Paula Parreira

repórter + esportes + música + Itumbiara + jornal + Goiânia + futebol + mostarda + dorminhoca + tênis + blog + Guilherme + família + óculos + café + fotos + Pateta + O Popular + marshmallow + amigos

terça-feira, 29 de novembro de 2005

O artigo da Soninha de hoje é sobre previsibilidades no futebol e no Campeonato Brasileiro. É que, de tão imprevisível que é o esporte, a gente não se surpreende com mais nada. Vida de repórter é assim também. Saí do Vila Nova e fui fazer uma enquete na Serrinha. Um tempinho nublado, mas nenhum pingo durante todo o trajeto. Quando entro na rua de trás da Serrinha, cai a chuva. Claro! Super previsível... E só vai engrossando. Putz, fazer o que né? Descer e falar com 15 torcedores. "Quem ganha? Goiás ou Corinthians? Dá aí seu palpite pro jogo? Porque esse placar? Como é seu nome? Idade? Corintiano né? Profissão? Valeu demais, hein. Boa sorte aí na fila." Resultado: eu virei uma pintinha molhada. Morrendo de frio, cabelo molhado, a calça encharcada até o joelho. Quando cheguei no jornal, não tava chovendo mais. Claro! Super previsível...

Bem, mas acho que também vou sentir falta de coisas assim...

domingo, 27 de novembro de 2005

Paula Parreira, às 16h05 (no relógio um pouquinho adiantado): rabo de olho no pré-início de Fla x Goiás, ligada em todos os outros resultados do Brasileirão (nem todos, só do Corinthians, do Inter, do Flu e do Atlético-MG), monitorando a única página que vai ficar pronta antes da rodada e já enlouquecida com um monte de coisas novas que acabaram de aparecer!!!

sábado, 26 de novembro de 2005

Torcer para o Náutico é pior que torcer para o Fla. Que timinho fuleiro, hã? Tava ali vendo o jogo, morrendo de torcer pro Grêmio ficar pelo menos mais um aninho na Série B, e fiquei com vontade de matar esse timeco. O juiz rouba a favor, expulsa três jogadores do Grêmio, vira aquela confusão e o Ademar ainda erra o pênalti roubado. Tem é que cair pra Série C depois dessa. E o Anderson ainda vai lá, entra tranqüilamente na área e marca o gol, que ainda dá o título pro Grêmio. Este blog fará uma campanha. Náutico na Série C! Ou fora do futebol!

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Ouvi Raveonettes antes de crivar uma página. Crivar, pauta, fechamento, "revisão, página tal". Eu tenho mesmo que conhecer Sufjan Stevens?

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"Give me back my point of view
'Cause I just can't think for you"

Jet (Look What You've Done)

quinta-feira, 24 de novembro de 2005

Passei o dia com uma música na cabeça...

"Uh I need your love, baby
Guess you know it's true
Hope you need my love, baby
Just like I need you
Hold me
Love me
Hold me
Love me"

E sim. Eu vou assistir à estréia de "Harry Potter e o Cálice de Fogo" à 00h01, ok?

terça-feira, 22 de novembro de 2005

Que lugar é este aqui? Um blog? Meu blog? Que absurdo! Nem o reconheço mais. E olha que a Lídia ainda dizia que eu bateria o recorde mundial de atualização de blogs... Estou de volta. Espero que freqüentemente.

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O que aconteceria com você se alguém te pautasse para fazer uma lista das dez coisas "esquisitíssimas, estranhas, idiotas ou vergonhosas que você já fez na vida"? No meu caso, entrei em depressão. Não consigo cumprir a pauta nem sob reza brava. E isso evidenciou que minha vidinha é tão comum, que eu não consigo nem apontar o primeiro item da lista. É isso aí! Nunca fiz nada condenável ou muito esquisito ou estranho ou excêntrico ou engraçado ou revelador. Sou uma garota comum. Até mais que o normal. Mas é isso que dá! Eu inventei a brincadeira e agora não dou conta de brincar. É que, talvez influenciada pelo novo cargo, eu e este amigo trocamos pautas nos blogs. Dei o assunto dele, que escreveu sobre a parada no outro dia. Daí ele me passou a pauta mais difícil do mundo e eu não consigo escrever.

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Simplesmente o jogo mais esperado do ano do futsal internacional será em Goiânia, no próximo dia 8. Brasil e Espanha. Vou estar na sub-editoria, mas acho que vou fazer parte da cobertura. Reedição da semifinal do Mundial do ano passado. Lembro que acordei de madrugada para ver o Neto errar um pênalti e o Brasil ser eliminado pelos espanhóis. E no outro dia fiquei na redação até meia-noite para entrevistar o Falcão na China. Já estou em contagem regressiva.

segunda-feira, 14 de novembro de 2005

Agora tenho um monte de cds novos-alguns-meio-velho-gravados pra ouvir. E começar com a primeira música do Arctic Monkeys foi ótimo.

