Paula Parreira

repórter + esportes + música + Itumbiara + jornal + Goiânia + futebol + mostarda + dorminhoca + tênis + blog + Guilherme + família + óculos + café + fotos + Pateta + O Popular + marshmallow + amigos

terça-feira, 28 de junho de 2005

Pára tudo! Os Strokes vêm tocar no Brasil! Tudo o que eu não imaginava que fosse acontecer, mesmo querendo que acontecesse. Pensa bem! Strokes em quatro shows no Brasil, em outubro: dois no Rio, um em São Paulo e um em Porto Alegre. Como é que eu vou fazer? Quem me contou foi o Paulo Bonfá (hehehe). É que eu tava vendo VJs em ação e ele tocou no assunto, falando da matéria no jornal. Corri na Folha de S.Paulo, que eu nem tinha olhado ontem, e vi a confirmação na capa da Ilustrada. Foi uma página inteira. Imagina se não é o show mais esperado de todos os tempos. Strokes é a melhor banda de todos os tempos de 2000 pra cá. Parece que eles farão um show no Tim Festival, no Rio, mas como os ingressos vão se esgotar, eles farão outra apresentação por lá. E daí tem os shows das duas outras cidades. Preciso, preciso, preciso ir!

segunda-feira, 27 de junho de 2005

Domingo inteiro deitada na cama, em frente à tv. Acordei pra ver o jogo de vôlei, dormi de novo, acordei, vi seriado, a Argentina ganhar do México, um negócio sobre o Michael Jackson, um filme chamado Grande menina, pequena mulher, daí deixei a tv no mudo e ouvi o cd da PJ Harvey, dormi, acordei e vi The O.C. No meio da temporada, a gente assiste aos episódios e demora pra caramba acontecer algo legal. Agora, nos dois últimos capítulos, acontece tudo de uma vez. Não posso perder o de quarta. Só que eu já sei que a Marissa vai dar um tiro no Trey.

Descobri umas coisas neste domingo. É o Slash (ex-Guns) quem toca guitarra em Black or white do Michael Jackson. Eu não sabia. O real é melhor que o perfeito. Também não sabia. E que eu quero que façam do meu fim, um novo bom começo. Alguém lembra qual foi o clipe que o Michael Jackson gravou na favela do Marcinho VP no Rio? Foi o Caco Barcelos que contou lá no livro. Foi o de Heal the world? Ai, domingos assim são mesmo ótimos.

domingo, 26 de junho de 2005

Olha que beleza o momento que vivemos no futebol. Foi o Casagrande quem disse, ao se referir ao zagueiro alemão: "Esse zagueiro é grosso. Mas jogador de futebol também pode ser assim. Ele só não tem técnica e habilidade, mas tem outras qualidades". E quem esse Ballack pensa que é? O Lúcio só consegue alcançar a bola de cabeça quando está no ataque. Na defesa, ele deixa passar todas. Próximo ano: lembrar de não ir em nenhuma festa junina.

O Cláudio Luiz bateu a mão do lado esquerdo do peito, colocou a mão atrás da orelha pra torcida gritar e fez um coração no ar com as mãos. Gosto quando jogador faz isso. Eu sei que ele vai fazer isso (dizer que ama o clube, a camisa e a torcida) mesmo se ele for para o Goiás amanhã. Mas o cara tem que ser simpático, tem que conquistar a massa e empolgar o povão da arquibancada. Não só no futebol. Quando Guga ganhou Roland Garros pela terceira vez, vestiu a camisa do "Eu amo Paris" e a galera foi ao delírio. Guga tá em casa na França! Kobayashi também mandou o gol dele pra torcida. Não é igual ao Fábio Bahia que faz gol pro vice de futebol.

quinta-feira, 23 de junho de 2005

Passam bons clipes na MTV de madrugada. Ontem eu vi Daft Punk, Strokes, White Stripes e outros. Meu quarto é um estádio de futebol. Me disseram que meu problema é simples: é só colocar silicone no bumbum. Tenho que ficar de olhos bem abertos até agosto, pra não levar ré. E obrigada pelo presente.

***

A melhor comemoração: a do aniversário
O melhor gol: o de fora (e de bem longe) da grande área
O melhor jogo: o da final
O melhor lance do jogo: o contra-ataque
O melhor dia: sexta-feira
A melhor refeição: o café da manhã
A melhor hora do dia: a do café da manhã
O melhor lugar: adivinha... Itumbiara
A melhor lágrima: a sincera
A melhor companhia: do bem-amado
O melhor encontro: o que a gente menos espera
O melhor presente: o que é a cara da gente
O melhor amor: o que a gente sente

***

Para homenagear o meu presente e o seu responsável:

"Futebol é muito simples: quem tem a bola, ataca; quem não tem defende" (Neném Prancha)

"Botafoguense é aquele que não tem coragem de ser Flamengo nem classe para ser Fluminense" (Stanislaw Ponte Preta)

quarta-feira, 22 de junho de 2005

- Quem são os caras?

