Paula Parreira

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sexta-feira, 30 de junho de 2006

Algumas vezes eu pareço ter o dobro da minha idade real. Mas, na maior parte do tempo, parece que eu tenho bem menos. É que as maiores preocupações parecem ser fúteis, não consigo ter controle emocional e tenho preguiça de conversas sérias. Mas tenho responsabilidade. Alguma, pelo menos.

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É como Roland Garros do ano passado. O melhor jogo foi na semifinal. Dois super favoritos. Nadal e Federer, os maiores expoentes do tênis mundial. Assim foi Alemanha x Argentina.

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Estou numa fase Olé. E fico furiosa quando dois chefes apostam contra o Brasil e o Parreira torce para a Argentina. Mas é claro que eu acho que uma final Brasil x Argentina seria o máximo. Mas ver os portenhos eliminados não tem preço. E merece comemoração. Ainda bem que é sexta-feira.

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Ando procurando o significado das coisas. Do meu emprego, daquele convite, de eu ter o Nevermind da minha case velha (que eu nem lembrava mais que tinha), de a família estar longe, de eu querer sair tanto, de não querer almoçar em casa, de não ser legal com a pessoa...

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O bom mesmo é que todo dia eu descubro alguma coisa nova. Hoje, por exemplo, descobri que Courtney Love já foi vocalista do Faith no More.

quinta-feira, 29 de junho de 2006

Na loja de cds, eu procuro Foo Fighters e lá só tem um álbum. Chega um cara. Aquele mesmo que estava falando ao celular na maior altura...

- Sabia que o Foo Fighters vai lançar um "the best"? Vai ser o disco mais aguardado.

- Ah é?

- É. O Oasis também promete uma coletânea muito legal.

- Ah.

- Mas se você realmente quer ouvir um britpop dos bons, tem que ouvir isso daqui (e mostra o cd do Kaiser Chiefs).

- (Quem te perguntou, bobalhão. Não tô afim de conversar) Legal. Eu tenho este disco aí.

E o celular toca de novo e ele fala numa altura impressionante. E eu saio de fininho para ouvir o System of a Down e o Yo la Tengo. Com a certeza de que eu odeio gente que puxa papo na loja de cds...

quarta-feira, 28 de junho de 2006

Isso é que é clima de mata-mata. O Klose disse que a Argentina deu azar de cair na chave da Alemanha. E as provocações já vieram do lado de lá também. Não é como o Brasil, que evita entrar no clima de revanche. O povo tinha mais é que levantar a rivalidade, dizer que vai dar o troco e tal. O Ronaldão tinha que dizer que vai meter um monte de gols no Barthez e o Kaká tinha que dizer que o Zidane tá precisando jogar de bengala. Se eu fosse o jornal, colocava na capa no sábado: "O jogo de despedida de Zidane", porque ele vai se despedir do futebol.

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Vou ali pesquisar, mas acho que Brasil e França são os países com as médias de idade mais altas na Copa do Mundo.

"I'm breaking my own rules
Becoming someone else"

"Did I throw away the best part of my life
When I cut you off, did I cut myself with the same damn knife"

Duas músicas e duas bandas completamente diferentes. Mas um momento só da minha vida. Engraçado pensar que eu ouço We are scientists (presente da Mariana) e também Bon Jovi.

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"Nem que eu vivesse 102 anos, acho que nunca esqueceria você". Vi só uma parte do meio do filme. Queria ter visto tudo e depois vou olhar a programação de novo. Mas na parte que eu vi, passou essa música aí. Não sei que música é, nem de quem é. E ela nem é muito boa. O filme eu sei: Hora de Voltar.

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E eu nem sabia que o guitarrista do Foo Fighters tinha uma banda paralela...

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Essa é a Maria Eugênia. Eu lendo a sinopse do filme, toda interessada e empolgada em, quem sabe, voltar a ir ao cinema. "ei, nem adianta ler a sinopse. Nesse horário aí você não vai poder ir mesmo", ela me diz. (...) Obrigada, Marô.

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Fui na Maria na hora do almoço. Com essa vida corrida, é incrível como a gente consegue conversar sobre um milhão de coisas num espaço de tempo tão curto. Conseqüência do tempo que eu fico sem falar com a minha amiga. Em apenas meia hora, falamos sobre mil coisas. Queria ficar lá a tarde inteira.

terça-feira, 27 de junho de 2006

Bem, era para ser a minha análise da notícia no jornal. Mas já que ela ficou tosquinha e não coube em lugar nenhum mesmo... Vou pôr aqui.

