundo está contra você, pára de tentar (e conseguir) ler nas entrelinhas o que não é verdade. Queria que pensasse numa música que ouvimos na formatura dos meninos, que é o que quero dizer:

"Se lembra quando a gente
Chegou um dia a acreditar
Que tudo era pra sempre
Sem saber
Que o 'pra sempre' sempre acaba
Mas nada vai conseguir mudar
O que ficou
Quando penso em alguém só penso em você
E aí então estamos bem"

Mas não estamos. Eu sei que não. A gente ainda pode resolver. "Nem desistir, nem tentar", como diz a música. Apenas resolver.

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A formatura da turma de jornalismo me deixou sensibilizada. A Maria Cristina, que é minha irmã, se formou. E grandes amigos e grandes pessoas também.

Maria, sou quem torce muito por você. Admiro sua simpatia, alegria e força. Te admirei quando fez escolhas, quando foi atrás do que queria, quando me ajudou, quando pediu ajuda e quando quis conhecer coisas novas. Você merece o que há de mais bonito no mundo. E vai conseguir isso.

E no baile da formatura, alguém me disse: "Vocês são exemplos pra mim. Pessoas nas quais eu me espelho e que eu admiro". Felipe, você é lindo. É uma das pessoas mais lindas que eu conheço. Lindo por fora, por dentro, do avesso, com raiva, alegre, empolgado, concentrado, longe ou perto. Sou eu é quem torce por você!

Maria, Felipe, Polly, Rafaella, Francila, Joanatha, Sarinha, Leandro, Lalá, Cristina, Ludmilla (que são os que eu conheço melhor) e todos os outros: vocês são pessoas preciosas, que fizeram a festa de vocês ficar linda. Parabéns!

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2005

Fui na cerimônia de entrega das carteirinhas para os novos advogados e estagiários da OAB ontem. O Dani, meu irmão, passou no exame e está de vez no mercado. Fiquei muito orgulhosa. Mas os acontecimentos da festa me deixaram irritada. Pra começar, meu irmão pagou R$ 850 para entrar na OAB e a cerimônia foi tosquinha e nem tinha lugar pra todo mundo. Dani e meu tio ficaram em pé.

E o pior. O evento se tornou uma solenidade particular da família S. A garota T.S.S. também estava recebendo a carteirinha. Seria tudo normal se ela não fosse filha de F.S. e afilhada do vice-presidente da OAB que eu esqueci o nome agora. Foi uma rasgação de seda, uma enrolação na hora de ela pegar a tal carteira. Os outros, meros mortais, passaram correndo pela mesa, cumprimentaram rapidinho todas as autoridades, sem pompa alguma. E o senhor F.S. acabou se tornando celebridade. Todo mundo queria tirar foto com o cara. O senhor M.C. não apareceu. Devia estar ocupado com a defesa dos donos da área avaliada em R$ 38 milhões (tem gente que fala que é R$ 57 milhões, não sei direito) do Parque Oeste Industrial.

E olha que lindo o discurso da tal T.S.S. Segundo ela, o papel do advogado é "ajudar o próximo, promover justiça social e colaborar para a paz na sociedade". Ai, que lindo né?!?! Será que ela sabe dos últimos acontecimentos no Parque Oeste Industrial? Será que ela sabe porque conflitos como esse acontecem? Acho que sabe. Afinal, o sucessor do pai dela é o advogado ocupado citado acima.

E a formatura na Maria começa hoje!!! Amanhã tem colação e sábado tem baile! E o Placebo toca em Brasília no dia 23...

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2005

Depois de uma festinha dos anos 80, pulo para os anos 90. O Placebo vem tocar no Brasil! Quem acredita?? Acho que por enquanto só o Lúcio Ribeiro da Folha. Como diz a Mariana, só acredito vendo. E a maior é o seguinte: Brian Molko e Cia vão tocar em Brasília. Se vir ao Brasil já está bom, imagina eles tocando em oito cidades brasileiras: Recife, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Salvador, Curitiba, Porto Alegre e Ribeirão Preto. Bom demais pra ser verdade, né não? E é claro que eu vou né... Mas o melhor de tudo é que na mesma coluna em que o Lúcio Ribeiro confirma a vinda do Placebo, ele diz que a Claro quer trazer bandas e atrações de peso em setembro num festival que vai competir com o da Tim (o antigo Free Jazz). E ele adianta que são Audioslave (o Rage Against The Machine com outro vocalista), Radiohead (a Lídia vai pirar) e... tchanãnãnã... STROKES!!!!!! Aí é que eu só acredito vendo mesmo. Os Strokes devem estar pensando no terceiro álbum e nesta época (setembro) eles vão estar finalizando o disco ou o divulgando por aí. E no comecinho da turnê de divulgação eles vão vir ao Brasil? Não acredito muito não...

