Paula Parreira

repórter + esportes + música + Itumbiara + jornal + Goiânia + futebol + mostarda + dorminhoca + tênis + blog + Guilherme + família + óculos + café + fotos + Pateta + O Popular + marshmallow + amigos

sábado, 29 de outubro de 2005

A comemoração do aniversário já começou. E em grande estilo. Festinha no terraço do prédio da Maria, meus amigos reunidos, rum com coca-cola (sim, cuba libre), caipirinha, música legal e conversa boa. A cerveja tava quente e o salgadinho nem era tão bom assim, mas nem tudo é perfeito. A tentativa de Halloween foi até mais ou menos. Seria melhor se eu não tivesse esquecido de avisar pra algumas pessoas que elas precisavam se vestir de preto... Mas os morceguinhos, a luz azul (corri risco de morte pra pôr o papel lá nas lâmpadas), os balões pretos e roxos e algumas fantasias deram o tom da festa. E teve mais coisa: bolo de aniversário, soprar velinhas, presentes, reencontros, abraços... Fôlego, gente! O aniversário é só quinta que vem... Até lá, mais comemoração!

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A trilha sonora de hoje não é das melhores: "If you live me now" - Chicago. É brega, eu admito.

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Acho que você mora perto da minha casa. Cruzei com você aquele dia na saída. Hoje você estava mais observador. Será que me viu? E você é tão lindo, e tão sério, e tão intrigante, e tão... Mas pode não ser nada disso!

sexta-feira, 28 de outubro de 2005

No mercado, na hora de ir embora, nos dividimos. A Lídia foi por um lado e eu por outro. Quando percebemos que cada uma ia por um caminho, a Lídia resolveu ir pelo meu lado. E...

Lídia: - Tá vendo? Eu sou uma garota maleável, que sabe abrir mão das coisas.
Eu: - Eu não. Eu sou irredutível.
Lídia: - Acho que as pessoas não gostam de pessoas maleáveis, porque ninguém gosta de mim.
Eu: - Então não gostam de pessoas irredutíveis, porque ninguém gosta de mim.
Lídia: - É...
Eu: - Como a gente tem que ser pra não ser uma coisa nem outra, e todo mundo gostar da gente?
Lídia: - Não sei. Temos que achar um meio-termo.
Eu: - Mas gente assim não tem personalidade.
Lídia: - Então, todo mundo gosta de pessoas sem personalidade.

Coisa mais sem-noção né? Dá pra entender?

quarta-feira, 26 de outubro de 2005

Mais do Tim Festival...

# A versão do Arcade Fire para "Aquarela do Brasil" é belíssima. Lá, no meio da galera, dá até um sentimento legal, de ver aqueles caras fantásticos tocarem algo tão brasileiro. E eu nunca tinha ouvido a versão.

# A M.I.A. coloca uns samples de dance music na música dela também. Lembram de "Sweet dreams of rhythm and dancing..." do La Bouche?

# Em algumas músicas, a voz do vocalista do Kings of Leon é idêntica à do Jack White. E nas minhas fotinhas, se aproximar bem mesmo, dá até pra ver o KoL escrito na bateria... Êêêê!

# MTV em peso na área vip do show. Vi o Edgar, o Cazé e o Gabriel.

# Como assim o Julian foi na grade e abraçou a galera no show extra que os Strokes fizeram no Rio sábado? Eu também queria ganhar um abraço...

# Senti falta de "Under Control" e "Between Love and Hate". Ou será que tocou e eu não lembro?

# Números do jornal. Foram 24 mil pessoas no show do Skol Arena.

# No show que vi na tv antes de ir pra São Paulo, os Strokes abrem com "Hard to explain". Daí no meio da música, o Julian diz "Thanks all for coming", vira pro lado direito e dá um sorriso tão lindo... Ai, ai...

# M.I.A. no meio da música: "Are you felling the music?"

# Alguém do Arcade Fire: "We're the Arcade Fire. Nice to meet you." Putz, o prazer foi todo nosso, com certeza...

segunda-feira, 24 de outubro de 2005

Quando o Julian terminou de cantar "Reptilia" e o Fabrizio disse "Obrigado, meus irmãos brasileiros" deu vontade de ficar louca e não voltar pra Goiânia. Queria ir direto pra Porto Alegre ver tudo aquilo de novo. O show inteiro do Strokes foi um daqueles momentos. Aqueles que você não quer que termine nunca mais. Aqueles que você esperou para que chegasse e estava passando bem ali, na sua frente. Foi mesmo ótimo! Como todo o meu fim de semana.