Dá para ser um conjunto?

Pronto! Agora todo mundo já é recordista. Ronaldo já marcou 15 gols e superou o alemão Gerd Müller (que marcou 14). É o maior artilheiro da história das Copas. Cafu já jogou mais uma partidinha, completou 19 jogos pela seleção em Copas e superou Taffarel e Dunga. Além disso, superou Matthäus e Overath no número de vitórias numa Copa: acumula 15 triunfos. O Brasil também já marcou o gol de número 200 em Copas.

Com todos os recordes batidos, já dá para parar de pensar individualmente e jogar como um time? Dá né? Porque falta ao Brasil um conjunto organizado. Os erros de passe quase me mataram de raiva ontem. E a falta de marcação também. A seleção de Gana tocava bola na entrada da área brasileira com uma facilidade enorme. E daí para arriscar alguns chutes a gol é um pulo.

A seleção parece ser um amontoado de craques que não se entendem. Mas se fosse assim, cada um dos craques deveria protagonizar lances de genialidade, não? Deveria. Mas o Brasil ainda não fez isso. Como o Brasil ganhou as quatro partidas até agora, então, algumas até por goleada? Com o faro de gol de Ronaldo (contra o Japão e ontem, contra Gana), com o posicionamento de Adriano (está jogando mal, mas pelo menos está lá na hora certa), com a vontade de Lúcio, a fragilidade de um adversário (o Japão) e a sorte.

Estamos nas quartas. Com mais um gol do Fla e mais um quase-gol do Fla. Adriano marcou e Juan deu uma de centroavante e também arriscou um chute perigosíssimo.

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Na cobertura da Copa e de tudo que tenho lido, gosto mais dos artigos de quem, normalmente, não escreve sobre esporte. Os textos que mais gostei de ler até agora foram do Clóvis Rossi. Não conheço a carreira dele e por isso não sei se algum dia já cobriu futebol e Copa e tal. Mas é o meu favorito até agora. E longe da página de opinião da Folha, onde normalmente ele escreve. E ele não foi pra Alemanha só pra escrever artigos não. Ele também cobre jogos. Legal né...

Um chegou e disse que estava com o pressentimento de que o Brasil vai ser eliminado. O outro chega e diz: "Mas pra quê ganhar? Esses jogadores só estão preocupados com os contratos deles, não são brasileiros de verdade não e nem moram aqui mais". Daí chega a outra e me pergunta: "Você acha que o Brasil passa? Eu tô com medo". Uai, gente, eu não sei se o Brasil passa. Mas eu torço por isso. E a gente acredita no que a gente torce.

Na visão de jornalista, não posso ir contra os fatos. O Brasil é pentacampeão mundial, 20 (dos 23) jogadores atuam nos melhores clubes do mundo e o técnico é experiente. Meio cabeça-dura, mas experiente. E Gana é estreante em Copas. A seleção brasileira é, então, favorita? Claro que é. Mas a eliminação não está descartada. É uma possibilidade.

E é justamente isso que faz o futebol tão fascinante. Qual é o mal em torcer pela seleção? Eu quero vibrar com os gols, quero que seja de goleada, torço por um gol de bicicleta, por outro de voleio, por um de pênalti que entre depois de a bola bater na trave e quero comemorar a vaga nas quartas-de-final. É claro que eu quero. Futebol é uma paixão, assim como uma ideologia, uma orientação política ou uma religião. Talvez seja a mais fascinante.

Eu gosto de futebol, de Copa, da seleção, do Fla, do Vila, do Ronaldinho, do Éder, do Dida... E não acho que seja uma perda de tempo torcer por tudo isso. Mas também não é uma perda de tempo não torcer. Cada um escolhe as suas paixões. E dá licença que eu vou ali torcer pela seleção.

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E a grande expectativa de quando eu acordei era se a gente teria uma escalação sensata ou uma cabeça-dura. Vamos ter a cabeça-dura.

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E não foi a rádio goiana que está na Copa que me informou isso. Quando desliguei a tv pra sair de casa e vir pra redação, queria mais que tudo saber quem ia jogar: Juninho ou Adriano, Adriano ou Juninho??? "Vou ouvindo a rádio am e daí fico sabendo", pensei. Que nada! Eu levo uns 20 minutos de casa no jornal. Nesse tempo todo, o pessoal se restringiu a "o estádio é bonito, temos a maior audiência, somos os únicos goianos na Copa e blá, blá, blá". Informação que é bom, nada.

