Paula Parreira

repórter + esportes + música + Itumbiara + jornal + Goiânia + futebol + mostarda + dorminhoca + tênis + blog + Guilherme + família + óculos + café + fotos + Pateta + O Popular + marshmallow + amigos

terça-feira, 31 de maio de 2005

Desfibrilador deve fazer milagres. Só pode! Jogador caiu em campo, chama o desfibrilador. Dor de cabeça, desfibrilador. Ligamento rompido, desfibrilador. Unha quebrada, desfibrilador. O noticiário de segunda-feira girou em torno dos desmaios do Jean, do Flamengo, no clássico Fla-Flu. E o pessoal queria porque queria o negocinho pra socorrer o cara. É claro que a presença do aparelho nos campos é necessária. Nem há o que discutir. Mas o Jean teve uma crise de hipoglicemia e o coraçãozinho continuou normal.

Vendo os debates de segunda na ESPN, todo mundo criticou a posição do cardiologista do Flamengo, por ter dispensado a ambulância e permitido a volta do jogador ao campo. Tudo bem que voltar para o jogo era perigoso. Mas um cara lá no debate (hehehe...) e um colega dele disseram que era um absurdo o médico não entrar em campo com o tal do desfibrilador. E ele ainda completou: "Eu duvido que houvesse um desfibrilador lá." Eu acho tudo isso um exagero danado. O médico viu que não era problema cardíaco, viu que o Jean estava respirando e dispensou a ambulância sem problemas. E o carro entrou em campo imediatamente pra prestar socorro. Mas os caras têm que criticar. Gratuitamente muitas vezes.

Além disso, em meio à dúvida se havia ou não o tal aparelhinho no campo, o cara disse: "E é bom a gente ter um retorno de Volta Redonda, senão a gente vai ficar aqui discutindo até 23h sem saber se tinha o desfibrilador." Ah gente... O mínimo que um jornalista tem que ter, antes de emitir suas opiniões, são informações. E a gente tem que ir atrás delas e não esperar que elas cheguem até nós. O negócio foi no domingo e o cara teve até a segunda à noite (horário do programa) para se informar.

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E uma do Alex Escobar, no Tá na área, que eu nunca tinha visto. A notícia era que o Luiz Carlos Ferreira foi contratado para novo técnico do Guarani (e eu, assim como grande parte dos telespectadores, nem imagina quem seja esse treinador). Alex diz: "É um técnico de métodos controversos. Já conseguiu bons resultados. Mas o Guarani troca demais de técnico, hein!" Eu adoro esse jornalismo esportivo. Disse, disse, e não disse nada.

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O Juca Chaves fez uma pergunta para o Roque Júnior: "Você acha que a unificação das duas Alemanhas modificou o futebol no país?" O zagueirão deve ter tremido nas bases, mas até que se saiu bem. Tô brincando... É preconceito achar que jogador algum não consegue responder algo que tenha alguma conotação política. Depois, o Juca emendou uma pergunta sobre xenofobia.

segunda-feira, 30 de maio de 2005

Férias. Um dia elas acabam. Será que eu vou achar muito chato, na quarta-feira, quando eu for trabalhar de novo? Saldão das minhas férias: dez dias em Goiânia e o resto em Itumbiara, dois shows, um livro lido (Jornalismo Cultural, do Daniel Piza), muito tempo com pai e mãe, últimos dias com Claudinha antes da viagem, carrinho novo, três jogos de futebol apenas (pela tv) e cinco cds novos gravados. Não sei se descansei muito. Não dá pra desligar. Continuei lendo os jornais (menos, é verdade), atualizei meu arquivo do Brasileirão o tempo todo e colegas me ligaram para pegar contatos ou informações. Agora, estou de volta.

