Paula Parreira

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quinta-feira, 30 de março de 2006

Coisas que a gente só consegue fazer quando está de folga:

- Topar uma viagem de última hora, às 11 da manhã de segunda-feira. Mas foi pra trabalhar.

- Happy hour às 18 horas.

- Deitar às 22 horas e só conseguir dormir às 2 da manhã.

- Arrumar gavetas, estante e mural de fotos.

- Desembalar um presente ganhei em dezembro passado.

- Comer pão de queijo e café na casa da tia à tarde.

Mas nem tudo é perfeito. Não consegui arrumar os livros e cds. Não li meu livro e não li jornal de manhã. Não levei o carro pra revisão.

domingo, 26 de março de 2006

O problema do Vila é que, quando precisa fazer umas coisas como a que o Atlético fez ontem, não dá conta. O dia não começou bem. Acordei às 14 horas, mas poderia ter dormido, tranqüilamente, até as 18. Meus planos para amanhã foram frustrados, mas eu já tenho um monte de novos. Só que nenhum deles será tão bom e maravilhoso como aqueles seriam. Os Arctic Monkeys saíram numa página inteira do jornal que eu assino, mas eu só vi isso hoje. Rotina de alguém que não consegue ler o jornal no dia. Só atrasado. Quase três dias depois vou ler a matéria.

quinta-feira, 23 de março de 2006

Então... Goiás está classificado, o Vila ganhou, o Fla também, tô na redação ainda (12h59 a.m.) e o Barreto, neste momento, deve estar detonando os meus títulos e olhos da página 3, a última que ficou pra ser fechada, com os resultados de Copa do Brasil, Libertadores, Espanhol, essas coisas aí. Perdi o episódio da semana de The O.C. e também perdi a reprise. Daqui umas 11 horas, estarei de volta. Tenho que escrever a matéria sobre a Copa de 1930. Acho que seria bom nem dormir de hoje pra amanhã. Ou de hoje pra hoje, nem sei mais.

quarta-feira, 15 de março de 2006

Parei de ler Febre de Bola pra ler Orgulho e Preconceito. Agora larguei Orgulho e Preconceito pra ler Febre de Bola. Quer saber? Não nasci pra ler clássicos. Pode ser burrice, ignorância, desinformação e incultura. Mas não dá. Já li Romeu e Julieta e, apesar de gostar só com histórias com final feliz, acho a história de amor mais linda do mundo. Já li Hamlet também. Já li Dom Casmurro na 8ª série, mas não me lembro direito da história do Bentinho e da Capitu. Que um traiu o outro, sei lá. Já li O Nome da Rosa. É um clássico não é? E acho a melhor história de suspense do mundo. Mas agora não quero ler mais. Acho que é porque achei Orgulho e Preconceito, ou o começo dele, muito chato.

terça-feira, 14 de março de 2006

No mercado:

Eu - Moço, onde é que tá esse ovo de Páscoa que tá dizendo aqui no folheto?

Moço - Ah, tá bem ali na parreira (e aponta).

Eu - Ah é. Na parreira.

segunda-feira, 13 de março de 2006

Consegui escrever a correlata. Olhei as fotos. Ficaram legais. Também vi as fotos do baile. Uma desistência. Acho que é meio burra. Mas já desisti. Também começo a questionar outras escolhas. Mas não é de hoje. Falta de conversar, dormir, estudar, fazer planos... Essas coisas normais, que todo mundo faz. Ao mesmo tempo é bom ficar sozinha. Putz, ficar sozinha e se sentir sozinha são coisas completamente diferentes. Sei disso. Almoçar sábado no shopping é uma canseira. Descobri da pior maneira. Achei meu cd do Bloc Party. Também achei "When the Sun Goes Down" no meu cd do Arctic Monkeys.

quarta-feira, 8 de março de 2006

Feliz aniversário pro menino mais lindo do mundo!

