Paula Parreira

repórter + esportes + música + Itumbiara + jornal + Goiânia + futebol + mostarda + dorminhoca + tênis + blog + Guilherme + família + óculos + café + fotos + Pateta + O Popular + marshmallow + amigos

sábado, 30 de abril de 2005

Troquei a cama de lugar. Comprei um sapato diferente dos que tenho o costume de usar. Mudei a musiquinha do celular. No Serra, não assisto ao jogos no meu antigo lugar preferido. Alterei o horário de acordar. Pra mais tarde, claro. Depois de um bom tempo, troquei os cds do meu som. Nova trilha sonora. Não deixo mais a chave onde sempre deixava. Troquei a armação dos óculos. Mas tenho a impressão de que não são essas as mudanças que eu realmente tenho que fazer.

Não quero mais sair e ficar calada o tempo todo. Quero encostar os pés em alguém e poder abraçar quando der vontade. Minhas manias precisam ser conhecidas por outra pessoa, além de mim. Quero conversar sobre coisas diferentes e me interessar por assuntos que não sejam os meus. Sabe qual é meu hábito mais recente? Ler o jornal enquanto almoço. Preciso ser salva. E o pior é que só eu posso fazer isso. Tenho que ser salva por mim mesma.

Enquanto o filme não começava, liguei pra papai. Ele estava ocupado. E agora? Só me restou colocar o celular no silencioso e esperar. Depois, papai me ligou. Dois minutinhos de conversa, meu ônibus chegou e tive que desligar.

Nossa, acho que surtei! Amanhã estou de férias. Último dia de trabalho...

sexta-feira, 29 de abril de 2005

Li uma tirinha do Garfield outro dia. Como não sei colocar imagem aqui, vou colocar só o monólogo do gatinho mesmo. É legal!

1º quadrinho
Com as bochechas cheias, Garfield diz: "Você tem que conhecer os seus limites."

2º quadrinho
Garfield: "Eu, por exemplo, só consigo comer..."

3º quadrinho
Garfield: "... até a comida da casa acabar."

Acho que a gente não deveria ter limites para: amar, ser amigo, sorrir, dançar, comer (como o Garfield), se divertir, sonhar, brincar, dormir, aprender, cooperar, descansar, cantar, desejar o bem, beijar e abraçar.

***

Amanhã é o último dia de trabalho aqui no jornal. Minhas férias chegaram. Nada programado. Devo ficar em Goiânia na primeira semana e depois quero ir para Itumbs ficar com a minha família. Ouvir muita música, ver muitos filmes, ler os livros que eu não consigo ter tempo para ler, dormir demais, ajudar meu pai, ficar à tôa na minha avó, fazer um monte de palavra cruzada com meu avô, ver meus primos e ficar perto deles, rever minhas amigas de lá, ir para o clube, comer muito e fazer umas compras.

A atualização no blog vai ficar comprometida, porque não tenho pc em casa. Mas prometo atualizar sempre que der. Agora que acostumei com meu blog, não vou conseguir ficar sem escrever aqui. Amanhã, saio de férias depois de um joguinho do Vila.

terça-feira, 26 de abril de 2005

Superficial: relativo a superfície; pouco profundo, que fica na superfície; que não aprofunda os assuntos; que observa ligeiramente, por alto, sem meditar; pouco vasto ou profundo; que não é sólido; ligeiro; que não toca a base, o mais importante; de pouca importância; que está mais próximo da ou na superfície

Superficialidade: caráter do que é superficial; superficialismo; observação ou assunto de pouca importância ou profundidade

***

Escrevo cartas que nunca envio. Detesto encartes que não trazem as letras das músicas. Não demoro para tomar banho. Fiquei sabendo que eu sou superficial. Tenho dormido muito tarde. Este blog é sobre mim.

Nestes últimos dias eu coloquei mais fotos no meu mural, comi Twix, vi o Valtinho jogar de perto, ouvi Belle and Sebastian, não reconheci meu quarto de tão desarrumado, comi estrogonof, o Édson Gaúcho foi para o Goiás, a Renault e o Alonso ganharam mais uma (e quem aí disse que a escuderia não seria a surpresa do Mundial-05, hein?), nosso pacote de tv a cabo diminuiu e agora não tenho mais ESPN e ESPN Brasil (mas ontem eu assisti a esses canais normalmente), tomei capuccino quente, disse "eu te amo", dormi com a janela aberta e não criei meu arquivo do Brasileiro.