Nunca tive o hábito de adormecer em frente à tv, mas agora com a televisão no quarto... Ontem não penteei o cabelo e ele ficou bonito, mesmo sem chapinha. Peguei o livro do Diogo Mainardi pra ler. Só por ler, porque não gosto dele. Não vai dar pra desfazer as malas. Meu irmão disse que a letra da música dos Engenheiros não é certa. Falou que não deve ser "Somos quem podemos ser" e sim "Somos quem queremos ser". Outro dia escrevi que são corajosas as pessoas que desistem da vida ou de parte dela. Um amigo concordou, outro não. É que desistir do que temos de mais precioso é um ato de coragem, sim. Não quis questionar o valor que a vida da gente tem e o quanto é difícil enfrentá-la.

quarta-feira, 25 de maio de 2005

Estou vendo a caixa Anthology, dos Beatles, que tem cinco dvds (10 partes). Portanto, vão ter que me agüentar falando deles mais um pouquinho. Terminei a terceira parte ontem, o que significa que estamos em 1964. Eles já conquistaram o primeiro lugar nos Estados Unidos e foram fazer shows lá. Também cantaram na Alemanha, em Hong Kong, na Austrália e em outros lugares. Quatro garotos empolgados com a fama mundial. Como estava dizendo outro dia, eu gosto da primeira fase da carreira deles. Então, acho que vou gostar pra caramba dos dois primeiros disquinhos. Passo o tempo me deliciando com From me to you, Love me do, I wanna hold your hand, Please please me, I saw her standing there, All my loving... Os carinhas sabiam das coisas. Só não entendo o que o Lennon tem de tão fascinante. Ele parece ser o mais tímido, irônico e chatinho. Mas tem o sorriso mais bonito. Paul é o canhoto, lindo e simpático. Meu pai acha que ele é exibido. George é orelhudo e dono dos solos de guitarra. Além disso, acho que ele é o mais engraçado. O Ringo é só narigudo mesmo. E é um pouco engraçado também. Será que era chato ser o Ringo Starr?

domingo, 22 de maio de 2005

Você já teve o prazer de entrevistar um grande ídolo? Eu tive, na semana passada. Não é um grande ídolo comum. O nome é super simples: Paulo Roberto da Silva. Mas podem acreditar: ele já fez coisas mais legais e mais importantes do que muita gente famosa por aí. Por exemplo? Pular o muro do estádio Olímpico para ver algum jogo do Goiatuba pelo Goianão. Ou ir, sozinho, ao show do Rick Wakeman, no Rio de Janeiro. Também foi coroinha de igreja e repetiu, três vezes, a 8ª série: "Me pegou num época de malandragem e preguiça de estudar." Aos 51 anos, ainda tem muito fôlego pela frente e quer ir ao show dos Rolling Stones em janeiro. A entrevista rolou ao som do disco novo do Modest Mouse (Good news for people who love bad news), que não agradou muito não. "Não é da minha formação." Sua formação vem dos anos 60 e 70 (leia-se Led Zeppelin, Beatles, Black Sabbath, Pink Floyd...) Adivinhem? Eu entrevistei... o meu pai.

Paula Parreira - Você já foi bancário e agora é comerciante. O que você acha que as duas profissões têm em comum?
Paulo Roberto - Acho que a dedicação que tenho que ter nas duas é igual.

PP - O que mais te impressionou quando você conheceu a mamãe?
PR - Nos conhecemos num barzinho, em 1976. Ela era (ainda é, né) só um pouco mais nova do que eu, mas a juventude dela foi o que mais me impressionou. E, claro, ela também era bonita.

PP - Por que o mundo do rock é tão fascinante?
PR - Na minha juventude, acho que era por causa do jeito de vestir, os cabelos compridos, as barbas grandes. Isso me cativava. A mensagem das músicas, os solos de guitarras e eu gostava muito da bateria também.

PP - A melhor banda de todos os tempos foi o Led Zeppelin?
PR - Não, foram os Beatles. Pela qualidade das músicas deles. Os Beatles vieram primeiro. Só depois é que surgiram e eu passei a gostar de Led Zeppelin, Pink Floyd, Black Sabbath...

PP - Qual foi o primeiro disco da sua vida?
PR - Fui eu quem comprei. Foi o Satisfaction, dos Rolling Stones.