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Máxima do meu irmão, após comer mais de 15 pedaços de pizza e tomar duas latinhas de refrigerante: "Acho que eu como pouco em rodízio porque tomo muito refrigerante".

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Difícil acreditar no quanto os últimos dias foram bons. Algo ainda me angustiava no começo da semana, mas a partir de quarta-feira decidi me ocupar com trabalho. E em encontrar minhas amigas. Daí na sexta, a alegria tomou conta do dia com o aniversário da Lídia. E ainda tinha o Camelo pra cantar "Não te dizer o que eu penso, já é pensar em dizer". O show dos Los Hermanos foi lindo. Num sábado de mais trabalho, só mesmo uma companhia especial para acalmar e me deixar contente.

quinta-feira, 10 de novembro de 2005

Vou ao show dos Los Hermanos. Mas é claro que eu iria, afinal os Strokes gostam de Los Hermanos. E se eles gostam, eu só posso gostar também. :))) Vou contar a história, que o Odersides diz que é apenas mais uma lenda do rock, mas eu acredito. É que o Fabrizio, baterista da banda nova-iorquina, é brasileiro. Na real, ele só nasceu aqui e viveu todo o tempo nos Estados Unidos. Mas é brasileiro. E tem irmão brasileiro, que levou o cd dos Los Hermanos pra ele ouvir. Ele ouviu, gostou e passou pra galera dos Strokes ouvir. E todo mundo gostou. E daí parece que rolou uma possibilidade de as duas bandas se encontrarem para uma jam session enquanto os Strokes ficaram no Brasil. Não deu certo, mas os quatro Hermanos estavam na área vip do show dos Strokes que eu vi em São Paulo. Mas acho que os cinco Strokes não vão estar na platéria superior do Teatro Rio Vermelho na sexta... Que pena!

"Do amor amuleto que eu fiz
Deixei por aí
Descuidei dele, quase larguei
Quis deixar cair

Mas não deixei
Peguei no ar
E hoje eu sei
Sem você sou pá furada"

(Trechinho de Paquetá)

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E não é que eu perdi o primeiro episódio de The O.C.? Como cheguei em casa tarde por causa do fechamento, fiquei esperando a reprise que sempre passa à uma da manhã. Quando liguei na Sony, o episódio tava terminando. A reprise mudou pra meia-noite. Pelo menos, ainda deu pra ver o beijo do Ryan e da Marissa, ao som de Blue Light, do Bloc Party. Música linda.

quarta-feira, 9 de novembro de 2005

Quando o relógio despertou, ainda fiquei mais uma hora e meia na cama. Já estava me recompensando, pois sabia que passaria muita raiva nas próximas horas. Saldo: acordar cedo, sair na chuva, andar no maldito Centro da cidade, pagar estacionamento, cinco filas em banco, cerca de uma hora e meia nas agências, uma conta cancelada, sem cartão ou cheque da outra, sem limite e seguro pago.

Já disse que eu odeio bancos? O jornal mudou o local de pagamento dos funcionários. Foi uma mulher no jornal, disse que a tarifa seria mais barata, abriu minha nova conta, fez uma senha pra mim e disse que eu receberia o cartão na minha casa. Não recebi. Fui ao banco e nada. Esperei o dinheiro cair na conta, fui de novo e nada de cartão. Pelo menos paguei o seguro e saquei todo o meu salário. Depositei no outro banco e fiquei tranqüila. Pensei: "Volto aqui no mês que vem e meu cartão já vai estar aqui." Ledo engano. Mais uma vez não estava.

Hoje, no banco, rasguei o verbo pra tal Carol, que me ajudou e foi até gente boa. Mas no fim não adiantou muito. Ela me garantiu que o cartão vai chegar, eu fiz um drama pra ela ficar com peninha e fazer mesmo o cartão chegar. Mas banco é uma merda mesmo, não? No caixa normal, pedi pra ver meu saldo. "R$ 18", me disse a mulher. Num sobresalto, disse que estava errado. "O que fizeram com meu salário", pensei. Daí ela: "Ah, o resto do dinheiro está na poupança". Como assim? Eu nem fiz poupança. Eu tenho é conta-corrente. Mas aí a mulher me explicou que é a mesma coisa, que o mesmo número é tudo junto: conta e poupança. É, banco não foi feito pra gente entender mesmo...

segunda-feira, 7 de novembro de 2005

Eu não tenho muita história pra contar. Nem conheço lugares exóticos ou distantes. Não ouvi todas as bandas de rock legais. Eu nem gosto daquela sua banda favorita. Mas tenho dois cds: o primeiro deles e o de capa azul. Não calço saltos de dez centímetros ou mais. Às vezes nem sei diferenciar um delineador de um lápis comum. É sério. Eu não sei. Não uso saia curta e visto bermuda no domingo. Ou calça larga. Faço trança no cabelo e tenho preguiça de fazer as unhas. Não fico de brinco sempre. Não tenho curvex e nem rímel preto. E se tivesse, não saberia usar. Não gosto muito de perfume e não conheço todas as marcas de bolsas e cosméticos. Não faço dieta e não me preocupo com calorias. Sempre como arroz e carne. Ou sanduíche. Saladas, só de vez em quando.