Na sexta à noite, quando o dia de trabalho terminou, dei até um suspiro aliviado. Em casa, tudo pronto: mala arrumada, despertador ligado e a trilha sonora que ficou no meu som nas últimas três semanas (os dois discos do Strokes e o do Arcade Fire). Bem, dormir cedo. Mas peraí! Tim Festival ao vivo na MTV? E logo no dia do show do Strokes? Fui dormir às 2h da manhã então. A apresentação deles lá durou 1h20. Eles cortaram a transmissão em duas músicas do disco novo que ainda não saíram na internet. Precisa dizer que fiquei ainda mais ansiosa para vê-los em São Paulo? Não né...

Sábado de viagem, feijoada, muita cerveja, conversa com as amigas, feira de antiguidades e música no violão. Luisa e Carol são ótimas anfitriãs. Mas lá pela 1h da manhã, eu não conseguia mais ficar de pé. "Paulinha, tem uma festa, balada de aniversário. Vamos?", era a Luisa super animada. "Na boa, Lu. Não dou conta. Preciso dormir." Como diz o Thi Rocha, forfetei nesta etapa...

Dormimos até... acordar. Justificar voto, comprar cd e ir para o churrasco. Tempo corrido. Mas aproveitei muito o melhor churrasco que já comi. Caipirinha, picanha, filé, lingüicinha, pão de alho e queijinho. Bem alimentadas, tudo pronto para encarar o Tim Festival.

Os shows foram no Skol Arena, do lado do sambódromo. Encontramos Arthur e Thi no tal portão 28, onde peguei meu passe livre para ver o Strokes cara a cara, de pertinho, na área vip, de frente para o Julian. Entrei primeiro e logo mais encontrei o pessoal que ficou pra entrar depois. Pontualmente às 19 horas...

Começa o show do Mundo Livre S/A. Não vi, nem ouvi e muito menos prestei atenção. Intervalinho, entra a M.I.A., a tal inglesa, que na real é do Sri Lanka e toca a música dela misturada com o funk carioca. Tá bom, foi legal e eu entrei no clima. Até fui lá pra frente ver mais de perto e dançar um pouquinho. Mas continuo detestando a mulher. Mas ela é animada, levantou a galera, é linda, tava com uma roupa azul e branca, nada de barriga ou bunda de fora, e mandou ver no som.

Minutos depois, Arcade Fire. O show foi lindo! Figurino impecável, todo mundo envolvido demais com a apresentação, uns instrumentos muito bacanas, um cara que parece o Woody Allen e a banda super excêntrica. A Règine tinha luvas vermelhas, uma flor no cabelo e o arcodeon nos braços. Linda! E a banda é muito envolvente, as músicas são lindas. O som estava baixo e prejudicou o começo do show. Mas eles abriram com "Wake up", a minha preferida. E fecharam com "Rebellion", a mais famosa. Todo mundo da turma gostou da banda.

Kings of Leon me encheu de curiosidade. Eu só conhecia a música com a qual eles abriram o show, mas gostei de todas (todas mesmo) as que eles tocaram. Mas antes de terminar o show, dei uma saídinha para ir ao banheiro e pegar bebida. Afinal, os próximos seriam os cinco Strokes. Eu tinha que me preparar.