- Lucas Tisher e o Marcelo, Marcelinho. Um joga no Brasil e o outro acho que joga na Europa.

- E qual é o interesse do meu leitor por isso?

- Uai, eles podem ser mais dois brasileiros na NBA, assim como o Leandrinho, o Nenê, o Varejão...

- E se você perguntar pra cem pessoas na rua aqui em Goiás se elas conhecem o Leandrinho, quantas você acha que vão responder que sim?

- (silêncio) Então, beleza...

terça-feira, 21 de junho de 2005

Quase sem querer é a minha canção preferida da Legião Urbana. "Provar pra todo mundo que eu não precisava provar nada pra ninguém". Essa parte explica um pouco dos meus pensamentos no momento. Sempre achei que não precisaria dar provas de nada. A minha vida só a mim me interessa, mas não foi isso o que eu provei quando fiz este blog, por exemplo, na pequena vontade de dividir um espaço pessoal com amigos, conhecidos, colegas, família e amigos virtuais. E até inimigos, porque não? Ultimamente, ando precisando provar algumas coisas. Provar pra duas pessoinhas maravilhosas que eu consigo sozinha, a partir de agora. Provar que o que elas fizeram são a razão do que eu sou hoje, que elas são as pessoas mais importantes da minha vida, o que só vou provar fazendo dela a minha vida realmente. Provar pra elas que eu dou conta do recado, que agora a parada é comigo. Provar que elas podem sentir muito mais orgulho, confiar em mim mais que nunca e que sou uma extensão delas e de seus sonhos. Não é uma prestação de contas, porque sei que não preciso fazer isso. É só provar amor, reconhecimento, amizade e carinho. Preciso provar pra outras pessoinhas toscas que elas poderiam parar de meter o bedelho onde não são chamadas e que não são melhores do que a gente. Provar que eu posso ser melhor do que sou agora, posso saber mais coisas e aprender muito. Provar que eu não preciso fazer as coisas como algumas pessoas acham que elas têm que ser feitas, mas que eu também consigo fazer desse jeito.

Inoperância, ilusão, imaginação, fim de semana, messenger, lendas, mp3, livro, Goiânia Noise, ir ou não, espaço, dedicação, matéria, draft e padaria.

sábado, 18 de junho de 2005

Será que é frustante ser líbero? Eu sei que o Serginho é o melhor líbero do mundo, lutou pra caramba pra ter um lugar na seleção, teve a infância pobre e aquela coisa toda. Mas líbero só leva pancada. Não ataca, nunca põe a bola no chão, nunca faz um ponto diretamente, não saca... Não é mole ser líbero não...

Eu adoro a propaganda da Olimpikus do "Invente seu jogo". Muito divertida, musiquinha engraçada e o Giba. Olha o que diz o livro que eu tô lendo: "A verdadeira dimensão do sucesso ou do fracasso, será a forma como você vai lidar com isso e seguir com sua vida." Nem adianta que eu não acredito mais nisso. Eu enfrentei o fracasso. E nada.

sexta-feira, 17 de junho de 2005

Cinco meninas na mesa de um bar. Chegamos à conclusão de que a crise é outra. Nada de crise política, nos Correios ou na Schin. A crise é outra. Por uma hora e 24 minutos não pensei em você ontem. Esse intervalo já foi maior em outros tempos. Na falta de algo melhor pra fazer, vou ao shopping todo dia. Ainda bem que os dias ruins passam. Mas também é ruim quando os dias bons terminam. Vi as fotos de formatura da Mariquinha. Foi a única coisa boa daquele dia, além da comidinha que encontrei quando cheguei em casa e a conversa por telefone à noite também. Vaninha escreveu um negocinho sobre mim e mamãe. Vontade de tomar café, ir pra Itumbiara (essa não passa nunca), falar com você, encontrar você, chorar e dormir. Meu orkut é uma fantasia, uma coisa irreal, que tem consumido a minha vida. Esse negocinho na internet é uma arma poderosa, que joga você num universo paralelo e detona sua realidade. As idéias de conspiração voltaram. Gustavo fez uma matéria bacana com Patch Adams, contou um monte de história sobre a entrevista pra mim e publicou no blog dele (o link tá aqui do lado esquerdo). Acho que não vou em show este fim de semana. Dois dias de trabalho e eu tô sem ânimo. Mas tem essas musiquinhas de um show que vai ter: "Melhor sozinho até porque/A solidão é uma velha amiga" e "Mentira se eu disser que não penso mais em você".