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Apesar de tudo, continuo achando que o pessimismo é um mecanismo de defesa do torcedor mais apaixonado. É que ele acredita, mas quer se forçar a pensar o contrário. Mas tenho uma notícia: este não é um jeito de sofrer menos.

segunda-feira, 26 de junho de 2006

Saldão de fim de semana: clipe novo do Strokes (You only live once), comida japonesa, muito chopinho, chegar às 6h30 da matina, dormir até as 15 horas no domingo, aniversário da Pri, aniversário da tia, dois cds novos gravados pelo tio, Bon Jovi, reencontro, bar inédito, irritação pelo telefone, feijoada, só um jogo da Copa (Portugal x Holanda), passeio no shopping (bem rapidinho).

sábado, 24 de junho de 2006

Eu não sei porque eu ainda pego o telefone. Só pra passar raiva mesmo. Dia de folga e nada de proveitoso. Só o almoço de aniversário da Pri que foi ótimo. Mas eu comi pouco. Parabéns, amiga. E as surpresas do dia-a-dia. No Bob´s eu queria um Ovomaltine e tinha R$ 6. Dava um médio. "A diferença do médio pro grande é só R$ 1. Sai por R$ 6,50", disse a vendedora. Procurei na bolsa e nenhuma moedinha. A Mariana também não tinha nada. Não, vai o médio mesmo. "Só fica faltando R$ 0,50 né", disse e menina. "É, mas eu não tenho", respondi. "Nesse caso, vou te fazer um desconto e te dar um grande." Puxa, muito obrigada.

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E não vi nada de Copa hoje. Perdi a Alemanha, a Argentina e o Robinho.

quinta-feira, 22 de junho de 2006

Engraçado. Hoje de manhã não tinha quase ninguém na rua vestido de verde e amarelo. Só mesmo o povo que trabalha na padaria, mas como aquele é o uniforme, imagino que é natural que os funcionários estejam vestidos com ele. Também é engraçado ver uma coisa que há muito eu não via: a movimentação na cidade às 8 horas. Acordar cedo tem que se tornar mais freqüente.

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E tudo depende mesmo da música que você ouve. Aquele dia, dirigia ouvindo uma versão diferente de uma música do Phil Collins, se não me engano (pronto, confesso). Fui ler uma mensagem que o pai mandou. Como todas as outras que ele sempre manda, se despede dizendo que me ama. Caí no choro. Se eu estivesse ouvindo uma música do LCD Soundsystem que tem no mesmo disco, isso não aconteceria.

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E agora vou conhecer "We are scientists". Thanks!

quarta-feira, 21 de junho de 2006

O Parreira quer poupar os que têm cartão amarelo, mas o Ronaldo está garantido. Outros jogadores não querem ser poupados. Adriano pelo medo de que não faça falta, dada a má fase que vive. Cafu porque quer bater recordes. E Kaká porque tem medo de que Juninho arrebente no jogo e ofusque suas atuações, as melhores do Brasil até agora. Pra quem dizia que antes da Copa estava tudo tão calmo na seleção... É um prato cheio.

Não é só o Brasil que é pressionado a mostrar muito mais na Copa. A Inglaterra até agora só conseguiu vitórias magras também. E ainda tem o esquentadinho Rooney (que não aceita a reserva) e agora o Owen machucou. E o Rooney tem é que agradecer por estar na Copa. Se o treinador quisesse, poderia nem tê-lo levado. Mas não. Confiou no cara e o levou lesionado pra Copa, mesmo que ele talvez só pudesse atuar nos mata-matas. Tá faltando é peia.

Enquanto isso, todos os outros astros da Copa não se importam em esquentar o banco e são seguros de que, quando entrarem, vão jogar bem. Não importa o motivo. Crespo, Deco e Ballack, por exemplo, já firacaram no banco.

terça-feira, 20 de junho de 2006

E o Jacques Villeneuve resolveu cantar rock. Me ocupo agora fazendo uma seleção de músicas. A mãe briga comigo, mas não pergunta como eu estou. E o meu bolão já era.

segunda-feira, 19 de junho de 2006

Opressivo: que oprime, que sujeita a opressão, que serve para oprimir; oprimente, opressor, que provoca sensação de abafamento ou sufocação; abafadiço.