Minhas férias não vão ser mais em abril. Agora vão ser em maio eu acho! Não sei o que faço. Se adianto as férias mais um pouco, se tiro mesmo em maio... E se os Strokes vierem mesmo. Daí preciso de folga em setembro!

Amanhã volto para Goiânia! E pode deixar Maria Cristina, que eu estou sim de folga no domingo. No seu baile vou aproveitar tudo o que não aproveitei no meu. E vou chorar na colação porque eu sou emotiva. O fim de semana vai ser muito legal!

domingo, 20 de fevereiro de 2005

"Good luck for you
Good luck for me
Goooood Luuuck
Nonononono
Yeah Yeah Yeah Yeah"

"Every time I see you falling
I get down on my knees and pray
I´m waiting for that final moment
You say the words that I can´t say"

Cindy Lauper e New Order só para dar uma idéia de como foi a Festa dos 80. O som foi muito bacana e me diverti pra caramba. Eu gosto de horário de verão. Estou meio de ressaca. O Goiás tá ganhando. Daqui a pouco vou dormir três horas dentro de um ônibus, rumo a Itumbiara. Amanhã estou de folga e volto na terça-feira. Terminei o cursinho do Detran. Quer dizer, sobrevivi a ele. Tenho que marcar a prova agora. Até que enfim o Ronaldinho e a Cicarelli casaram. O Thiago Pereira tá dando show de novo, agora em Belo Horizonte.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2005

* Desde o fim do Brasileiro do ano passado eu não tinha assistido a jogo algum na televisão por puro prazer de assistir. Quebrei o jejum no domingo passado. Voltei do jornal prometendo a mim mesma que nunca mais ia ver um jogo de futebol (revolta com a derrota do Vila para o Goiatuba). É claro que nem eu mesma me levo a sério nessas horas... Então, eis que me lembro no caminho de volta que às 16 horas o Santos enfrentaria o Corinthians. Pensei: vou dar só uma espiadinha e depois vou tirar um cochilo. Não consegui. Que jogo foi aquele? Quem é esse Robinho? Quando a gente acha que conhece tudo o que o garoto pode fazer, ele nos surpreende. E alguém aí viu o Tevez lá no jogo? Porque eu bem que procurei, mas não consegui encontrá-lo. Acho bom o argentino fazer logo algo que preste, senão vou continuar dizendo que o Gil é melhor que ele.

* No livro de F-1 que estou lendo, que é do Lemyr Martins, o senhor Enzo Ferrari (esse mesmo; o cara que criou aquilo que hoje, aliás já há alguns anos, é a maior escuderia do mundo) fala sobre os pilotos que sua equipe teve. Comenta que fulano era assim, sicrano foi assado. Um foi o mais impetuoso, o outro o mais técnico. Não me lembro quando foi que ele morreu. Acho que no final da década de 80. Ele fala de Juan Manuel Fangio, Gilles Villeneuve, Niki Lauda... Nessa altura do livro, fiquei imaginando: se Enzo Ferrari tivesse visto Schumacher pilotar (e ganhar todos os títulos possíveis e imagináveis pela Ferrari), como o definiria? Mas eu sequer pensei em como o velhinho definiria o Rubinho...

* Porque a gente não pode criar as nossas coisas? Nada disso que está aí é novo... Pode até ser pra cá, mas as idéias não têm nada de original.

* Olhe só! Entre comprar um livro de política ou um de esporte, advinha... Comprei o de política!