Strokes... Como vou definir o show? Não consigo. Incrível, fantástico, maravilhoso, ótimo... Qualquer desses adjetivos seria simplório demais. Foi muito mais do que isso. O Julian entrou no palco, mandou beijos (e certamente um deles foi pra mim), se ajoelhou na beirinha e fez o sinal da cruz. Saldou o público com um "Tudo bom, São Paulo?" em português e mandou ver com "The end has no end", a que abriu. Não lembro bem a seqüência do show. Logo depois veio "12:51", "Juicebox" (uma das novas) e por aí vai. Depois de Barely Legal, a galera chamou em coro pelo Fabrizio Moretti, batera que nasceu no Brasil. A banda parou tudo, o telão mostrou o Fab sorrindo e ele mandou um beijo pra galera. E soltaram "Alone, together" em seguida. "I can´t win", "Last Nite" (nesta hora eu fiz um filminho lindo), "Automatic Stop", "What Ever Happened" e muitas outras. Mais músicas novas. Os meninos disseram que foram quatro, mas eu só lembro de três. Os caras deixaram o palco e voltaram, pra tocar a minha preferida (se é que eu tenho uma preferida): The Modern Age. Tocaram também "Hard to explain" e fecharam com, claro, "Reptilia". Alegria pouca é bobagem!

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Depois eu coloco as fotos do show no meu flog (link aí na direita). Queria colocar aqui o videozinho de "Last Nite", mas não consigo nem pôr foto no blog, quanto mais vídeo. E por um acaso, existe um boicote ao meu blog? Atualizei antes do show e não há um comentariozinho sequer. Snif... De volta à realidade, voltei de SP no feriado. Disco novo do Strokes chega em dezembro. E dá licença que vou ali comer algodão doce...

sexta-feira, 21 de outubro de 2005

"Tell us a story, I know you're not boring" - Reptilia (Room on fire)

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Tenho algumas missões para o fim de semana: tirar uma foto do show para o Pedro; fazer um filminho quando tocar Last Nite para a Priscilla; cantar a plenos pulmões "The Modern Age", "What Ever Happened" e "12:51" (e também "Wake Up", do Arcade Fire antes); quase desmaiar quando o show começar; e ouvir "Juicebox" pela primeira vez.

Isso mesmo. Embarco amanhã para o maior acontecimento do ano: o show dos Strokes. No jornal saiu uma matéria (entrevista com o Fabrizio Moretti, o baterista brasileiro) dizendo que a banda traria para o Brasil o "novo Strokes". Eu não quero o "novo Strokes" e eles não podem fazer isso na primeira vez que vão tocar aqui. Tanto que não vão (rs). Daí o cara do jornal falou que eles vão começar o show com Reptilia (a letrinha aí em cima). Aí tive a certeza de que o show vai ser maravilhoso.

terça-feira, 18 de outubro de 2005

"Change your plans and then phone me" - 12:51 (Room on fire)

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Sim, este ainda é o blog de Paula Parreira. O que acharam do novo template? By Ludmilla...

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Conheci a mais recente e ilustre pessoinha deste mundo. Ana Clara é linda, fiquei me perguntando porque não fui vê-la antes. Mas acho que ela não curtiu muito a visita. Mas ela é nenê ainda, nem sabe direito como a pessoa que foi visitá-la é legal. Ela chorou quando ficou comigo, mas no final, deu um sorrisinho lindo. E olha que o pai dela falou que não é pra todo mundo que ela sorri. A garotinha não tem nem dois meses de vida e a gente já ficou imaginando como é que vai ser quando ela tiver dois aninhos, quando for fazer medicina na Católica, quando tiver 18 anos... Tirei fotinhas com a linda Clarinha e depois coloco no meu flog. Valeu Lessa, por ser tão legal conhecer a nenê mais querida do mundo.

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Ouvindo Beck, na semana que antecede o show dos Strokes...

"Work hard and say it's easy/Do it just to please me/Tomorrow will be different" - The Modern Age (Is this it)

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Mais simpático que o normal. Assim estava Felipão na entrevista de hoje. Mas se ele me fizesse acordar às 5h30 da matina para ir na Rádio Interativa falar com ele pelo telefone (coisa mais sem-noção, que não entendi até agora) e ainda fosse irritante, não ia mesmo ser legal... Ele também estava com opiniões fortes. Achou um absurdo a anulação dos onze jogos, quer ficar entre os oito melhores do mundo na Copa, não quis opinar sobre o melhor do mundo (um cara político), nem dizer quem é que vai ser o campeão brasileiro... É, até que não foi tão ruim. E eu já estou virando "entrevistadora" oficial do Felipão.

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Uma coisa que ainda não entendi: porque as pessoas dizem "eu te amo"?