O Bossacucanova vai tocar com o Groove Armada, nos Estados Unidos. Meu irmão comprou o Campeonato Brasileiro e agora a televisão queimou. Não conheço Modest Mouse (e este é um trabalho para a super Mariana).

Tem essa música: "Eu só queria me casar / Com alguém igual a você / E alguém igual não há de ter" - No recreio, da Cássia Eller.

segunda-feira, 25 de abril de 2005

O final de semana mais incrível do ano até agora não começou tão bem. Uma noite mal-dormida, com muita tosse e dor de garganta. E tinha minha mãe pra dizer que era louca de ir para Brasília naquele estado. Mas eu não desistiria nunca de um show esperado desde janeiro: o do Placebo, na capital federal. A gente não era da turma do ônibus e formamos a nossa turma: Lourdes, Pedro, Andrea e eu.

Chegamos cedo e fomos comer. Ficamos perdidos em Brasília, claro, mas chegamos ao local do show antes das 19 horas. Portões fechados. Aproveitamos para comprar camiseta, rir das histórias e personagens do ônibus e beber uma. Fiquei de fora da parte do "beber uma". Eu sabia que não dá pra ficar louca com a combinação anti-inflamatório + cerveja. Isso só cortaria o efeito do remédio. Mas eu realmente não estava afim de que isso acontecesse. Queria melhorar. Ou, pelo menos, não piorar.

Cinco bandas tocaram antes do grande show. Enquanto elas não começavam, sentamos e jogamos conversa fora. O que fez o passeio ficar muito legal foi a companhia dessas três criaturinhas bacanas. Valeu mesmo, Lourdes, Andrea e Pedrinho. A primeira banda foi sofrível. Uma tal de Super Quadra. Depois, dancei em pé no banquinho ao som da ótima Sapatos Bicolores. A próxima ainda foi pior que a primeira. E o pior: foi a que ganhou a seletiva. Chama-se 10zero4, composta por uns caras e uma menina, que ouviram muito Rage Against The Machine na adolescência.

A outra banda, Suíte Super Luxo, eu nem ouvi. Eu e Lourdes encontramos um estande da Claro que tirava foto da gente com o fundo rock que a gente escolhesse. Nos entretemos com poses e looks em frente ao cromaqui até o show da Valentina. Gostei deles e nunca os tinha visto tocar em Goiânia. No meio da multidão (uma "multidinha", na verdade), encontrei minha amiga Pri. O pessoal da organização fez um coisa muito legal antes de o Placebo tocar. Rolou uma vinhetinha intitulada "A moda do rock" no telão mostrando as músicas, bandas, cantores e tendências das décadas de 50 até 90. Elvis, James Brown, Beatles, Rolling Stones, Jimi Hendrix, Bowie, Smiths, Strokes, White Stripes, Franz Ferdinand...

O relógio marcava 0h15 quando o Placebo entrou no palco. Cerca de uma hora e meia de um show maravilhoso, lindo, mas não muito animado. Natural. Eles alternam músicas dançantes e empolgantes com outras nem tanto. E não tinha tanta gente assim. Os meninos até acharam que não, mas eu continuo com a impressão de que foi um fiasco de público. Fiquei num lugar bom: nem muito perto, nem longe e deu para dançar e pular à vontade.

Eles abriram com Taste in men, emendaram The bitter end e não me lembro muito bem a seqüência. Sei que logo veio Every you Every me, um dos pontos altos do show, lógico. Animei mais com This picture (a preferida) e English summer rain. Umas muito legais foram Pure Morning, que ficou a mais diferente de todas da versão de estúdio, e também adorei 36 degress, que eu não gostava muito e ficou linda. Estava faltando alguma coisa quando eles deixaram o palco. Voltaram e cantaram uma música que eu não conheço. Daí vieram as duas que encerraram o show: a da Mariana (Teenage Angst) e a do Rodrigo (Nancy Boy). Lessa, eles não tocaram You don't care about us.