* Ainda não vi o Falcão jogar...

sábado, 12 de fevereiro de 2005

"And if the answer is no
Can I change your mind"

"Well, somebody told me
You had a boyfriend
Who looks like a girlfriend"

Ai, ai... Essas musiquinhas têm me embalado nas últimas semanas. The Killers é muito bom. Só não é melhor do que docinho de leite ninho e folga na quinta-feira. Minha mãe mandou um monte dessas guloseimas pra mim, pelo meu irmão que foi em Itumbiara. Um dia antes da minha folga ainda fui no campo ver Goiás 0 x 0 Itumbiara. O Iúna deu show e eu quase morri de ver um jogo tão ruim. Ontem e hoje meu bom humor surpreendeu a todos. Desse jeito parece que eu sou uma menina ranzinza e o fato de estar bem humorada precisa ser comemorado. O particular bom humor, no entanto, não tem fundamento algum. Não arranjei um novo amor correspondido, não recebi um aumento no trabalho, minhas férias não estão chegando, não fui para Itumbiara, não recebi uma boa notícia... Ou seja, estou de bom humor porque sou boba alegre mesmo.

Vou trabalhar o fim de semana inteiro e segunda começo o tosco cursinho teórico do Detran. A Lídia já me falou que é tosco e vou ter que ter paciência para agüentar.

Quero ficar de mau humor agora!

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2005

22 horas. Coloquei umas roupas para lavar. Desta vez, para não demorar muito, coloquei menos roupas e no nível médio de água. Senão, ninguém agüenta; a máquina não termina de lavar nunca. Troquei a calça por um shorts, a camiseta por um top e calcei um tênis. Desliguei o som. Liguei a televisão. Desfile de escolas, Carnaval na Bahia, filmes, jogo de tênis (Gaudio x Gonzalez). Não, jogo de tênis hoje não. Tirei a lasanha do congelador. Pronto! Esteira no lugar: 20 minutos de caminhada. Fiquei muito feliz de usar a esteira pela segunda vez em quase cinco meses. Desta vez, lembrei de tudo. Peguei o controle remoto, o celular e a garrafinha de água. Terminados os 20 minutos, alongamento. Agora é só pôr a lasanha pra assar e comer sem arrependimentos. No fim da refeição, a máquina me avisou que as roupas estavam limpas. Desliguei e fui dormir. Estou sozinha em casa. Vou ver se faço esteira hoje de novo. Foi assim o meu domingo de Carnaval...

domingo, 6 de fevereiro de 2005

Feriadão de carnaval. Trabalho. Jogo do Vila que foi uma canseira. Achei que a briga ia ser generalizada. Achei que a torcida ia começar a brigar também. Que eu ia começar a dar uns socos no Lessa. Que o juiz ia apanhar pra caramba. Felizmente não aconteceu isso, até porque eu queria sair viva pra contar a história e também não tava afim de cobrir tudo isso. Já passei por todos os sites possíveis e imagináveis. Ágatha chamou pra ir ao cinema, aceitou assistir "Meu tio matou um cara" mesmo no Ritz. A Lídia está desaparecida. Se der as tais 48 horas (ou são 24) eu posso comunicar a polícia. Leio o mesmo blog mil vezes. Meu livro iniciado está ali em cima. Foi só desencantar que o Tevez já foi cair na farra. Marcou o primeiro golzinho e foi pro sambódromo. Ele é que sabe aproveitar o Carnaval. Ainda bem que ele caiu no samba. Assim aprende pra poder comemorar melhor os gols. O Flamengo terminou o primeiro turno na última posição do grupo dele. Sofrimento pouco é bobagem. Quinta-feira tenho que ir assistir ao jogo do Itumbiara. Não quero mais escrever. Essa música eu já repeti muitas vezes: Accidentally in love, Counting Crows. Será que eles estão falando a verdade? Meu irmão está onde eu queria estar. Por um milagre, chamado Lourdes na verdade, minha geladeira está abastecida. Acho que vou mesmo é ficar em casa pra comer tudo o que tem lá.

sábado, 5 de fevereiro de 2005

Eu já vi esse filme: questionamentos sobre o futuro da música eletrônica (desta vez, é por causa do lançamento do quinto disco dos Chemical Brothers), os "grandes" do Rio se afundando, não poder passar o feriado em Itumbiara, todo mundo louco no Carnaval e nada de interessante pra fazer.
O ano começa na próxima quinta-feira, depois do Carnaval. Mas parece que já aconteceu tanta coisa do dia 1º de janeiro pra cá...

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2005

Eu queria...

Ser a Cinderella
Ter um carro
Escrever melhor
Jogar truco
Criar pautas boas
Gostar de você
Saber dançar
Tocar violão
Comer pastel
Acertar no alvo
Ter um cachorrinho
Ver minha mãe