Paula Parreira

repórter + esportes + música + Itumbiara + jornal + Goiânia + futebol + mostarda + dorminhoca + tênis + blog + Guilherme + família + óculos + café + fotos + Pateta + O Popular + marshmallow + amigos

sexta-feira, 28 de julho de 2006

Nem tudo é sempre legal por aqui. Mas às vezes a gente se surpreende pro mal também. Passei a noite chorando por conta de uma grosseria. Que eu não achei justa. Só tenho a lamentar o episódio, porque é com uma pessoa que todo mundo acha bacana. De qualquer maneira, vou fazer a matéria. Mas só porque eu acredito nela pra caramba e faço planos de publicá-la desde o ano passado. Mas bem que eu queria deixar essa pessoa de fora... Mas isso também é aprendizado.

quarta-feira, 26 de julho de 2006

Em meio à malas, carros, poeira, mochilas, repelente e sacos de dormir, vou contar umas histórias na cobertura do Rali dos Sertões. A largada é amanhã e volto no dia 6 de agosto. Faço um blog pro Diário da Manhã. Tá aí o endereço: www.dm.com.br/hotsite/rali20060724

domingo, 23 de julho de 2006

Há muito tempo não sentia você tão próxima. É que você não tem a mínima noção do quanto é difícil pra gente aceitar uma condição imposta a nós. Mas quando coloquei minha mão entre as suas, e você a esquentou como se soubesse exatamente de quem era aquela mão, senti um conforto que eu já nem conhecia mais. E aí eu beijei seu rosto e seu cabelinho branco. E você retribuiu, com todo o carinho do mundo. O mesmo que eu conhecia de muitos cafunés durante as férias. O mesmo que eu sentia no sabor das rosquinhas fritas que eu comia sem parar. O mesmo que eu sabia existir em cada um daqueles brinquedos do saco de presentes de Natal. E é o mesmo que eu sinto por você, mesmo que você não saiba mais quem eu sou. Mesmo que você só converse comigo coisas sem coerência alguma, só pra dizer alguma coisa. A doença é cruel, mas aos poucos a gente aprende a conviver com ela. Algo que você já sabe fazer há muito tempo. E sem esforço algum. Na verdade, não somos nós que temos que ter paciência com você. É você que deve fazê-lo. Até que aprendamos a cuidar de você como merece.

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Eu tenho medo de pinças e agulhas. Mas eu dôo sangue e tiro a sobrancelha.

quinta-feira, 20 de julho de 2006

Essa é a minha dupla de ataque. Obina e Luizão. Fala sério! Nessas horas, até o Obina se torna o craque da nação. Bom demais o joguinho ontem. Perdi metade do primeiro tempo, mas acho que peguei o melhor. Aquele segundo tempo eletrizante. Quem precisa de Zico, se tem o Jônatas e o Renato Augusto? E viajar com a ressaca do título da Copa do Brasil vai ser ótimo.

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Então. Vou cobrir, de novo, o Rali dos Sertões. Pra quem soube de todas as aventuras do ano passado, pretendo uma viagem mais tranqüila desta vez. Acho que vai ser. Não que uma única cobertura possa ser considerada uma larga experiência. Não pode. Mas pelo menos já sei melhor o que levar na bagagem. E vou levar mais blusa de frio, travesseiro e cobertor. E algum outro calçado, além de tênis, chinelo e papete. Ainda não estou tão no clima, mas preciso já começar a escrever algumas coisas. Fiz poucas matérias até agora, mas tenho idéias de um monte já. Farei um blog pro Diário da Manhã de novo e acho que vai rolar uma coluna no jornal, além de matérias especiais, de bastidores e as de enfoque esportivo mesmo. Também vão rolar as colunas do site Grande Prêmio. A aventura está chegando. Desta vez, não durmo no deslocamento, passo longe de carros de competição (quer dizer, passo perto, mas não entro) e chego na praia, em Porto Seguro. Acompanhem ok? E, antes disso tudo, dois dias de folga caíram super bem. Vou aproveitar pra ver os dvds do Sertões.

terça-feira, 18 de julho de 2006

Existem perguntas que eu não sei responder. "Porque você abre um monte de janelas do Firefox se você pode abrir em abas numa janela só?"

sábado, 15 de julho de 2006

"Você mentiu. Até voltou, mas não sabia que ia. Então, mentiu." É cada coisa que eu sou obrigada a ouvir. Pelo menos o carro não ficou verde.

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Acho que a gente tem que começar a se preocupar quando, no dia do aniversário do irmão, não conseguimos abraçá-lo e só damos parabéns pelo telefone. E o pior de tudo, e que deve me deixar desesperada, é que no aniversário foi terça-feira e, até hoje, sábado, eu não o vi.

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Eita! Sabiam que eu não sei chegar no Autódromo?