E eles tocaram todas as outras do show: Special K, Without you i'm nothing, Twenty Years, I do, Protect Me... Depois do show, nem vi a viagem de volta passar.

sexta-feira, 22 de abril de 2005

Estou indo para o show do Placebo, em Brasília. Volto contando as novidades. Munição para o show: animação + músicas prefereidas na ponta da língua + amigos + energia.

quarta-feira, 20 de abril de 2005

Antes de vir para o jornal, assisti ao filme O casamento do meu melhor amigo. É, eu adoro esse filme. "I say a little prayer for you / Forever and ever you'll stay in my heart / And I will love you". Lindo! Mas sempre que eu assisto é igual quando eu leio Romeu e Julieta. Parece que eu sempre espero por um final diferente. Parece que o Michael vai se casar com a Julie e Romeu e Julieta vão ficar juntos. Loucura mesmo... E eu não quero, pelo menos, dançar no final. Como a Julie faz.

Estou exausta e não vejo a hora de minhas férias chegarem. Mas, mesmo cansada, estou pronta para o show do Placebo no sábado. Falcão voltou para o futsal, o Vila não contrata técnico logo e hoje tem jogo de basquete. Hoje choveu. Tô meio derrubada por causa de gripe também. Esse lance do Falcão me deixou chateada. Ele fala da posição do Leão de não falar as coisas com ele e falar para a imprensa, mas acabou fazendo a mesma coisa. O Leão foi mesmo de má vontade com ele, eu acho, mas ele tem que entender que sua contratação foi imposta pelo presidente do São Paulo (isso não tem como negar). Ele faz bem em voltar para o futsal, de onde nunca devia ter saído. Filemon voltou a comentar meu blog!!! Já tava na hora né Fi? O Federer perdeu. Minha mãe chega amanhã. Bem-vinda!

sábado, 16 de abril de 2005

Não passei. E eu não sei lidar com derrotas.

sexta-feira, 15 de abril de 2005

É amanhã. A minha prova de direção. Hoje fiz a última aula e foi tudo bem. Não consegui fazer todas as rampas. Mas é o seguinte: eu só preciso fazer uma, umazinha só, lá na hora. Eu vou, ponho primeira, subo, páro o carro, saio, dou um alôzinho para o examinador que fica de fora, ele põe um carimbinho lá, ou escreve alguma coisa (não sei), e pronto. Daí eu vou, faço baliza, dou uma voltinha no quarteirão e pronto! Sou uma nova motorista. Eu sei, eu sei... Não é tão simples assim. Hoje meu instrutor me disse o seguinte: "Ficar nervoso é normal. Só é preciso controlar o nervosismo." É isso que eu vou fazer. Agora eu vejo o quanto é importante fazer ioga ou tai-chi-chuan (não sei como escreve isso). Hoje vou acender uma velinha, ligar para todo mundo que possa fazer uma oraçãozinha por mim (minha tia, minha mãe e minha avó) e amanhã vou com um pingentinho que ganhei da pessoa mais especial do mundo e uso sempre em momentos assim.

terça-feira, 12 de abril de 2005

Fiquei hipnotizada. Aos 15 minutos do segundo tempo, o jogo era muito bom. As torcidas não ficavam o tempo todo em festa, mas neste momento as duas partes do estádio (a verde e a vermelha) se agitavam. Não dava para entender direito o que elas diziam, já que os gritos se misturavam. Acho que era um "Um, dois, três. O Goiás é freguês" e um "Ão, ão, ão. Segunda divisão." Não sabia em qual direção olhar. Não sabia se anotava algum lance de perigo, se observava a festa nas arquibancadas ou acompanhava a disputa de bola no meio-campo. Muita gente fica surpresa quando eu conto, mas foi meu primeiro clássico Goiás x Vila no Serra Dourada. E em finais. O primeiro jogo entre os dois times que eu assisti (acreditem!) foi o primeiro clássico deste ano, no dia 16 de janeiro. Sério! Quando eu trabalhava na rádio, não cheguei a cobrir clássico algum. Não me interessava tanto e gostava de fazer reportagem de times visitantes. Torcida, nem pensar. Morria de medo de estádio em dias tumultuados (até hoje tenho um pouco). Em finais, eu só estava aqui em Goiânia em 2001, mas não fui. Acho que foi por isso que gostei tanto do jogo de domingo.