terça-feira, 7 de março de 2006

Vi Bloc Party e Arctic Monkeys na televisão pela primeira vez. Não sabia que o vocalista da primeira é negro. E a segunda tem um vocalista que parece ter 14 anos e toca com a guitarra aqui em cima, bem no peito mesmo. No meu disco pirata não tem "When the Sun Goes Down". Porque será? Coisa desses álbuns disponíveis por aí... E eu nem acho "I Bet You Look Good On The Dancefloor" a melhor música do disco. Acho que está na hora de dar uma ajeitada nos cds, porque descobri que o meu cd do Bloc Party sumiu.

segunda-feira, 6 de março de 2006

Pai. Eu sei o que é ser pai, apesar de nunca ter sido. Meu pai, este sim, pode dar a receita de como ser um bom pai. Acho que não é preciso só dar amor, carinho, educação, dinheiro, ensinar as coisas, não dar palmadas, contar histórias, ficar orgulhoso... Acho que a principal contribuição do meu pai foi ter me ensinado a verdadeira concepção de família. Família mesmo. A relação não é só do pai com o filho. É isso também. Mas é dos dois com o restante do ambiente familiar. Meu pai sempre foi um cara bacana, bacanérrimo, com a minha mãe. Sempre foi um exemplo para a família da minha mãe inteira. Sempre ensinou o real significado de um lar (fisica e simbólicamente). E sempre teve uma postura confiável. Confiava no meu pai pra ir pra piscina funda, pra dormir enquanto ele dirigia, pra me dizer que podia ou que não podia. E confiava no compromisso do pai com a mãe. Meu pai é o pai que eu desejaria pra todo mundo.

domingo, 5 de março de 2006

É mais ou menos como quando o Fellype Gabriel pega a bola na intermediária. Você fecha as mãos e desencosta do sofá. Com a habilidade do rapaz, ele dribla uns dois e chega à entrada da grande área. Você chega a levantar o bumbum, com as mãos fechadas e quando vê já está em pé, segurando a tv. Daí, em lances como esses, o Fellype Gabriel, invariavelmente, vai ser desarmado, ou chutar pra fora, ou chutar em cima do goleiro, ou sofrer uma faltinha. Sofrer a falta até que pode dar em alguma coisa depois, mas o pior é o anticlímax. A única diferença é que pro Fellype Gabriel a gente já não dá muito crédito e já sabe o que vai acontecer. No outro caso, eu esperei muito que fosse dar certo.

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Fim de semana no jornal. Fechamento sozinha no sábado. Seis páginas e dois diagramadores. Que me divertiram pra caramba. Crédito pro Luiz com o "uuuuiiiiiiiuuuu" dele, que ele disse ser de um desenho animado. E hoje o Sersócima ainda me vem com essa: "Nossa, minha unha tá tão grande que parece que eu tô de francezinha."

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Os árbitros da Federação Paulista de Futebol vão ter avaliação e acompanhamento psicológicos. Alguns problemas detectados: ansiedade, insegurança, dificuldades de decisão e em assumir responsabilidade. É, acho que eu não seria uma boa árbitra mesmo.

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Bom, o mês de março começou cheio de planos. Que, na melhor das hipóteses, se concretizam em pouco mais de dois meses. Por enquanto, eu e Maria Cristina já tivemos mil idéias. Eu estou super animada, talvez por acreditar que vou conhecer um mundo novo, responsabilidades novas e por achar que eu já devia ter aprendido a viver há muito tempo. Acho que vou dar um passo grande em relação a isso com os novos planos.

quinta-feira, 2 de março de 2006

A Lídia: - Eu queria que meu carro tivesse mais de cinco marchas. Às vezes eu acho que força muito só com a quinta.
Eu: - Uai, Lídia, pirou? Tá andando a 300 por hora aí na rua? Tá querendo pilotar um Fórmula 1?

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Aqui eu. Abandonei o blog, mas estou de volta. Não sei por quanto tempo. Ando com saudade, mais que o normal. Acho que é pelo tanto que o feriado de carnaval foi bom. Daí, como nem tudo é sempre perfeito, agora já tô cheia de problemas. E ando com raiva da minha covardia, do meu marasmo, da minha letargia. Matéria de música. Achei que ia ser mais fácil, mas tá brabo.