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Essas divisórias com asteriscos já estão me enchendo o saco. Mas não conheço outro modo de dividir meus tópicos. Vai ter que ser assim mesmo...

domingo, 16 de outubro de 2005

"I wanted you, you wanted me" - Automatic Stop (Room on fire)

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Vamos lá! Uma prévia do que eu espero do Tim Festival (a edição de São Paulo)...

Mundo Livre S/A - Banda de mangue beat, do famoso Fred 04. Som conhecido e que não me empolga muito. Não faço muita questão.

M.I.A. - Ouvi na MTV uma única música dela. Uma inglesa, que morou no Sri Lanka, filha de terrorista e não sei mais o que. Todo mundo enaltecendo a mulher, dizendo que ela é muito legal, simpática, super original, mas não me convence. Ela mistura rap com o funk carioca. E eu já tô cheia desse povo falar do funk como uma genuína manifestação popular, como cultura de massa e até algo cult. Pra mim, é uma droga mesmo.

Arcade Fire - Como é que eu não ia gostar de uma banda que tem uma música que o lindo do Chris Martin, vocalista do Coldplay, considera a mais linda de todos os tempos? Eu tinha mesmo que gostar. Bem... Não sei como conheci a banda. Sei que é sucesso de crítica por todos os lados (aliás, acho que foi assim que a conheci). Só tem um disco: Funeral, lançado no ano passado. Eu gosto pra caramba, porque parece que o álbum não segue uma fórmula. São vários estilos em um só disco, em uma só música... Parece que muda o tempo todo. Minhas músicas preferidas são Wake up, Rebellion, Laÿka e Power Out. Uma das integrantes gosta de Bossa Nova. E ainda tem o negócio que eles têm uma gravação de Aquarela do Brasil, mas eu nunca ouvi. A banda é do Canadá e parece que já tocou até com David Bowie. Como eu não ia gostar? Dizem que são ótimos no palco... Eu vou conferir!

Kings of Leon - Nunca ouvi nada deles. Tomara que seja uma surpresa boa...

Strokes - Pensem numa pessoa ansiosa pra ver um show? Sou eu esperando para ver os Strokes. Como eu costumo dizer, é a melhor banda de todos os tempos dos anos 2000 pra cá. The Modern Age, Is this it, Reptilia, Hard to Explain, Between Love & Hate... Gosto de todas! E meu programa preferido da MTV (vocês devem achar que eu só vejo MTV né) ainda diz que os cinco formam a terceira banda mais cool do mundo da música (no Top Top daquele dia, Beck e David Bowie foram os primeiros). Vão fazer os primeiros shows do disco novo, o terceiro, aqui no Brasil. Algumas músicas já saíram na internet, mas eu não ouvi.

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Adoro horário de verão! É sério! Só que eu pirei pra minha animação logo no primeiro dia do adiantamento no relógio. Acordei cedo, depois de ter dormido super tarde ontem, e rumei para o Antônio Accioly, grande estádio do grande Atlético Goianiense. Um joguinho muito mais ou menos contra o Atlético Rio Verdense, um sol de rachar, uma cabine improvisada e eu lá. E o pior de tudo: achando bom. Eu me divirto em jogos assim. Tem jogador que fura, torcedor que te oferece pipoca e água, comenta o jogo com você. Aliás, esses torcedores merecem minha mais profunda admiração. Agüentar seu horrível time passar o maior sufoco para empatar com outro time, que é mais horrível ainda, num jogo da segunda divisão do Campeonato Goiano, num domingo de manhã e sob um sol escaldante? Não é mole.

Máximas do jogo:

"Ô Cacá, você é zagueiro ou lateral?" - Grito de um torcedor na arquibancada para o Cacá dentro de campo, que é o meia do Atlético. Aplicação tática, não?

"Quem manda aqui é nóis (sic)" - Jogador Fabinho, meia-ofensivo do Atlético. O time terminou o primeiro tempo vencendo por 1 a 0, deixou o visitante virar para 2 a 1 no segundo e empatou no sufoco no finalzinho. Imagina se não mandasse, hein Fabinho?

sábado, 15 de outubro de 2005

"I miss the last bus, I take the next train" - Hard to explain (Is this it)

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Meu horóscopo de hoje: Aceite um desafio que tem importância pessoal para você! Nada a ver com cobranças mundanas, mas com a bênção do reconhecimento do amor, da devoção por alguém que ama e que dá sentido à sua vida. Pode ser um filho que toca fundo em sua alma ou um romance secreto. Busque entender.