PP - O que você sentiu quando os Beatles começaram a se desintegrar?
PR - Uma tristeza danada. Mas a gente ficou sabendo devagar. Não foi de repente. A gente já sabia que estava mais ou menos descanbando quando, em 1970, eles anunciaram o fim da banda.

PP - Qual era o seu Beatle preferido?
PR - O John Lennon. Ele tinha um comportamento diferente, radical e transmitia uma mensagem de paz.

PP - Sua música preferida dos Beatles...
PR - Hey Jude. Pra mim, é a mais bonita.

PP - Qual a formação do Fluminense que você mais lembra com saudade?
PR - É o time de 1973, 1974, que tinha o Rivelino e acho que o Gil. Mais pra frente tinha Washington e Assis, por volta de 1978. Os dois foram campeões cariocas umas duas vezes jogando juntos.

PP - Onde você estava e como comemorou o tricampeonato em 1970?
PR - Estava em Goiânia, assisti ao jogo no antigo Bairro Popular e fomos para a Praça do Bandeirante comemorar, correndo pelas ruas do Centro de Goiânia.

PP - O que ainda falta conquistar?
PR - Eu quero tão pouca coisa. Não quero muita coisa da vida mais. Só uma casa melhor e um carro melhor, um pouco mais de conforto. Agora vocês já estão formados. Se fosse um tempo atrás, eu ia dizer que era a realização de vocês, profissionalmente, o que ainda quero.

PP - Dos cachorrinhos que a gente teve, qual você achava mais bacaninha?
PR - O Piti. Foi o que durou mais, né? O Lupi tinha aquele jeito estranho, não gostava da gente. E o Bili durou muito pouco tempo.

PP - O show do Rick Wakeman foi o único que você viu de banda internacional?
PR - Foi. Foi no Maracanãzinho, que estava lotado, e eu fui sozinho. Era excursão de formatura e, enquanto o povo visitava o Corcovado, eu fui para o show.

PP - O que você está achando desse disco que a gente está ouvindo (o novo do Modest Mouse - Good news for people who love bad news)?
PR - Mais ou menos. Não gostei muito não. Não é da minha formação, né?

sexta-feira, 20 de maio de 2005

Notícias de Itumbscity! É impressionante como um bebêzinho contagia toda a família. Minha prima vai ter nenê e agora eu já sei tudo sobre pagãs, bercinhos, mijõezinhos, roupinhas, bicos e fraudas. Todas as conversas na minha avó giram em torno do Luquinhas, que vai chegar. Daí fui pra casa da Polyana, que também está grávida, e a gente só falava da chegada da Geovana (que tem um quartinho todo enfeitado das Meninas Superpoderosas). Daí fiquei perguntando pra minha mãe sobre a minha chegada: se o Dani ficou com ciúme, se teve algum probleminha, sobre a minha pediatra, sobre tudo...

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Ouvi um pouquinho do disco novo do Modest Mouse. Gostei de Bury me with it, The view, Float On, The Good Times Are Killing Me e This Devil´s Workday.

terça-feira, 17 de maio de 2005

Querem saber? Aqui é o meu lugar. Acho que quero voltar pra cá no final da vida. Também pode ser antes dele. Itumbiara é mesmo linda. Tive certeza disso sentada na Beira-Rio, tomando água-de-côco, com o meu pai do lado. Poucas cidades goianas têm um lugar belo como esse. Ali as pessoas se exercitam logo que o dia amanhece ou quando a noite chega. Local de casais apaixonados, onde muita gente deu o primeiro beijo, conheceu o grande amor, deu o beijo de despedida, trocou juras de amor e votos de cumplicidade. É lá que a gente aprende a andar de bicicleta, passeia de patins ou só encontra os amigos mesmo. E depois volta pra casa, feliz da vida...