***

Além disso, a nossa cobertura foi muito legal. Gostei do que eu fiz e achei que ficou bom. De vez em quando, eu esqueço de colocar alguns detalhes no texto do jogo e preciso ficar ligando na redação depois para o Tião acrescentar. Isso é desatenção e não pode acontecer. Mas os detalhes do jogo no jornal ficaram muito legais. Parabéns pra todo mundo que trabalhou. E se preparem para o segundo jogo! Eu acredito que o desafio é não deixar o caderno repetitivo. E vai ter a festa depois do jogo. Eu tenho um pouquinho de medo, mas acho que vai ser legal. Pra quem eu torço nesta final? Humm...

***

Mais uma semana corrida. Muita ansiedade. Com a minha prova e com a cobertura do segundo clássico da final. Uma notícia boa do meu pai. Irritação. Minhas férias estão chegando. Quero estar com carteira de motorista até lá. Tenho medo de não passar na primeira e depois ficar um ano tentando passar. Não vi Real x Barça. Nem o começo da final entre Minas x Banespa. Nem a Daiane. Não li o jornal que eu assino. É duro a gente se sentir injustiçado. Pior ainda ser ridicularizado. Mas tem gente que perde mesmo a oportunidade. E ainda não sabe se comportar depois disso. Parece que não aprende. Fiquei surpresa com um coment. E com outro. E com outro. Mas mais surpresa mesmo com aquele. Meu gravador faz reflexo no olho do entrevistado. Posso usar essa artimanha quando for falar com alguém chato. Hoje é aniversário de um novo amigo, que ainda não conheço. Feliz Aniversário! A partir de agora não chove mais não? Tem gente que não me escuta. E eu detesto isso. Fui no jogo do Marcelinho também.

sábado, 9 de abril de 2005

Parece que eu vivi um mês em apenas uma semana. Nossa, estou exausta, fisica e psicologicamente. O que eu tiro disso tudo? Mais confiança em mim mesma, sobretudo. Fiquei triste, feliz, otimista, ansiosa, cansada, insone, dolorida e triste. Me senti querida, capaz, impotente, esgotada, sem forças, fortalecida, emocionada, frágil e sensível. E tudo ao mesmo tempo, sabe? Ontem, quando tudo terminou, dei uma olhadinha no espelho. Mas parece que eu estou até mais magra...

Sofro muito por conta de pouca coisa. Não era pouca coisa, era algo muito importante. Eu só não devia me envolver tanto. Mas me envolvi. E quero sair fortalecida. Acho que consigo. De verdade. E passei a gostar mais ainda de uma pessoa que é muito importante pra mim (olha que eu já gostava muito). Sabe aquela coisa de amigo meio distante que vale mais do que mil pessoas ao seu redor? É assim. Obrigada! Muitas vezes você me faz perceber que as pessoas podem gostar de mim assim mesmo, que eu posso conseguir tudo o que eu quiser, que nem sempre as pessoas me enganam, que algumas falam a verdade.

E o tanto que eu trabalhei? E as minhas aulas de direção? É muita coisa pra uma pessoa só. Acho que vou fazer a prova na semana que vem. Baliza tá tranquilo, mas a rampa... Acho que tem algum problema com esse carro. Ele apaga na rampa. Hehehe...

quarta-feira, 6 de abril de 2005

Tenho medo de pintar o cabelo e ficar feio. Também tenho um pouco de medo de mudanças. É tão difícil guardar segredo de uma coisa que você quer contar pra todo mundo. Tenho pânico de tempestade. Daquelas com relâmpago e trovão. Não sei, só sei que foi assim. Durmo com o meu Pateta de pelúcia e nenhum outro pateta por perto. Num canto do meu quarto, uma bola de vôlei. Nas gavetas, algumas camisetas de futebol. Na estante, coleção de cadernos de esportes. No mural, fotos de entrevistas com Washington, Falcão, Dante, Nalbert, Marquinhos (um que jogava no Guarani) e uma foto com Lourival Roldan. Tenho assinatura da Placar. Já li livros de futebol, automobilismo, vôlei e um livro de auto-ajuda só porque era de um nadador. Pra quê tudo isso? Se eu não sei nem aonde isso vai me levar... Podia ser para algum lugar bom. Será que vale a pena?