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Coloquei o horóscopo porque não tinha nada o que escrever mesmo. Festinha no Bolshoi foi legal. Wanessa, Lidinha, Pri, Raphael, Larissa e eu. Encontramos a família inteira do bruxo: tios, primos (até os de terceiro grau), irmãos, pais, vizinhos e enteados. Adivinhamos os nomes do povo, porque a gente é vidente. Tiramos fotinhas para sites, tivemos que parar duas vezes por conta de problemas estomacais, dançamos, comemos bolo e foi divertidíssimo.

sexta-feira, 14 de outubro de 2005

"I want to be forgotten/And I don't wanna be reminded" - What ever happened (Room on fire)

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Só vi o segundo tempo e até que o jogo estava bom. Mas o finalzinho da segunda partida da decisão do campeonato catarinense de vôlei me empolgou mais. Pelo menos no jogo entre Florianópolis e Unisul, a torcida não invade campo, não derruba alambrado e não quebra sala de imprensa. E também não tem ninguém irritadinho como o Luisão, nem engraçadinho como o Giovani, nem estúpido como o Saulo, nem malandrinho como o Carlos Alberto. Ótimo ver o Renan comemorando com os filhos na quadra, o veterano Dirceu jogando muito, o Zé Roberto conversando civilizadamente com o árbitro que lhe deu um cartão amarelo. Coisas assim não acontecem no futebol.

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Porque o Bernardinho é técnico exclusivo da seleção masculina e o Zé Roberto divide o tempo entre as meninas e a Unisul?

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Bem, só para registrar, o time de Florianópolis venceu num tie-break super emocionante e levou a decisão para o terceiro jogo.

quinta-feira, 13 de outubro de 2005

"Give me some time, I just need a little time" - You talk way too much (Room on fire)

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A partir de hoje, uma musiquinha todos os dias. Pra já entrar no clima do show dos Strokes. Faltam apenas 10 dias. Mas eu acho que já estou no clima desde o dia em que foi anunciada a vinda dos caras pra cá. E escrevi um post com um resumo do que eu espero para o grande dia 23. Em breve coloco aqui.

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Ai. Queria um emprego de carimbadora agora...

quarta-feira, 12 de outubro de 2005

Amanhã quero que dê Santos. Não torço para o Peixe, não torço contra o Corinthians e não torço para o Goiás. Só torço pelo Brasileirão.

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Ai! Responde, responde, responde... Por favor!

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Pensamentos de um feriado de trabalho, com um resultado bacana, mas que ainda me amedronta. Eu sou covarde, não sei fazer as coisas sozinha, muito menos enfrentá-las. E uma simples matéria me escancara isso, assim, sem mais nem menos.

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Já atualizei a caixa de entrada mil vezes. Nenhuma resposta. Saco!

Há uma caixa mágica na minha casa em Itumbiara. Seu poder é me transportar para o passado. Cartas (dezenas delas), bilhetes, recortes de jornais e revistas, chaveirinhos, minha faixa de princesa da festa junina e lembranças (centenas delas). Foi lá que encontrei um papelzinho com umas coisas. Acho que é algo que escrevi lá pelos 12 ou 13 anos. Mas é estranho, porque eu meio que não me reconheci nessas coisas. Por outro lado, é a minha cara. Ou a cara de quando eu tinha aquela idade. Estranho...