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Uma família, um amor, um sonho, um ideal, um objetivo, um amigo, um lugar, um ídolo, até mesmo uma música ou um filme... Essas coisas têm o poder de nos manter vivos. Sempre achei que as pessoas mais corajosas são aquelas que desistem da própria vida. Ou de parte dela...

segunda-feira, 16 de maio de 2005

Eu não dava muita coisa pelo show do Capital Inicial aqui em Itumbiara. Mas também não precisava ter sido tão ruim, né?! Pra dar uma idéia, eu achei que a melhor música do show foi a última, quando eles nem tocaram eles mesmos, e sim I wanna be sedated, do Ramones. E o som estava péssimo. Mas todo mundo tem um dia de um show ruim na vida. O problema é quando eles se tornam freqüentes. Ainda bem que não é o caso. Depois fiquei pensando nos melhores shows que eu já fui...

# Placebo, em Brasília - Esse foi o melhor até hoje, porque foi muito esperado e foi a primeira (e única até hoje) banda de fora que eu vi...
# Toquinho, ano passado - Foi bem na época em que o Canto da Bossa, meu projeto de final de curso, estava acabando. Ele conta muita história e foi um show lindo...
# O Grande Encontro, acho que em 2001, em Goiás - Foi no Fica. O show foi muito bonito e muito animado. Dançar forró (e olha que nem sou muito de dançar) ao som de Elba Ramalho foi tudo de bom. E quando eles cantaram "Se você vier/Pro que der e vier/Comigo" foi lindo...

Outros shows bons foram Maria Rita, Los Hermanos e Nação Zumbi. É, já se foram os tempos em que, andando na rua, você poderia olhar pra cima de um prédio e dar de cara com um show dos Beatles.

E vocês? Qual o melhor show já visto?

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Ainda bem que estou longe de Goiânia nesta época de Pecuária. Queria estar lá só pra ir no Bananada, mas não vai rolar.

Meu blog não tem um nome. Os blogs dos meus amigos têm um nome, mas eu não sei como dar um nome ao meu. Primeiro, porque não sei colocar o nome aqui com este template, que eu arrumei por aí e não usei do blogger. E segundo porque eu não saberia que nome dar.

Achava que sempre usaria o termo folk para me referir ao Bob Dylan, mas agora comprei uma botinha estilo folk.

Falando em Dylan, ele lançou o primeiro livro da sua autobiografia. Vai ser uma trilogia e eu quero ler. Mas o que há com esse negócio de trilogia? Por que não lança logo o livro inteiro? Tudo agora é trilogia. Quando eu voltar para o jornal, vou fazer umas matérias em trilogia.

Ainda sobre o Dylan, comprei um cd velho do Wallflowers.

Falando em trilogia, será que a saga de Star Wars vai mesmo chegar ao fim? O terceiro filme da "trilogia-pré-antiga-trilogia" será lançado esta semana. O Darth Vader vai aparecer, o tal do George Lucas vai faturar pra caramba, já disse que é o último filme da série e todo mundo vai só falar nisso. Eu não entendo nada de Star Wars, não conheço os personagens, nunca vi um filme sequer. Mas o jornal que eu assino dedicou metade da capa (a capa do jornal mesmo) e duas páginas do caderno de cultura para o lançamento. Até agora. Preciso me familiarizar com os nomes jedis, Anakin, Luke...

E a depressão do Tevez hein? Coitadinho! Está isolado, com saudade da filhinha, da família, do Boca e do Passarella. Ai, me corta o coração...

Assisti Diários de Motocicleta. É legal, mas eu achei que ia ser mais emocionante.

quinta-feira, 12 de maio de 2005

Tô de férias, mas vou escrever uma coisinha do jornal. Lá, a gente criou uma coluna de opinião para o pessoal da editoria. Daí a gente reveza e escrever uns artiguinhos de vez em quando. Daí eu andei escrever umas coisas e escrevi um negócio que achei muito tosquinho. Como é muito tosquinho pra publicar no jornal, vou colocar aqui. Depois que escrevi achei meio piegas demais e tosco... Aqui pode colocar essas coisinhas mais ou menos...

Qual a origem disso?

Outro dia um colega repórter (o CR) me perguntou se eu gostaria de trabalhar em televisão (todo mundo me pergunta isso). Daí eu disse que quero trabalhar com esporte, não interessa o veículo. Daí ele me fez a seguinte pergunta: "Quando foi que nasceu essa vontade de fazer jornalismo esportivo e essa paixão pelo esporte?" Não soube responder na hora, mas fiquei mesmo tentando encontrar nas minhas lembranças o exato momento em que isso aconteceu.

