Paula Parreira

repórter + esportes + música + Itumbiara + jornal + Goiânia + futebol + mostarda + dorminhoca + tênis + blog + Guilherme + família + óculos + café + fotos + Pateta + O Popular + marshmallow + amigos

quinta-feira, 31 de agosto de 2006

Como assim o filme da Maria Antonieta tem uma música do Strokes? E a frase do dia vai para o Wiltão: "O West Ham é a Jataiense da Inglaterra". E artigo também pode ser informativo. E contar umas coisas que a gente não colocou na edição do jornal.

A semana não tá boa. O Vila perdeu, o Fla também e o Goiás ganhou. Como tudo é compensatório, acho que o fim de semana de folga me reserva boas notícias e surpresas.

quarta-feira, 30 de agosto de 2006

Fui pesquisar no Google para encontrar o site da FIA. O primeiro resultado era de uma escola, a Fundação Instituto de Administração. O segundo resultado trazia a Fundação para a Infância e a Adolescência, do Rio de Janeiro. Só o terceiro resultado era o site da Federação Internacional de Automobilismo.

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E esse Cansei de Ser Sexy, hein? Será que é bom mesmo? O clipe que eu vi na MTV achei chato. Não acho que é pra tanto. Mas essas meninas tocam com todo mundo, fazem shows em tudo que é canto... Que saco!

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Acho que eu devia insistir mais nas coisas que eu quero. Ando desistindo fácil demais. O show seria legal. E tenho questionamentos também. Será que vale a pena investir numa área que não é a minha? Será que é muita estreiteza não querer conhecer outras coisas e trabalhar em outras áreas?

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E como assim "a política é a arquitetura da vida"?

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Cortei o cabelo. Mas não sei se vou gostar muito dele...

segunda-feira, 28 de agosto de 2006

Esta semana vou cortar o cabelo. Medo. E me deu vontade de ouvir Kaiser Chiefs. Bem altão. Também vou fazer isso.

domingo, 27 de agosto de 2006

Queria ter escrito a análise do jornal, mas como era muita matéria e pouco espaço, deixei de fora. Vai aqui então. Fórmula 1 e vôlei. E o fim de semana foi ótimo. E a capa de segunda ficou linda. Eu achei, tá? Todos os fins de semana podiam ser assim, com um monte de comemorações e capas lindas.

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A alegria pela primeira vitória na Fórmula 1, conquistada no GP da Turquia, pode ter custado a Felipe Massa o posto de piloto titular da Ferrari no ano que vem. Não é culpa dele. Ele só aproveitou as circunstâncias da corrida. Mas como Schumacher ficou mais distante do oitavo título mundial, pode ser que ele anuncie que vai permanecer por mais um ano na Fórmula 1. O alemão só se aposenta se erguer o caneco neste ano.

Mas foi uma vitória convincente, como um prêmio para Felipe Massa. E como um tapa na cara de Rubens Barrichello. Todos sabiam que ele ia deixar o Schumacher passar e, como profissional, ele era quem mais sabia. Mas não precisava desdenhar da pole do piloto. Desdenhou e se deu mal, porque Massa mostrou que pode vencer e ainda contar com a simpatia de Schumacher, o que Rubinho nunca teve na Ferrari.

Mas que foi emocionante ouvir o tema da vitória, foi. Eu sei que isso é coisa da mídia, mas eu não tive dúvidas ao comemorar a brilhante vitória, construída de ponta a ponta. E aqui vale o clichê: que seja a primeira de muitas e que Felipe Massa saiba plantar em cada um dos brasileiros uma sementinha de esperança de ter um brasileiro brigando por vitórias na Fórmula 1. O que Rubinho nunca soube plantar.


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Liguei pro pai antes da final. Uma conversa sobre a corrida, sobre o jogo e a análise prévia: "Precisa preocupar não pai. Vai ser moleza ganhar". O excesso de otimismo contrastou com a apreensão que eu tive na hora dos hinos. Quando começou a Marselhesa, pensei: "Ai, bem que podia tocar 'All you need is love' ou qualquer outra coisa. Esse hino me dá arrepios". Daí comecei a pensar longe e, influenciada pela música dos Beatles, fiquei imaginando que eu nunca vi uma seleção inglesa de vôlei. Mas deixa pra lá. Volta, volta, Paula! O jogo está começando.