Mas você pode ficar do meu lado assim mesmo...

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Sentir-me deslocada nos lugares ou com as pessoas está se tornando comum. Tira os discos da case e põe nas caixinhas. Tira das caixinhas e organiza na case em ordem alfabética ou na ordem de gostos ou na ordem de gêneros. Mas eu nem sempre sei classificar em gêneros. Assisti ao WCT no Brasil. Luize Althenhoffen (escreve assim?) é repórter. Tem até dj na transmissão. Depois de passar o dia deitada, decidi sair. Também, já era hora. O Corinthians já ganhava por 5 a 1 (e o jogo acabou 7 a 1) e o Fla ia ganhando sua terceira seguida. E eu já tinha ficado sabendo que a nova temporada de The O.C. começa quarta-feira (dia 9). E aí tive uma surpresa boa no trabalho.

sexta-feira, 4 de novembro de 2005

Entre festas, barzinhos, pré-festas, celebrações, telefonemas, abraços e presentes. Foi assim meu aniversário. Até o Fla ganhou mais uma em minha homenagem (mas nem por isso conseguiu sair da zona de rebaixamento). Ainda falta a pós-festa, que vou marcar qualquer hora. Mas eu não preciso de mais nada após a alegria dos últimos dias. Só de uma comemoração igualzinha no ano que vem.

# "Que você seja muito amada. Não, peraí. Muito amada não. Mais amada. Porque muito amada você já é", foi o que me disse a Camilinha, minha querida amiga no dia verdadeiro do aniversário.

# Já falei da festinha no terraço, que foi a pré-festa, mas não custa reiterar: foi muito legal.

# As maiores surpresas: a festinha no Diário (com todo mundo me esperando sair do telefone e eu quase falecida de tanta fome), um certo presente, a cartinha da minha avó, um recadinho inesperado no orkut.

# Obrigada por todos os recadinhos no orkut, por todos os e-mails, por todas as presenças em todas as festas, pelo bolo de chocolate e pela cereja e pela mãe estar aqui.

# No fim de tudo, um fim de semana de folga para descansar e ficar sem você. Tudo bem. Ainda não me acostumei a ter você. Quero ver quando isso acontecer...

# "Pleased to meet you, take my hand/There is no way back from here" (No way back - Foo Fighters)

# Semana que vem: aniversário da Lídia e show dos Los Hermanos, que vão tocar especialmente pra ela.

quinta-feira, 3 de novembro de 2005

"They say it's your birthday
It's my birthday too, yea
They say it's your birthday
We're gonna have a good time"

Beatles para comemorar o aniversário...

terça-feira, 1 de novembro de 2005

Eu ainda falei que a gente tinha que sair. Mas a Lídia e a Maria Cristina cortaram o assunto: "Paula, hoje é segunda-feira". Então, foi uma segunda normal. De muito sono, trabalho à tarde e uma volta no shopping de manhã. Só não foi tão normal porque à noite tinha Flamengo e Coritiba na televisão. Futebol na segunda não dá... E mais anormal ainda, o Fla venceu neste Campeonato Brasileiro. E quem é pior? Ramirez, Obina, Josafá ou Bruno Mezenga? Tá difícil. Ao invés de marcar, esses atacantes do Fla só fazem atuar feito zagueiros. Do time adversário ainda.

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Na minha bolsa: um cd de fotos e dois disquetes, chaves do carro e de casa, caixinha dos óculos de grau, os óculos escuros, carteira, bloquinho, duas canetas, uma lapiseira, uma caixinha de grafite, bolsinha com quatro cartelinhas de Tylenol e duas de Dorflex (tenho muitas dores de cabeça e nas costas), documento do carro, pen-drive, papéis com uma historinha que escrevi outro dia, celular, gloss, pó compacto, colírio, rímel e batom cor-de-boca.

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Desespero por achar que escrevi ansioso com "c". Não vale eu ficar afim de você agora. Nem acho que a gente combine tanto assim. Mas pode ser que dê certo. Mas você também não parece acreditar nisso. Só todo mundo acredita. Já tô ficando irritada. Raiva. E minha mãe só vem amanhã mesmo. Vai me ver de cabelo novo. Só um cortezinho normal. E daí volta pra casa na quinta. Vão pintar a casa. E o Bili só vai ficar sujo. Ai, só lembrei agora de pegar o jornal.

***

"You had a girlfriend
That wasn't good enough for you"

(Neil Jung - Teenage Fanclub)