Acho que foi quando competi pela primeira vez numa piscina olímpica. Deslumbrada com aquele tanto de água e mesmo com o pouco tempo de treino, não tive medo. Foram as duas primeiras medalhas da minha vida, nas provas dos 50m livre e dos 50m costas.

Também acredito que pode ter sido com a felicidade por ter alcançado a turma mais forte da academia. Todo mundo queria nadar na turma das cinco às seis. Cheguei lá e quando alguém me perguntava em qual turma da academia eu nadava, enchia o peito e respondia toda orgulhosa: "Na das cinco às seis. E você?"

Mas, pensando bem, pode ter sido lá pelos 12 anos, quando quis uma camisa do Flamengo de aniversário, ao invés de uma boneca ou acessório da Barbie qualquer. Teve também uma vez que pedi uma bola de handebol.

Não, mas não foi desta vez. Foi durante aquela aula de natação em que aprendemos a tal da virada olímpica. Não saí da piscina enquanto não consegui fazer a virada pela 1ª, 2ª, 3ª... 40ª vez. Quis ter certeza de que tinha aprendido, oras...

Mas acho que tive certeza mesmo de minha vontade de trabalhar com esporte naquela tarde em que, numa inversão de papéis, meu namorado ficou se arrumando para um casamento enquanto eu fui para o Serra Dourada ver Goiás e Botafogo debaixo de chuva. Aí sim eu tive certeza do que gostava de verdade.

Ou será que foi naquela época em que, aos 9 anos, eu matava aula para ver meu irmão jogar nas olimpíadas estudantis da cidade? Na verdade, tenho certeza de que foi quando acordei às 6 horas de um sábado para treinar natação.

Pode ter sido também quando saí dos Jogos Estudantis em Quirinópolis direto para Goiânia para fazer a segunda fase do vestibular. E se a mãe não tivesse me
obrigado, deixaria de fazer a prova para jogar a finalíssima. Também pudera: pela primeira vez o nosso time chegava à sonhada final depois de três anos de disputa.

Na verdade, acho que essa paixão por esporte, e agora jornalismo esportivo, se renova todos os dias. Não consigo descobrir quando foi que ela nasceu. Sei que é
mais forte a cada gol, cada jogo, cada drible, saque, cesta, ponto...

***

Os primeiros dias das minhas férias foram de problemas com minha carteira de motorista e dor nas costas. Morta de vontade de ficar em Itumbiara o tempo todo, só passei três dias por lá até agora. Mas volto amanhã ou depois para a fronteira. Nesses três dias fui numa festa ruim, ao cinema ver um filme que eu já tinha visto e só. Mas adorei mesmo assim, lógico! E volto pra lá para todos os churrascos, festas, boates e afins que rolar. Vai ser legal mesmo é no feriado...

Como lá não tem tv a cabo, acho que vai dar para eu me desligar um pouquinho. Aqui eu fico vendo jogo de tênis o dia inteiro. O melhor foi ver que o Juan Carlos Ferrero está de volta em ótima forma. O cara deu uma canseira no Marat Safin, ganhou de virada e ainda fez o jogo ficar super rápido, o que parecia impossível no saibro e ainda mais em Hamburgo. Hoje, quando saí do médico, tava passando Federer x Robredo (que eliminou o Guguinha ruinzinho). Deu vontade de correr pra casa e assistir. O que ainda não vi foi o tal francês Richard Gasquet jogar. Dizem que o cara é um fenômeno!