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Eu queria que a Copa acabasse amanhã. Ou queria um licença-Copa. Mas tenho a ligeira impressão de que isso não acontece com quem trabalha no caderno de esportes do jornal.

domingo, 18 de junho de 2006

Desde a primeira tentativa de finalização do Ronaldo e a primeira blitz em cima de Ronaldinho Gaúcho comecei a esperar ansiosamente pelo Robinho e pelo Juninho Pernambucano. Mas quando o Gilberto Silva levantou do banco, eu e o Luizinho não agüentamos. Atiramos pedras e todo o tipo de xingamento que a gente sabia pra cima do Parreira. Mais ele do que eu, claro. Mas que técnico cabeça dura né? Haja paciência. Gostei demais da vitória, tô rouca de tanto gritar no gol do Fred, ganhei o bolão (junto com mais mil pessoas) e quero mais é comemorar. Mas o Brasil podia empolgar mais. E eu podia ir pro bar depois do jogo com a galera. E o Adriano podia marcar mais uns. Foi o primeiro gol do Flamengo na Copa. E depois o Juan chegou a querer arriscar. Já pensou se ele marca o segundo gol do Fla na Copa?? Ia ser bom demais...

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Abaixo a minha análise da notícia pro jornal:

Ainda não foi desta vez que o Brasil jogou bem. E nem sei se acontecerá nesta Copa. É muito difícil ser a seleção brasileira. O jogo de ontem parecia videogame. Onde tinha um jogador brasileiro, automaticamente dois (muitas vezes três) australianos chegavam na marcação. Em qualquer lugar do campo, ataque ou defesa. E com um time preguiçoso como aquele, não dava para ter o domínio completo da partida.

O Brasil não marca, mas de jeito nenhum, a saída de bola do time adversário. Nunca o fez e nunca vai fazer. Chega a irritar às vezes. A seleção deixou a Austrália jogar como quis. Todas as seleções favoritas fazem uma blitz ostensiva na saída de bola adversária em seus jogos. Inglaterra, Argentina, Alemanha e por aí vai. Mas o Brasil não faz isso. Forçaria erros de passe e deixaria o rival com menos espaços. Sem contar que teríamos jogadores adiantados e já bem perto do gol em alguma possível roubada de bola.

E com a bola nos pés, eu prefiro um Juninho Pernambucano jogando ofensivamente e com objetividade do que um Ronaldinho Gaúcho ostensivamente marcado e jogando muito longe do gol. E o Ronaldo? Buscou mais o jogo ontem e chegou a empolgar a torcida em alguns momentos. Mas está longe de voltar a jogar bem. Não é culpa dele. O atacante não está em forma e pronto. E não é justo cobrar que entre em forma em poucos dias. É justo, aí sim, cobrar mais coragem do Parreira para deixá-lo no banco e aproveitar um jogador que possa fazer mais pela seleção. Mas isso todo mundo já sabe. E mais uma vez, o treinador brasileiro confirmou o Fenômeno como titular diante do Japão.

Há o que comemorar? Sim. Estamos nas oitavas-de-final antecipadamente, como as outras favoritas. Deixar para garantir a vaga somente na terceira rodada seria vexatório. Só não sei se vão continuar pedindo o Robinho como titular. Acho que agora vão cobrar o Fred no ataque da seleção. Afinal de contas, o que vale é bola na rede. E foi o que Fred, e não Ronaldo ou Robinho, fez.


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Depois do jejum de Bolshoi, voltei lá prum show da Another Day, uma banda que toca hard rock e progressivo. É boa, mas não me empolga muito. Gostei do som que rolou depois. E das companhias também.

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O que de mais sensato eu ouvi outro dia: "Tá na moda não gostar de Copa e torcer o nariz pros jogos".

sábado, 17 de junho de 2006

Concentração pro joguinho de amanhã. Vou acordar cedo pra já entrar no clima, vestir minha camisetinha do camarote e vir pro jornal. Hoje o Deco fez um gol, mais um de fora da área nessa Copa. Foi massa o jogo de Portugal. Mas fiquei torcendo pro Cristiano Ronaldo perder o pênalti. É que ele é muito metido, meio individualista demais, esquentadinho também. Daí fiquei torcendo pra ele errar. Mas estava torcendo pro Felipão.