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Como é que eu poderia não gostar de um disco intitulado "Young for eternity" (que tem uma música com esse nome também), tem uma música que chama "Holiday" e canta "Mary is my best friend" numa outra música? Eu só podia mesmo gostar de The Subways.

sexta-feira, 14 de julho de 2006

Vim para o jornal ouvindo meu disco de anos 80. Pra entrar no clima. E O primeiro comentário no meu artigo, que ficou muito fraquinho, admito.

quarta-feira, 12 de julho de 2006

Olha o que as facilidades da tecnologia e do auto-atendimento fazem com as pessoas. Nunca fui muito adepta de modernidades, exceto no quesito bandas. Não ouço música em mp3. Até pego uns discos, mas aí gravo em áudio e não ouço no computador. Não tenho ipod, não vou ao banco pela internet, não sei mexer em celulares modernosos, demorei a saber o que era wi-fi, não compro muito pela internet e até outro dia não tinha cartão de crédito. Comigo era só dinheiro ao vivo ou, no máximo, talão de cheques.

Mas ontem, depois de pagar meu seguro por um ano e meio no caixa normal do banco, decidi ligar no atendimento e perguntar se poderia pagar no caixa eletrônico. Não sei o que pensava. Morria de medo de dar algum piripaque na máquina, meu pagamento não ser efetuado, minha apólice ser cancelada, eu bater o carro e daí não ter direito ao seguro. Ontem, só ontem, perdi o medo. E o cara me informou que, se não estiver vencida, a parcela pode sim ser paga no caixa eletrônico. E eu fui lá. E resolvi tudo rapidinho.

Daí a preocupação passou a ser outra. O que é que eu iria fazer nesse tempo que tinha reservado pra ir ao banco e ficar na fila para pagar o seguro? Já estava acordada mesmo e teria todo o tempo do mundo. Mas só gastaria pouquinho pra pagar o negócio no caixa eletrônico. Estão vendo? Fiquei entediada, sem ter o que fazer, com tempo ocioso e cheia de caraminholas na cabeça. É isso o que essa tal modernidade faz.

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Incrível é ir na loja, comprar três discos novos e sair de lá sem nada. Dureza ter o negócio na loja, mas o povo não achar. O jeito foi encomendar. E agora tenho que esperar os pacotes chegarem em casa.

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Passa pra mim. Eu resolvo tudo. E agüento todos os tipos de problemas. Agora, sou Paulinha multi-uso, mil e uma utilidades e todo o tipo de slogans que vocês encontrarem por aí. Bem, nem todos né?

sexta-feira, 7 de julho de 2006

Mais uma dos episódios surreais que acontecem em Goiânia. Quando estacionei meu carro na rua, na rua do Bolshoi, nunca imaginei que voltaria e o veria coberto de tinta verde. Detalhe: meu carro é branco. Não entendi nada. E continuo sem entender. É aquele tipo de coisa que você conta na rua e ninguém acredita. Daí que parei, às 3 e meia da matina, num posto pra lavar a tinta.

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Quando entrei no lugar, começou a tocar A hard day´s night. Pensei: "Começou bem esse tal de Meninas do Rock". Que nada! Era um outro cara da casa mesmo tocando. Quando elas assumiram as pickups, era a hora de sentar. Não foi tão ruim. Mas podia ser melhor. Eu e a Mariana, claro, achamos que o nosso playlist seria muuuuito melhor. Dá até vontade de discotecar também.

O que teve de bom? New Order, B-52, Cachorro Grande, Beatles, Rolling Stones, Autoramas, Raul Seixas (bom para quem gosta), Jet, Aerosmith e outras coisas. Até gostei quando começou o set da menina que tocou eletro. Mas quando demora muito eu enjôo.

E decidi que amanhã eu vou discotecar. Vai ser lá no meu carro. Enquanto estiver indo pra Itumbs. Três horas de som. Quem quiser ir, está convidado.

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E o tio falou que posso ir lá gravar os cds que baixei. Logo então terei a discografia completa do Death Cab, o Raconteurs (finalmente) e o Rakes (finalmente também).

quinta-feira, 6 de julho de 2006

Já me sinto órfã de Copa do Mundo. No começo, com aquele tanto de jogos, parecia que não ia acabar nunca mais. Num fim de semana que fiquei de folga na fase de classificação, preferi tirar um descanso e só assisti a um jogo. Mas é sempre assim. O negócio vai afunilando, afunilando, e a gente começa a sentir falta antes mesmo de acabar.