Sentidos

Se pudesse tê-lo por perto
E pudesse tocá-lo
Brevemente sentiria seu cheiro
E num doce beijo
Afastaria meu medo de perder-te
Se pudesse vê-lo
Meu olhar se tornaria terno
E assim o contemplaria por um minuto
Se pudesse me ouvir
Diria que...
Não, não diria

Luto

Enquanto a iminente morte caminha ao seu lado
Pergunto-me o que nos aconteceu
Se fomos vítimas da mais vil doença
Hoje, nos seus olhos, carinho
Nos meus, o perdão
Já não temos tempo
Seus olhos se fecharão
E com um beijo despeço-me.

segunda-feira, 10 de outubro de 2005

Tudo está do mesmo jeito. Como era antes e exatamente como deve ser. Vou com papai à locadora e a gente volta com um monte de filmes. A mãe reclama, fala que a gente não vai assistir nem metade. E a gente não assiste nem a metade. Papai ainda se distrai no farol. O verde acende e ele nunca percebe. E só arranca quando eu digo "Pai, abriu". A vó fica feliz por eu gostar do bolo de fubá e o vô está lá enrolado com a construção. Os dois sempre envolvidos com seus planos imobiliários e a vó diz que o vô está feliz demais. Falo naquele novo disco fantástico que saiu e o pai aparece com ele pra mim. Na hora de ir embora: "Já? Mas passou tão rápido!", é o que a vó sempre diz. Passou mesmo, vó. E eu queria que nunca passasse, mas passa. E a mãe pergunta se eu quero levar (trazer) um "arrozinho com frango, que você gosta". E eu falo que quero.

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Eu: - Nossa! Aqui nos créditos diz que o Paul toca quase todos os instrumentos!

Pai: - Mas ele é bem completo. Canta, compõe e sabe tocar de tudo mesmo.

Eu: - É. Bem melhor que o Ringo, que nem a bateria sabe tocar.

"If we could be, closer longer
That would help me, help me so much
We can cure each others sorrow
(...)
If a love is strong enough, i may never end"

sexta-feira, 7 de outubro de 2005

Não está tudo bem, mas também não está tão mal assim. Final de semana de folga, corrida, jogo no Serra, descanso, dormir à tarde, brincar com Bili e talvez ir para Itumbiara (porque eu não consigo decidir nunca). Excurssão para o Claro que É Rock e eu não tenho grana. Isso me deixou irritada. Já estou com vontade de que o fim do ano chegue logo pra eu fazer retrospectiva. O show dos Strokes está chegando e meu aniversário também. Nesses dois dias, o mundo podia andar só um pouquinho mais devagar.

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Eu e Thiago vamos montar um jornal de esportes. O jornal vai ser diário, com 12 páginas: 4 de automobilismo, 4 de vôlei, 2 de futebol e 2 de outros esportes. A gente vai ser dono do jornal mesmo.

quarta-feira, 5 de outubro de 2005

Quando você acorda, ou melhor, acordam você às 7h30, o dia não tem nada para dar certo. E o pior é que tem tanto barulho que você só tem paz se sair de casa. Pedreiros... Como se não bastasse o barulho que eles fazem, ainda ficam conversando na sua janela às 7h30. Então, um café da manhã reforçado e refúgio na casa da tia. Mesmo assim, não dá pra dormir. No trabalho, mais obras e pane na rede. Ao fim do dia, ninguém pra ir junto ao shopping. No farol, ainda vem uma senhora muito parecida com a sua avó vender doce. A avó que você morre de saudade. Claro que você não consegue conter as lágrimas. Ainda bem que tudo melhora incrivelmente quando você adormece ouvindo "Two of us".

segunda-feira, 3 de outubro de 2005

Não vou votar no referendo. Vou justificar. Ganhei um relógio novinho na assistência. Discuti com o Wilton sobre critérios de desempate e liderança.

domingo, 2 de outubro de 2005

Eu sou amiga do patinho.
Quer um bolinho?
Morrendo de sono.
Inter 1 x 0 Fluminense, por enquanto.
E passou "Ask", do Smiths. Finalmente.
Montes de blogs abertos.
Uai, fiquei vários minutos sem escrever no editor e ele não deslogou.
Ensinando Wilton a mexer no orkut.
Acho que já acabou o jogo do sub-20. Será?
Flu empata.
Você quer a colherzinha (ou colherinha?) amarela ou verde? Amarela, porque eu já tenho a verde.
Mails antigos.
Morrissey.
Ninguém é obrigado a conversar comigo.
Acho que já acabou. Vou ligar lá.
Bloc Party e Bon Jovi. Enjoy.

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"We promised the world, we'd tame it
What were we hoping for?"

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"I'll be there for you
These five words I say to you
When you breath, I wanna be the air for you
I'll be there for you"