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E é claro que eu fiquei com inveja da Argentina. Mas não contem pra ninguém, ok? Mas que timaço, hã? Como diz a Pri, eu queria um Riquelme no Flamengo. Daí ia ficar um super ataque, com o Obina e o Peralta. Já pensou, hã? Mas o Crespo é matador, o Messi é mesmo uma grande promessa, o Carlitos continua chato mesmo com o gol bonito e o Sorín é craque. Só espero que a minha dor de cotovelo acabe amanhã, no jogo do Brasil.

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Tem mais gente de despedida. Acho que eu não consigo acostumar nunca com despedidas. E olha que tive muitas nos últimos tempos. É sempre tão triste, né?

quinta-feira, 15 de junho de 2006

O nome do quadro da matéria é "torça sem descuidar da saúde". E olha só que disparate. As dicas são: ter uma boa noite de sono antes do jogo, alimentar-se balanceadamente no dia do jogo, evitar bebidas alcoólicas, sair da frente da televisão e ir tomar um ar se houver alguma palpitação anormal tipo taquicardia. Fala sério! Quem torce assim? Eu prefiro morrer de ataque cardíaco. E o povo ainda tem coragem de fazer uma matéria dessa...

O relógio do meu computador é atrasado. E o meu relógio de braço é adiantado. Eram 0h50 quando eu desliguei a televisão e fui ouvir meu disco novo. Sei lá que horas eu fui dormir. Só sei que os planos de acordar às 7h20 foram por água abaixo. Ainda assim acordei mais cedo que o normal pra ir lá no shopping. Mas não adiantou nada. Raiva.

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E eu tô no caminho certo, hã? O Equador goleou hoje. No meu bolão deu que o Equador vai ser a zebra da Copa. O time chega nas semifinais, mas Argentina e Alemanha não chegam. Mas vou pedir a Mariana pra me ajudar. Se ela nunca vê jogo de bola, não lê nada de futebol e acerta o placar do primeiro jogo, ela tem que me ajudar.

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Ainda não sei o que fazer com aquela caixa. Se fosse de comer, eu comeria tudo pra engordar um pouquinho.

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Eu ainda não ouvi o som novo do Jack White. The Raconteurs, dizem que é bom...

terça-feira, 13 de junho de 2006

Não, eu não gostei do jogo. Mas sim, eu gostei da vitória. Se continuar assim, for como em 1994 e a gente ser hexa, tudo bem. A gente vai passar raiva, mas no fim vai comemorar. Como escrevi na análise do jornal, o verdadeiro futebol que vi na Copa até agora foram da República Checa e da Alemanha. Dizem que Argentina e Costa do Marfim foi legal, mas eu não assisti. E uma constatação: o bom mesmo é ver jogo no conforto do meu lar. Só não vou poder fazer isso...

segunda-feira, 12 de junho de 2006

Sinal dos tempos de Copa. Passei boa parte da noite de ontem, antes de dormir, pensando numa maneira de não perder Austrália x Japão e conseguir sair pra comprar um ferro de passar roupa.

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Coloquei ao meu lado, empilhados, todos os livros que comecei a ler nos últimos meses e não consegui terminar. Reorganizando a leitura. Então, (re)recomecei a ler um. Acho que agora vai. Mesmo com o tempo tomado pela Copa.

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E eu ainda tinha pensado em chegar no jornal às 11 horas para adiantar umas coisas que estão super atrasadas. Mas tinha esquecido de Austrália x Japão. A que ponto chegamos, hã? Não poder perder Austrália x Japão, um jogo que outro dia mesmo não me interessaria de jeito nenhum.

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Acertei um jogo no bolão: Argentina 2 x 1 Costa do Marfim.

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Tudo isto ao som do Nine Lives, do Aerosmith. Antigo? Não, imagina... Estava na promoção e eu comprei. E deixei de comprar a trilha nova de The O.C. Pode? Claro. Aerosmith é a banda da minha adolescência. E o Nine Lives é, sim, o que tem a música (linda) do Armaggedon, que eu aprendi a cantar no inglês.

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Eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu... Você sabia que isso aí cansa às vezes?