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E quatro argentinos vão participar da final da Copa. Essa raça já tá virando uma praga e se espalhando por todos os cantos. Não adianta mais a Argentina ser eliminada precocemente. Ainda tem outros que chegam à final, como o juiz, os bandeirinhas e o Camoranesi.

quarta-feira, 5 de julho de 2006

A grande expectativa agora é de que Felipão faça o que Parreira não fez: pare Zidane. E o título que eu gostaria de pôr no jornal amanhã é "Felipão aposenta Zidane". E daí você lê as notícias e vê o Cicinho dizendo "É de improviso, na hora" sobre a marcação e a aplicação ou não da linha de impedimento num lance de bola alçada na área do Brasil. É brincadeira, né não? Até o Goiânia treina mais que a seleção brasileira. Como assim no improviso? Tudo o que vem à tona agora nos faz ter certeza de que a seleção era um oba-oba danado, a delegação foi passar férias na Copa, o time não tinha noção nenhuma de que tática aplicar e era tudo um samba do crioulo doido. E a gente caiu, como um patinho.

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Mais modificações na seleção da Copa.

Buffon (Lehman)
Miguel (Grosso)
Thuram (Lúcio)
Cannavaro (Wiltord)
Lahm (Sorín)
Mascherano (Zé Roberto)
Frings (Vieira)
Zidane (Totti)
Figo (Ballack)
Klose (Del Piero)
Cristiano Ronaldo (Podolski)

Técnico: Felipão, só porque eu vou torcer por ele - (Marcelo Lippi agora é o reserva e o Klinsmann é o reserva do reserva)

domingo, 2 de julho de 2006

A partir de agora, por um bom tempo, não quero mais ser Paula Parreira. Quero ser Paula Scolari. Pode ser também Klinsmann, até Pekerman... Só não quero ser Parreira. E, sim, minha torcida agora vai para Portugal. E por jogos sensacionais nas semifinais e na final. Acho que vai ser. Queria falar sobre a decepção, mas...

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Agora a minha seleção mudou. Como não colocar Zidane, tão decisivo no jogo das quartas? Eu bem que não queria, mas...

Lehman (Dida)
Miguel
Thuram (Lúcio)
Cannavaro (Wiltord)
Lahm (Sorín)
Mascherano (Zé Roberto)
Frings (Vieira)
Zidane (Beckham)
Figo (Ballack)
Klose (Ronaldo)
Cristiano Ronaldo (Podolski)

Técnico: Felipão, só porque eu vou torcer por ele - (Klinsmann passou a ser o reserva)

sábado, 1 de julho de 2006

Não tenho palavras.

Agora vai! Juninho Pernambucano e Gilberto Silva são titulares. E quem apostou no bolão contra o Brasil se fudeu.

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No meio do jogo de Portugal, tive um lampejo: "Mas eu tenho que ter uma seleção da Copa!" Daí eu fiz a seleção titular e a seleção reserva. E pedi a ajuda do meu irmão. Então ele falou que eu não entendia nada de Copa e que na minha seleção tinha que ter o Lúcio, o Zé Roberto e o Robinho. Eu falei que na minha seleção não ia entrar o Lúcio (mas podia entrar o Juan), nem o Zé Roberto (mas podia ter o Gilberto Silva) e não ia entrar o Robinho. Aí eu fiz uma seleção um pouquinho influenciada pelo Daniel. Aí vai:

Lehman (Dida)
Miguel
Juan (Lúcio)
Cannavaro (Wiltard)
Lahm (Sorín)
Gilberto Silva (Mascherano)
Frings (Zé Roberto)
Kaká (Beckham)
Figo (Ballack)
Klose (Ronaldo)
Cristiano Ronaldo (Tevez)

Técnico: Klinsmann (não sei se uma seleção pode ter um técnico reserva, mas, se puder, vai ser o Felipão)

Observações:
1. Meu irmão falou pro meu ataque ser Klose e Ronaldo. Mas não coloquei essa dupla pelo mesmo motivo que eu acho melhor a seleção não jogar com Ronaldo e Adriano. E entre os dois, o Klose marcou mais gols.

2. Pelo Dani, coloquei o Zé Roberto (só porque ele foi eleito o melhor do jogo pela Fifa duas vezes) na reserva. O Beckham também está lá por causa dele.

3. Minha seleção ainda não tem um lateral direito reserva. Só gostei do Miguel até agora.

4. Pensei em colocar a seleção aqui depois do jogo do Brasil, mas depois eu faço alguma mudança, se preciso. E esta seleção é só até os jogos de ontem

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Saí de casa antes de terminar o segundo tempo de Portugal. Meu irmão ficou de me ligar e dizer como terminou. No shopping, onde eu tinha que pegar meus óculos, não tinha nenhuma televisão ligada no jogo. Nenhuma!! Desisti e fui tomar um café. O dono da cafeteria, de repente, chega com uma televisão. "Ou, põe aí no jogo de Portugal", falei. E ele colocou. Na hora dos pênaltis, olhei pra trás e tinha umas 40 pessoas assistindo. E como o povo torcia pra Portugal, lamentava os pênaltis perdidos por Hugo Viana e Petit, comemorava as defesas nas cobranças de Gerrard e Lampard. Mas o mais legal foi o Cristiano Ronaldo. Acho que dar uns pulinhos antes da cobrança dá sorte.