Mas o que deu arrepio mesmo foi cada um dos ataques de Ruette. E dá-lhe massacre em cima do Brasil. Não bem um massacre, mas os franceses abriram 2 sets a 0. Como de costume, proferi um "esse time é uma vergonha" e fui tomar banho. Mas aí quando voltei já estava tudo bem. E foi só esperar o hexacampeonato, devidamente vingado.

A França foi uma grata surpresa. Um time que não se intimidou com os cinco títulos do Brasil, com a força que o voleibol campeão olímpico tem e com os astros do esporte mundial. Só dois jogadores deles atuam no principal campeonato do mundo, o Italiano. O Ruette joga na Espanha e a maioria joga em clubes que disputam o torneio local. Que eles não sejam uma surpresa de uma Liga só e continuem dando trabalho para as grandes seleções.

sábado, 26 de agosto de 2006

Sabadão. E eu tô no jornal. Enquanto isso, meu primo tá no churrasco do Amado Batista.

sexta-feira, 25 de agosto de 2006

Sem vontade de escrever aqui, na verdade.
Ansiosa pelo jogo de vôlei de amanhã.
Encantada de novo com uma história.
E desencantada com outra.
Contando os minutos para ir na colação.
Com sono e fome.
Esperando um credenciamento.

quinta-feira, 24 de agosto de 2006

Eu: - Não tem nenhum time de Itumbiara aí não? O Real não tá aí não?

Repórter: - Não.

Eu: - Ah. Já ia pedir uma matéria especial do Real e um infográfico do JK. Mas...

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Ai, agora já vem o Inter se sentindo injustiçado. Vira o disco!

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Começo a me divirtir muito com o meu livro. Já me divertia. Mas agora tá demais.

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Tenho uma amiga que adora Pearl Jam. E um diagramador aqui do jornal também adora. Porque mesmo eu não gosto? Tava ouvindo uma música que tem tudo a ver até no nome: "I am mine". E aí canta: "O oceano está cheio porque todos estão chorando". E eu que achava que só existia o Eddie Vedder de cabelo comprido e caído no rosto. Mas só hoje eu vi com o cabelo curto.

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O lance é quebrar costumes e hábitos. Então, acordei com vontade de cancelar minha assinatura de jornal paulista. E cancelei mesmo. Mas eu dei a velha justificativa do horário. Devia ter dito que não gostei no projeto gráfico novo. Daria mais polêmica.

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E eu perdi o gol do Renato. Logo o gol do Renato! Aquele que ia pro Bourdeaux...

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Aí a Lídia solta: "Plutão não é mais um país".

quarta-feira, 23 de agosto de 2006

Como assim o Bernardinho disse que "seguir na Liga Mundial após uma derrota como esta (sofrida para a Bulgária hoje) fica muito difícil"? Perdeu alguns pontos. O time perdeu no ataque e nos bloqueios. Chegou a marcar mais pontos em erros (errou menos) e aces, mas perdeu nos outros fundamentos. E olha que, no ano passado, o Dante foi o melhor bloqueador. Aliás, acabei de receber uma entrevista com o ponta goiano. Ficou legal. Leiam amanhã.

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Queria um emprego de fazer as vinhetas que rolam nos intervalos da MTV. Cada coisa surreal e eu poderia fazer o que eu quisesse. Tipo essas coisas que o Beck faz, como cantar vestido de urso.

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O novo hobby do Vitão é contar dias, meses e anos. Para ele, faltam apenas 67 dias. E olha que ele é pessimista e faz a conta com o segundo turno. E se ele quiser comprar aquela máquina da revista, vai ter que trabalhar 280 mil meses. Ou 2.333 anos. Como ele quiser.