Tem essa musiquinha também, bonitinha: "Como é o seu rosto/Qual é o gosto que eu nunca senti/Qual é o seu telefone/Qual é o nome que eu nunca chamei"

quinta-feira, 16 de junho de 2005

Já contei que eu tenho uma alma-gêmea? Pois é... Eu tenho!

O mais-que-perfeito


Ah, quem me dera ir-me
Contigo agora
Para um horizonte firme
(Comum, embora...)
Ah, quem me dera ir-me!


Ah, quem me dera amar-te
Sem mais ciúmes
De alguém em algum lugar
Que não presumes...
Ah, quem me dera amar-te!


Ah, quem me dera ver-te
Sempre a meu lado
Sem precisar dizer-te
Jamais: cuidado...
Ah, quem me dera ver-te!


Ah, quem me dera ter-te
Como um lugar
Plantado num chão verde
Para eu morar-te
Morar-te até morrer-te...

terça-feira, 14 de junho de 2005

Eu detesto blog com fotinhas, porque eu sempre achei que blog é lugar de texto. Quem quiser colocar fotos, cria um fotolog. Como eu queria postar umas fotinhas aqui e não dei conta, fiz um fotolog. Passem lá: www.flogao.com.br/paulaparreira. Também não sei colocar link aqui no post. Vou colocar aqui do ladinho esquerdo.

domingo, 12 de junho de 2005

Veio alguém aqui agora me avisar que hoje é Dia dos Namorados. "É mesmo?", respondi.

"Estranho seria se eu não me apaixonasse por você". O show do Nando Reis na sexta foi lindo! Mas só quase perfeito...

Sabe quando você esquece? Tinha esquecido como Kid Abelha é bom. Mas eles não cantaram a música do disco voador.

sexta-feira, 10 de junho de 2005

Tarefas para o fim de semana: show do Nando Reis, levar o carro pra lavar, fazer a unha, ver dvd, ouvir música, jogo do Goiás, terminar de ler "A crise dos 25", show do Violins, casa da tia, jogo do Vila, mercado e fim de noite com televisão.

***

A Folha me mandou um mail de Feliz Dia dos Namorados e ainda sugeriu que eu passe este dia com quem eu mais gosto. Sabe, às vezes eu acho que esses departamentos de marketing deveriam deixar de mandar alguns mails... Lembram que escrevi aqui os meus planos para antes dos 30 anos. Acho que acabei de mudá-los. Até lá quero namorar três anos, casar e ter dois filhos.

***

E não quero mais ver você. Nem falar, nem abraçar, nem olhar, nem rir, nem conversar, nem gritar, nem mais gostar de você.

quarta-feira, 8 de junho de 2005

Setor Montserrat, em Aparecida de Goiânia (como me informou o seu João, motorista). Cinco e meia da tarde. No meio de um descampado de terra, um retângulo marcado no chão, dividido por uma velha rede de vôlei, até meio emborcada. Uma galerinha (não mais que dez pessoas) batia bola por lá, depois da escola, ou, sei lá, depois de passar o dia em frente à tv ou depois de um dia de trabalho ou antes do trabalho (pra quem trabalha à noite). Os meninos estava sem camisa e tinha até menina de saia no joelho pronta pra jogar. Na verdade, coisas assim é que deviam sair nas páginas de esporte do jornal e não a chegada do técnico Roberto Fernandes no Vila.

Hoje tem joguinho de bola: um Brasil x Argentina básico. Eu sempre prefiro ver jogo no aconchego do meu lar, porque aí eu assisto um pouquinho de bola rolando entre um cochilo e outro. Mas hoje acho que vou sair com as meninas pra ver o tal joguinho. É que eu sempre acho que me divirto mais vendo jogos do Vila ou do Goianão do que os jogos do Brasil. É que eu gosto de jogo fuleiro mesmo.