E para não perder o costume...
Alguém na torcida gritou: "Vamos Roger! Acorda!". E ele acordou mesmo. Como a atualização agora é meio esporádica, nem comentei do jogo do Federer contra o Nadal. Tudo bem que nem parecia o cara, mas o jogo foi muito bom. Federer errou demais, mas reagiu. Foram as três horas e meia mais bem gastas do meu domingo de folga.

sábado, 2 de abril de 2005

Não sei como alguns jornalistas conseguem saber de tudo, conhecer todo mundo, lembrar de dados remotos, assistir a tudo e se informar sobre tudo. Será que eles sabem profundamente sobre tudo o que eles falam? Eu nunca (mas nunca mesmo) consigo ler tudo o que deveria, assistir tudo o que quero na televisão... Jornalista tem mesmo que ser ninja. Os caras são meio pedantes e acham que sabem tudo, mas eu piro. Quando eu vejo o Marcelo Barreto, o tal do Escobar, até mesmo o chato do Renato Maurício Prado, o Paulo Vinícius Coelho e o Juca Kfouri comentarem fico pensando em como eles fazem. Pensa bem: eles falam com toda a sabedoria do mundo sobre todos os campeonatos regionais, os campeonatos europeus, bastidores, outros esportes além do futebol, etc. Para isso tem que, no mínimo, ler uns três jornais por dia (eu não consigo ler nem dois direito, tem dia que leio só um ou nenhum, e mesmo assim não é inteiro), assistir as mesas redondas (ninguém merece) após as rodadas, ver os programas de debates, ver entrevistas, etc. Sem contar o mais importante: eles devem assistir uns dois jogos ao mesmo tempo e ainda ver os VTs dos outros da rodada. Eu quase nunca vejo os programas da televisão, fico com uma revista na bolsa uma semana para conseguir ler inteira.

Ontem, por exemplo, se eu fosse assistir tudo o que eu gostaria teria que ser três. Estava vendo ao mesmo tempo um filme (que eu já tinha visto, por isso ficou mais fácil), Brasil x Bolívia pelo sul-americano sub-17 e Cleveland x Kings. Ainda tinha o jogo de tênis do Nadal, que eu não vi porque não era o Federer. Daí amanhã tem F1 e vou ter que acordar cedo se quiser assistir. Hoje tem jogo do Vila e a matéria tem que ser boa. Ufa!

Aliás, o Federer está em mais uma final (acho que é a quinta neste ano né?). O cara só perdeu uma partida em 2005. Assisti Winbledom (o filme, não o Grand Slam que não está na época). O Osasco ganhou o jogo hoje por 3 a 0 e fez três jogos a zero no playoff. É campeão brasileiro. Bom demais. Isso porque eu estou com raiva do Bernardinho. Acho que nem vou mais assistir Momento Olímpico pra não ter que escutar o cara. Ele disse depois que perdeu o segundo jogo: "Eu já ganhei demais. Tem horas que os outros têm que vencer." Podia ter passado sem essa.

Hoje é aniversário do meu amado paizinho, que eu amo tanto. Comecei a fazer aula de direção. Estou com dor nas costas. Fui na London ver o Lúcio Ribeiro tocar, com direito a Killers, Strokes e Franz Ferdinand no set list. Tudo de bom, não? Hoje tem reuniãozinha da galera da formatura, mas não sei se eu vou. Comi pizza ontem. Eu caio em todas as piadinhas de 1º de abril. O Wilton é que deve ter ficado com raiva do Dia da Mentira. O Aldo não acreditou nele (que queria uma entrevista por telefone) e ele teve que ir lá no Itatiaia pra falar com o cara. O zagueirão achou que não era repórter e sim que era o Edmílson curtindo com ele. Fala sério! E que bom que Rodrigo e André voltaram a comentar meu blog!!!!