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Dúvida. Hoje deu vontade de comprar o ingresso de R$ 120 pra ver o que dá depois. Vontade de comprar e depois dar um jeito de ir. Não sei se de ônibus ou de avião. Só sei que queria ir. Mas às vezes não queria também.

terça-feira, 22 de agosto de 2006

A matéria que li na revista se refere à carreira do Pink Floyd como uma saga. O meu pai idolatra os caras. O Rodrigo diz que já bebeu todas ao som da banda. Como diz um amigo meu aqui da redação, "você pode até não gostar de Pink Floyd, mas não pode dizer que é ruim". É isso mesmo. E eu vi um pouquinho do tal P.U.L.S.E. com o meu pai. E fiquei fascinada. Não é que eu não gosto. É que eu nunca tive muito interesse. Mas o dvd é maravilhoso. Daí perguntei pro meu pai se a voz do David Gilmour é a mesma. E ele disse que é. Uma voz rouca e maravilhosa. Será que, com o Pink Floyd, é a mesma coisa que com os Beatles? Você tem que escolher o seu preferido, se é o Gilmour ou o Roger Waters?

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Eu nem comi direito. Queria contar todas as histórias, comentar todas as fotos, ouvir a história e os planos da Patrícia. Tudo em apenas 40 minutos, o tempo que a gente tinha para almoçar. Foi bom demais. Pena que vamos ter um desfalque a partir da semana que vem. Pat parte para o desconhecido. Vai ser legal, amiga! Tenho certeza. E se não for, você volta aqui pra gente.

A arte imita a vida. O Tevez soube das baladas do Rali dos Sertões em Porto Seguro e resolveu subir no palco também. A balada do Tevez de hoje lá em Buenos Aires será subir no palco do "Los Santitos". Amanhã, vai cantar com "Los Bambitos". Mas com o "Los Gambitos" ele não canta mais. Não enquanto o Leão for o vocalista. E o Leão deve ter rugido como uma fera, não? Perdoem o trocadilho infame. Deve ter ficado emputecido, como o Tevez queria. Ai, como diz a Livinha, "eu se divirto viu".

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Ouvindo algumas histórias de vários ângulos diferentes, penso que queria ter uma blindagem. De vez em quando eu consigo, mas queria conseguir sempre.

segunda-feira, 21 de agosto de 2006

Outro dia, Paola e eu imaginávamos o quanto é difícil para as pessoas conviver conosco. Ontem, tive a certeza de que eu sou, sim, extremamente metódica. A mãe foi fazer um misto-quente. "Como é que você gosta? Com mais presunto ou mais queijo?", me perguntou. "Eu gosto com duas fatias de queijo e uma de presunto. A de presunto no meio. E com manteiga", foi o que respondi, sem nem ficar vermelha.

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Uma reuniãozinha regada a boas histórias, ótimas risadas, amigos especiais que não via há algum tempo e um divino yakisoba. Gente, valeu pela farra de sexta-feira. Fui pra Itumbs morrendo de sono, mas valeu a pena demais. E eu não fui a última a chegar, como pediu a Fabi. Temos que repetir! Valeu Lessa, por aparecer!

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Análise da notícia pro jornal sobre o Nelsinho Piquet. Amanhã. E semana passada escrevi uma coisinha que não postei e aí o Juca Kfouri escreveu no blog dele. Vou colocar aqui:

Uma questão financeira

Abro a página inicial do Uol: "Depois de conquista inédita, Inter quer evitar desmanche do elenco". Senhor Fernando Carvalho (presidente do Inter), aviso que vai ser difícil resistir. Primeiro, porque todos os jogadores sonham com transferências para o exterior e a valorização pessoal. Segundo, porque o Inter mesmo pode lucrar com as saídas. E, depois, porque o futebol brasileiro não segura ninguém hoje em dia.

Fernandão, Sobis, Tinga, Bolívar, Jorge Wagner e outros já estão de malas prontas ou em negociação com algum clube europeu. Até o Flamengo, com um time limitadíssimo, não conseguiu segurar o Jônatas no seu elenco. Dias depois de conquistar o título da Copa do Brasil já se tornava jogador do Espanyol, rival do Barcelona. Era o único com condições de sair e saiu mesmo.