Ando meio sensível nos últimos dias. Chorei revendo o dvd do Toquinho. E dei uma choradinha em plena Siciliano lendo uma parte do livro (que acabei comprando) "Jornalista: profissão mulher". O livro é meio tosquinho, mas nele a Glenda Kozlowski conta uma história de quando entrevistou o Alexander Popov. Foi nas Olimpíadas de Sidney e o cara ia parar de nadar. Daí ele podia ser o único nadador tricampeão olímpico numa prova e perdeu, ficou em terceiro. Daí a Glenda contou como conseguiu a entrevista e como o Popov acabou chorando, dizendo que ele não queria parar de nadar, que aquilo era o sentido da vida dele.

Vestir preto é mesmo um modo de protesto? Então, eu protesto todo dia. E o meu cd novo é muito legal.

terça-feira, 7 de junho de 2005

Sinto que falta alguma coisa. Às vezes eu acho que é dentro de mim. Outras é junto de mim. Sinto falta até de algo pra sentir falta. Às vezes eu até sei o que é, mas aí não dá vontade de ir lá buscar.

***

Estou lendo um livro que chama "A crise dos 25" (três anos adiantado, diga-se de passagem). Já fiquei intrigada com uns preconceitos que tem no livro e não curto auto-ajuda, mas já tô envolvida com o livro. Lá diz que as pessoas moldam a nossa personalidade em suas cabeças influenciadas pela nossa escolha profissional. Mas a nossa identidade não tem que ser tão influenciada por isso. Eu sou meio burrinha pra livros de auto-ajuda e nem sei se o negócio quis dizer mesmo isso, mas eu interpretei assim. Então, eu não sou "a jornalista Paula". Sou "a Paula, jornalista". Muito prazer!

E começo a acreditar no poder que os livros de auto-ajuda têm. Na semana passada, eu estava desanimada com o futuro, achando tudo uma merda, querendo parar no tempo, parar de querer conhecer coisas novas, achando que nada poderia mudar minha vida e que ela estava fadada a ser o que ela é hoje. Mas agora já fiz um monte de planos. Antes dos 30 anos, quero fazer outro curso de graduação (aquele que eu sempre quis), uma pós-graduação em jornalismo e um curso intensivo de outra língua. Ou tudo isso ao mesmo tempo.

***

Tão perto, tão longe. Sabe quando uma coisa tá muito longe, mas você fica esperando como se fosse sua? Sabe quando você queria que fosse diferente? Sabe quando você fica esperando por uma coisa que não tem a mínima lógica? Sabe quando parece que você tá ficando louca?

domingo, 5 de junho de 2005

Eu sei que não devia contar essas coisas no blog, mas vou contar mesmo assim. E não tem jeito, vou ter que ser clichê. O Babado é forte mesmo! É verdade. Eu fui ao show do Babado Novo. É uma loucura aquilo e não me arrependo de ter ido. Me diverti pra caramba. Dancei todas as músicas, sabia cantar um punhado e só dei uma morgadinha bem no finalzinho, porque eu não sou de ferro. Quem vai em show de axé é herói, sabiam? Três horas de show e pula-pula sem parar. E já que eu ia ao show, me empenhei pra entrar no clima. De manhã, até levei meu abadá pra ajustar (mas ficou largo mesmo assim e acabei tendo que dar um nó). E na intenção de não me atrasar, um acidente de percurso. Levei um tombinho básico ao sair correndo do jornal depois de trabalhar e já fui meio contundida para o show. Agora, o show pessoal... Eu vou contar pra vocês como é um show do Babado Novo...

# Já disse, mas é sempre bom ressaltar: são três horas ininterruptas de pula-pula. E a mulher não pára!

# No final, eu já não sentia mais os pés e as pernas. A barriga doía como se eu tivesse feito milhões de abdominais.

# O povo não sai te agarrando feito louco, como eu imaginava que fosse. Mas eu fiz umas caras muito feias pra quem tentava me encostar e acho que isso ajudou... Auto-defesa, né?

# Os caras bonitos de Goiânia estão lá. Só não sei se eles têm alguma coisa na cabeça... É que eu ainda tenho preconceito.

# Tem a maldita dança do caranguejo. Nessa hora é tosco. A pista parece um ringue gigante e a galera se batendo no tal do "Segura na corda do caranguejo, pra lá e pra cá..." É o inferno!

# Por causa da dança do caranguejo e outras coisinhas mais, é bom ir em shows como esse com alguns amigos fortinhos. Ontem, o Thiago (que estudou comigo) e o Marck (namorado da Lud) salvaram a gente de algumas porradas.

# A mulher canta música de todo mundo que você pensar: todos(as) os(as) cantores(as) baianos(as), e até U2, Led Zeppelin, Marron 5, Roupa Nova, Lulu Santos, Xuxa... Uma misturada, que às vezes fica tosca.