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A música que eu tinha guardado:

Love of mine
Some day you will died
But I´ll be close behind
And follow you into the dark
(...)
If there's no one beside you
When your soul embarks
Then I'll follow you into the dark

sábado, 10 de junho de 2006

Acordei, peguei o carro e fui à padaria. Na volta, faltava pouco para o início de Inglaterra x Paraguai. E todo mundo super lento no trânsito. E, no primeiro dia da Copa, aos 15 minutos de Alemanha x Costa Rica, a Nega Brechó me chama lá na recepção toda vestido de Brasil, querendo fazer foto. Ei, peraí gente. Será que ninguém assiste Copa do Mundo não?

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O Ronaldinho é o melhor do mundo, mas é o mais chato nas entrevistas. E o joguinho foi feio pra caramba. O Gamarra podia fazer mais umas merdas pra ser o pereba da Copa. E detesto gente egocêntrica, mas sou assim às vezes também. E detesto gente empolgada demais, mas também fico assim às vezes.

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Foi até bom conversar. Mas eu não sou muito boa com isso.

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E uma correção. Não tinha mesmo como eu ver o Maldini, porque o cara nunca foi campeão do mundo. Dã pra mim. Desculpa a vergonha, hein (é como o povo na redação diz). Mas continuei sem ver o Nilton Santos, apesar de ter assistido parte da reprise da cerimônia de abertura. E este sim. Não só foi campeão, como foi BIcampeão.

sexta-feira, 9 de junho de 2006

Já rolou de tudo no primeiro jogo da Copa: golaços (não um, mas dois golaços), erro de arbitragem, uma estrela de fora (Ballack), ótimas defesas (Porras) e um centroavante matador (Wanchope). O Mundial começou bem. Eu só não pude ver. Não, mentira. O jogo eu até assistir, mas vou perder muita coisa do que eu queria ver. Perdi o Nilton Santos e o Maldini na cerimônia de abertura, por exemplo.

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E o Maradona já ganhou o troféu de mais besta da Copa. Mais que Pelé.

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E eu achei lindo o menininho invadir o campo pra abraçar o Ronaldinho. Mas horroroso o povo pegando o moleque e colocando pra fora, como se fosse um criminoso. Mas ele tava felizão, hã?

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O House Garden é o pior lugar de Goiânia. Minha primeira vez lá foi na quarta-feira, na tal reinauguração. Também, um lugar freqüentado por Alex Dias, Luxemburgo e Paulo Nunes só pode ser tosco mesmo. Fiquei com vontade de ir embora na hora que cheguei. Mas estava paciente. Fiquei até as 3 horas. Reclamando claro, porque senão deixaria de ser Paula. Só uma coisa boa. Ir lá me deixou com vontade de escutar Fischerspooner.

quarta-feira, 7 de junho de 2006

Depois de uma "Rodrigo-censura", que evoluiu pra auto-censura mesmo, não pude atualizar isso aqui dias antes. Agora, acho que já posso, mas ainda corro risco. Porque o que me incomodava, ainda não acabou. Mas não preciso (e também não quero) conversar com ninguém. E não preciso (nem quero) que conversem comigo.

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O que é interessante é passar a admirar e respeitar uma pessoa que antes achava que não servia pra conviver comigo. E que era classificada como tal porque convencionou-se assim. Hoje o que parece é que eu é que não sirvo pra conviver com ela. Ainda bem que existem as surpresas (apesar de eu não gostar muito delas). E isso quer dizer que eu posso me surpreender de novo no mesmo caso.

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A Paola voltou de viagem. E quer comemorar.

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Achei que meu disco tinha sumido, mas cheguei em casa e foi super fácil encontrar o verdinho "Teenage Fanclub and Jad Fair" e pôr pra tocar.

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Último episódio. Eu já sei que a Marissa morre.

sábado, 3 de junho de 2006

Sabe como terminei minha noite? Acompanhando, segundo por segundo, o fim de América-RN 3 x 0 Ceará, pela Série B. Pelo menos o Vila não foi pra zona de rebaixamento.

quinta-feira, 1 de junho de 2006

Como assim o Ryan e a Marissa vão sofrer um acidente de carro no último episódio? Não vai mesmo ser um final feliz? Ai, não sei porque eu ainda assisto essas coisas... E o pior é que assisto sempre a reprise da madrugada. Ai, ai...

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Se eu quisesse, podia ser uma craque de bola. Sou do mesmo signo de Pelé, Maradona e Garrincha.

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Compromissos: Pri, lavanderia, Copas de 66, 70 e 74, dormir, ficar sem dormir, arrumar a casa pra chegada, comer e fechar no fim de semana.