O status que a nossa seleção tem lá fora, mesmo um pouco abalado pelo fracasso na Copa do Mundo, e que os nossos jogadores têm nos clubes estrangeiros não se estendem ao nosso torneio nacional. Seja pela falta de credibilidade dos cartolas, pela falta de transparência na gerência do nosso esporte, pela falta de punição, entre outras coisas. Mas acredito que, sobretudo, é uma questão mercadológica mesmo.


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Também teve o meu artigo de sexta-feira:

É por isso que eu prefiro futebol

A campanha política na televisão começou com um debate fraquíssimo, o da Band, coberto com exclusividade em Goiás pelo DM. Já a Copa do Mundo começou com um jogaço, Alemanha x Costa Rica, que teve um golaço de Lahm, que depois foi um dos melhores laterais do Mundial. O candidato a ser batido em 2006, o presidente Lula, correu do primeiro confronto com os demais (não apareceu no debate). Na final da Libertadores, Muricy Ramalho deu a cara pra bater e disse: "Isso de treino secreto é uma frescura". E dá-lhe provocações dos dois lados.

Pelo ineditismo, torci pelo Inter na final da Libertadores. E deu Inter. E, a julgar pelas pesquisas eleitorais até agora, o povo brasileiro quer "mais do mesmo" na presidência. Mas admito que uma reviravolta nas eleições, uma estratégia acertada que arranque votos do rival na reta final, uma vertente antes inexplorada que traga mais credibilidade ao candidato, tudo isso pode ser tão emocionante quanto um gol feito (ou perdido) em final de torneio internacional. Ou em final na copinha de bairro, no campinho do clube ou na quadra da escola.

O único problema é que, se nos próximos quatro anos não der certo (seja no executivo ou no legislativo), as trocas por lá são mais difíceis. Ou acontecem por desaprovação geral da nação (como Collor) ou por pressão partidária ou por demissões após escândalos (como Dirceu e Palocci) ou qualquer outro motivo. No futebol, bastam algumas rodadas para o "comandante" cair, como Geninho, Lopes, PC Gusmão e Oswaldo de Oliveira, para citar os do fim de semana. Por outro lado, alguns dirigentes se recusam a sair de cena, como os políticos. São os casos de alguns dirigentes do esporte, como Gerasime Bozikis (o Grego), Nelson Nastás e Eurico Miranda. Bem parecidos esses dois mundinhos, não?

sexta-feira, 18 de agosto de 2006

Este emocional abalado deste jeito não está legal. Esta vontade de chorar toda hora também não. E fazer uma pessoa se sentir mal e incapaz, vê-la quase chorar e não querer fazer isso me mata. Eu só sou transmissora de recados, querida, acredite! Só isso que eu sou. As críticas e elogios que tenho que fazer eu mesma, eu também faço, mas é diferente. E você não precisa se importar com a minha opinião. Tem um monte de opiniões por aí que eu ignoro. A gente pode fazer isso. Mas eu sei que decepciona, desmotiva e deixa triste. Já aconteceu comigo inúmeras vezes. E com mais freqüência agora. Não liga! Estou aqui, se precisar.

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Vou para Itumbiara amanhã. "Tenta vir com uma carinha boa, tá?". Tá. Eu vou tentar. Vou ser só sorrisos. Tenho motivos pra rir pelos quatro cantos.

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Acho que tudo vai melhorar sensivelmente quando eu chegar no Serra Dourada hoje à noite. Se não estou enganada, a última vez que estive lá foi em 23 de maio, quando o Vila perdeu de 3 a 1 para o Santo André.

quinta-feira, 17 de agosto de 2006

Eu só queria entregar o meu presente do Dia dos Pais pro pai. Mas já que ele não quer vir até mim, eu encaro seis horas de estrada e 400 quilômetros (para ir e voltar), depois de ter passado dez dias na estrada viajando 4 mil quilômetros. Só para entregar o presente eu mesma. E mais ninguém.