O Fifi voltou só para corrigir as minha falhas aqui no blog. Então aqui vai:
a Nadia Comaneci começou a surpreender o mundo em 1976, em Montreal (três
medalhas de ouro, uma de prata e outra de bronze; em 80, em Moscou, foram
duas de ouro e duas de prata. Mesmo se ela tivesse arrasado nos 80, os Smiths ainda seriam mais importantes, tá Fi?

segunda-feira, 9 de maio de 2005

Em tempos de confusão entre passado e presente (em que o novo é o velho), não ajuda nada saber que o Billy Corgan gravou um disco solo, canta Bee Gees nele e ao lado de Robert Smith (The Cure). E que o povo que era do Suede brigaram há muito tempo, reataram e agora são o The Tears, a nova banda de um primeiro disco. Mas tem uma coisa: baseada no relato deste blog de que os Smiths foram o que houve de mais importante nos anos 80 (pretensiosa não né?), a Universidade de Manchester fez da banda o tema de uma conferência por lá. Bem, o cara (um professor) responsável pela palestra disse que outras duas bandas poderiam ser temas também: Clash e U2. Parece que o debate em torno dos Smiths vai virar livro e uma cadeira sobre a banda será instituída na facudade.

sábado, 7 de maio de 2005

Podem começar com as piadinhas de que o trânsito de Goiânia está mais perigoso porque a Paula vai dirigir. Não tô nem me importando. O que interessa é que eu passei na prova do Detran...

sexta-feira, 6 de maio de 2005

Lá no fundo, bem no fundinho, tá tocando "Runaway Train", do Soul Asylum... Não sei mais o que escrever aqui. Ando com raiva do blog. É que eu fico pensando que estou mais preocupada em escrever sobre as coisas da minha vida do que em fazê-las acontecer. Mas hoje não é um dia bom, definitivamente. Ando com irritação com as horas. Por que é que toda vez que ligo a televisão tá passando jogo do Roddick ou do Nadal? A melhor coisa dos últimos dias foi descobrir que Carlos Alberto, Roger e Sebá não sabem bater pênalti. Tava gravando um cd outro dia e fiquei pensando nos anos 80. Nada de Zico, Maradona ou Flamengo, votação para presidente e Diretas Já, Nadia Comaneci, Constituição ou geração de prata... O que os anos 80 tiveram de melhor foram mesmo os Smiths...

***

Uma musiquinha que eu ouço com o Pato Fu, mas nem sei se é mesmo do Pato Fu...

"Eu não quero cantar
Pra ninguém a canção
Que eu fiz pra você
Que eu guardei pra você
Pra você não esquecer
Que tenho um coração
Que é seu"

***

Detesto quando meu vizinho de frente puxa papo comigo de uma janela pra outra. Pra falar a verdade, já detesto quando ele puxa papo comigo. Ontem ele fez mais. Saiu da casa dele e veio encostar na minha janela pra conversa comigo.
No final da conversa (que foi mesmo um monólogo, já que eu nem dei moral) o garoto ainda diz: "Se um dia você quiser conversar, pode me chamar. É que o prédio tá meio parado por esses dias, tem muita gente nova... Então, se você quiser conversar..."
Se eu não fosse a garota educada que eu geralmente sou, diria: "Meu filho, se um dia eu precisar conversar, prefiro morrer calada do que ir falar com você."

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Agora tá começando "This Love", do Marron 5... Eu gosto! E amanhã vou para Itumbiara!

terça-feira, 3 de maio de 2005

Sabe quando você acha que tá incomodando? Fui ao shopping no meu terceiro dia de férias. E no primeiro fui num showzinho. Daí dormi quase o dia inteiro no segundo dia. Sábado tem mais um teste pra fazer. Tomara que dê certo desta vez. Tenho que ler algum livro. "Where is the love"... Que banda é essa Linkin Park? Ah, acho que é uma que eu disse que até era legal quando ouvi lá em Caldas Novas. Temos um novo Rivaldo. Que joga muito! O Banespa mereceu mesmo. E o Nalbert é um profissional incrível mesmo. Mas eu torci pelo Minas. Minuzzi, Leandro, Vinhedo, Rivaldo e Alberto: estes vão estar na seleção. Vou para Itumbiara no sábado. E quem tem blog é obrigado a atualizar sim. "She will be loved" é legal. Mariquinha vai lá em casa hoje. Velhos tempos! Esse orkut não abre foto. Arrumei meu quarto ontem à noite.