# Quase morri de emoção. Ela canta Baden Powell. Mas acho que a maioria das pessoas lá não sabe que a música é dele. Eles devem achar que é do Babado Novo.

# Essa é tosca. Nessa hora eu não acreditei que estava ao lado de gente civilizada (se é que eu ainda acreditava nisso). Numa turminha de meninas, várias fizeram uma rodinha em torno de outra, que agachou para fazer pipi. No meio do povo!

# A hora mais legal é a de dar a volta no trio. Essa hora fica mais legal ainda se você estiver de longe, como eu fiz.

# Chega uma hora que o povo começa a feder... Argh!!!

# Se o seu cadarço desamarrar, vai desamarrado até o fim. Se você não tirar a blusa de frio antes de o show começar, não tira mais.

# É bom ter um kit de primeiros socorros em casa para quando você voltar. Principalmente se você leva um tombo antes do show. Joelho roxo, mão esfolada e braço ralado é pouco. Ainda tem as dores por todo lado, a garganta ruim e um arranhado na barriga.

Bem, o índice de salubridade em shows como o do Babado Novo é baixo, como se vê. Mas, pelo menos desta vez, valeu a pena! Não sei se vou conseguir ir em outros...

***

Só um registro: Nadal ganhou Roland Garros. Tão bonitinho!

sexta-feira, 3 de junho de 2005

Pronto! Rafael Nadal está na final de Roland Garros. Derrotou o melhor do mundo, Roger Federer, que não tinha perdido set algum no Grand Slam ainda. Como diz o cara da ESPN, "Nadal é o que de melhor aconteceu no tênis mundial nos últimos dois anos." Foi a primeira vez que torci contra Federer. O Nadal é enjoadinho, mas é craque. E impediu que o suíço ganhasse o único título de Grand Slam que ele ainda não tem. Agora, Nadal vai destruir Mariano Puerta, azarão, na final. Acho que meu irmão é profeta. Há uns dois meses, eu estava assistindo a vitória de virada (espetacular, por sinal) do Federer sobre o Nadal no Masters Series de Miami. Daí meu irmão sentou no sofá, assistiu um pouquinho e disse: "O Nadal vai ganhar Roland Garros este ano."

Eu não podia escrever até agorinha mesmo. É que tá rolando o jogo entre Federer e Nadal na semifinal de Roland Garros. Daí começou a chover. Depois de duas semanas de torneio sem chuva, tem que chover justamente no dia do confronto mais esperado. Estou acordada desde às 9 horas para ver a pelada, mas quando liguei a tv dei de cara com o Mariano Puerta ganhando do Nikolay Davydenko. Agora, o sol voltou. Vou ali assistir. Ah! Estava ali vendo o jogo e um amigo meu aqui do jornal me perguntou se eu gostava de tênis. Respondi que sim, mas que gosto mais desse tênis profissional. Não sou fã desses torneios pequenos e de outras categorias. Daí ele disse: "Não é um esporte como o futebol né, quando uma partida de profissional às vezes é uma pelada e uma de futebol amador pode ter cara de futebol profissional". Disse tudo!

quarta-feira, 1 de junho de 2005

É a Nuvem. Branquinha, redondinha, pequenininha. Nuvem que vai pra longe, mas continuará preto. Nuvem que nos faz chorar de rir sempre, mas que nesta semana nos fará chorar de verdade. Nuvem que inunda todos os lugares com gotas de alegria, sorrisos, inteligência e simpatia. Querem saber as peculiaridades da Nuvem?

# Forma o nosso trio: PáCáCraw. É a parte engraçada, mais baladeira de todas e mais baixinha também.

# Vai dançar na "Ocean Drive" pra descolar uma grana e comprar camisetas do Blazers pra mim e o irmão dela.

# Tem uma família igual à minha. É a história do quase um ano e quatro meses de diferença entre os irmãos, o irmão comprometido, o menino mais velho e a menina mais nova.

# Gasta seu tempo gravando cds pra mim.

# Tem os olhos verdes e uma pinta preta no verde do olho esquerdo.

# A gente sempre gosta das baladas que a gente vai junto em Itumbiara. São sempre "lugares bacanas, com gente bonita e músicas e bandas boas".

# Fala que não gosta de axé, mas sabe as coreografias.

# É irônica até falar "Chega!". Mesmo assim, de vez em quando, a gente fala e ela continua sendo irônica.

# A gente canta Seu Jorge.

# De vez em quando, ela acredita nas minhas invenções.

# Me encoraja no trânsito.

# Vai ser motivo de saudade pra mim a partir do próximo fim de semana.