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Ruim ler o blog de uma amiga e ver que ela está sofrendo. O mesmo tipo de sofrimento que eu passei. Acho que não é exatamente o mesmo tipo, mas é parecido. Ela sofre mais que eu, com certeza. E aí que, quando era comigo, eu tentei vencer, apesar de todo mundo me dizer que era impossível. Eu vi que era impossível, mas tive que ver eu mesma. Mas acho que lutei pouco.

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Morta de fome, mas esperando meu colega de trabalho chegar. Porque só quando eu parei no banco para tirar dinheiro, fiquei na fila do caixa eletrônico e chegou a minha vez, vi que meu cartão ficou com ele ontem naquela hora que a gente foi no espetinho.

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Os meus problemas são pequenos. Mas as vontades são tão grandes.

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Cansei de ser rejeitada. Agora vai começar a fase dos foras. Dados, não recebidos. Vou cortar todo mundo, dar fora em todo mundo, dispensar todo mundo, mandar todo mundo embora e rejeitar todo mundo.

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Tem alguém aí conseguindo comentar esse blog? O Rodrigo fala que comenta normalzinho. Mas eu não consigo ler nada. Nem o link dos comentários aparece por aqui. Enetation sucks!!!!! Raiva!

terça-feira, 15 de agosto de 2006

Minhas novas manias: ver o sinal verde e parar para esperar, dormir mais tarde ainda e escrever no bloco de notas. Ontem comi o maior yakisoba do mundo. Acabo de perceber que a definição dos meus planos depende dos planos dos outros também. E a realização dos meus sonhos depende dos meus planos. Sim, eu fecho o jogo do Vila.

segunda-feira, 14 de agosto de 2006

Dá para acreditar no site do Lúcio Ribeiro? Se der, já tenho alguns programas. Só vai ficar faltando me organizar. Mas diz lá que tem show do Franz Ferdinand em setembro (junto com o tal Art Brut, que eu não conheço). Diz lá também que, no dia seguinte ao meu aniversário, tem show do New Order, em Brasília. E também tem o Tim Festival, que, diz lá também, vai trazer Beastie Boys, Daft Punk e Yeah Yeah Yeahs, entre outros. Será que dá para acreditar?

Por outro lado, na minha nova vida musical, o Pudim disse que a gente vai no show do César Menote e Fabiano com o João Bosco e Vinícius (diz a Livinha que é o grande encontro) e a Livinha disse que a gente vai no CarnáGoiânia. Não dá mesmo pra me levar a sério, né...

domingo, 13 de agosto de 2006

Sabia que meu dia não ia ser bom. Mas agora tenho certeza que vai ser péssimo. E grande parte disso por causa de um abraço e um presente que eu não posso dar. E eu amo muito o melhor pai do mundo.

sábado, 12 de agosto de 2006

Estou com crise de personalidade e tenho me sentido facilmente influenciável. Bastaram dez dias viajando com gente que só falava num tal show do Vixe Mainha e oito dias em solo baiano para eu querer mudar de tribo. Cheguei disposta a largar o mundo rock. Pronto! Agora sou do axé, do sertanejo, do forró e afins. Caí na balada em Porto Seguro, com direito a show do Tchan e do Tôa Tôa. A galera que cobriu o Rali dos Sertões passou o tempo todo comentando que ia ter show do Vixe Mainha quando a gente chegasse. Daí que todo mundo passava o tempo todo cantando a tal música: "Vixe mainha, ó neguinha, tudo é tão bom". Mas aí chegamos e o show era do Tchan. Mas não perdemos a animação. Pô, todo mundo gosta dessas músicas. Porque eu não posso gostar também? Daí que fui atrás da minha priminha de 12 anos. Ela abraçou a causa e me deu um cd do César Menote e Fabiano. Tá no meu carro. E o pior é que eu escuto. Pior ainda, eu canto. Já andei combinando umas baladas da minha nova tribo agora. Devo ser a decepção do povo indie. Mas vou seguir firme neste propósito. Mas aí hoje eu fui comprar presente para o pai. E acabei comprando cds pra mim também. E comprei She Wants Revenge e Panic! at the Disco. Resultado: a menos de uma semana na nova tribo, já consegui decepcioná-la também. Eu sou uma verdadeira decepção mesmo.

quarta-feira, 9 de agosto de 2006

Fecho duas páginas e encaminho uma terceira. Saio para comer. Repórter liga. Sim, estou chegando. Não, não precisa de melhores momentos. Isso, atuações e análise. Chego. Passeio por todos os blogs possíveis e imagináveis. Depois de alguns dias, é legal ler o que dizem os amigos. Ouço o narrador contando duas defesas. O jogo deve estar mesmo bom. Que nada! Vou tomar coca. Põe anúncio, tira anúncio. Esse anúncio não dá para colocar. Tenho duas matérias enormes para a capa. Ler posts antigos é o que há. É... Amanhã eu faço aquela matéria. Penso em como acordar amanhã às 7h30. E tenho que pensar em tudo, não esquecer nada da necessaire. Ainda bem que ela está arrumada da viagem ainda. E com quem é que eu vou falar agora? Espero o fim de semana passar.

A Nana já tinha me falado da música há muito tempo, mas só ontem eu ouvi. É que tava procurando uma outra música do mesmo cantor e achei. É assim:

"Eu conheci Paulinha numa noite de verão
E o bumbo do meu reggae fez tum-tum no coração
Covinha no sorriso, uma menina, uma mulher
Na flor da margarida foi brincar de bem-me-quer
Ai, ai
Paulinha me encantou
Vem cá comigo pra provar do meu amor
Será que ela me bem
Será que mal-me-quer
Depois dos 15, menina vira mulher
Eu conheci Paulinha numa noite de verão
E o toque da zabumba fez tum-tum no coração
Covinha no sorriso, uma menina, uma mulher
Na flor da margarida foi brincar de bem-me-quer"

E o que eu quero mesmo é uma quarta-feira bem musical. Para espantar as más notícias e a tristeza.

"Você levou meu coração
E levou o meu olhar
Eu sigo cego, infeliz
Querendo te encontrar"

E trabalhar até depois da meia-noite não é algo muito legal. Mas estou por aqui. E aquele toque de "arriscar o pescoço" não sai da minha cabeça. Não é bom ficar pensando nisso.

segunda-feira, 7 de agosto de 2006

Dormir na minha cama, comer risoto no almoço, dirigir ouvindo The Magic Numbers, ver meu irmão, brincar com os cachorrinhos, ver os amigos... É bom voltar para Goiânia. Mas cobrir o Rali dos Sertões deste ano também foi ótimo. Conheci gente bacana, alguns lugares, fiz um blog que adorei, fiquei com saudade de todo mundo e também aproveitei (na medida do possível) Porto Seguro. A poeira ainda está nos cabelos, no nariz, nos olhos... E agora tenho as histórias para contar. Desta vez, passei ilesa. Não perdi nada, exceto três canetas, e não sofri nenhuma escoriação. A turma de jornalistas que cobriu também foi maravilhosa e espero ter feito novos amigos por longa data. Estou de volta, para trabalhar uma semana seguida fechando o caderno sozinha. Duas formaturas na agenda e muita coisa para arrumar. Como diria a Camilinha, estamos de volta à realidade. À nossa, pelo menos. Por enquanto, só uma retrospectiva:

O melhor lugar: como Porto Seguro não conta, o voto vai para Barra, também na Bahia. Palmas já tinha sido o melhor lugar do ano passado e não pode contar também.

O pior lugar: briga feia. Corrente ou Cândido Sales

A melhor hospedagem: Porto Seguro, claro

A pior hospedagem: Seabra

A melhor comida: o peixe com molho de camarão que comi em Palmas

A pior comida: o almoço, que na verdade rolou lá pelas 17 horas, em Cândido Sales

A melhor entrevista: Riamburgo Ximenes

A pior entrevista: foi em Minaçu

A melhor balada: o que acontece em Porto Seguro, fica em Porto Seguro

A pior balada: sei lá; toda balada é boa; só é ruim ficar sem balada