Paula Parreira

repórter + esportes + música + Itumbiara + jornal + Goiânia + futebol + mostarda + dorminhoca + tênis + blog + Guilherme + família + óculos + café + fotos + Pateta + O Popular + marshmallow + amigos

quinta-feira, 28 de setembro de 2006

Até tentei ver o debate dos governadoriáveis e resisti os três primeiros blocos. Depois fui ver Simpsons, muito melhor. Mas o tempo que eu vi, foi para rir do Demóstenes. Hoje, vou tentar ver o debate dos presidenciáveis. Mas a concorrência com o VMB vai ser forte.

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Viagem amanhã cedo, uma novidade que eu não posso contar, um soninho que não passa, um artiguinho bem meia boca, muita comida...

domingo, 24 de setembro de 2006

O dia mais chato, eu achei o mais legal. E o dia mais legal, eu achei meio chato. Ainda mais depois de sair do autódromo, após confirmação de material enviado, e ter que mandar tudo de novo mais tarde. O mais difícil é fazer parte disso aqui e pegar o jeito de fazer as coisas. Em lugares mais difíceis ainda, eu acho que consegui melhor. Acho que porque o lance agora é muito mais técnico. E a única coisa produtiva de uma noite de sábado: ?Para quê pagar o pato, se o pato está aí dando sopa??. Ainda bem que tinha adult swin pra me salvar no hotel.

quarta-feira, 20 de setembro de 2006

Minha vida? Tá. Assistir seriado até 3 da manhã. Lembrar que o disco novo do Killers chega em outubro. É que eu tô esperando muito por isso. Achar que, já que eu fui até 3, posso ver o show e dormir às 4 horas. Ver que o Julian está com um relógio enorme amarelo no braço direito, do jeito que eu uso relógio. Lembrar que nem comentei que o Albert tem tocado com uma banda paralela. Pensar que tudo bem mesmo assim, já que a maioria dos solos é o Nick Valensi quem faz. Ter vontade de comer yakisoba e achar que, no caso de hoje, o miojo não vai quebrar o galho. Não tirar da cabeça que tenho que escrever um super texto brilhante em seis dias. E que vou trabalhar muito, com outra coisa, em três desses dias. Anotar o que eu tenho que fazer no outro dia. Lembrar que tinha mesmo aquela música que ouvir no show, a Hawaii, que não tem em disco algum. Só no show que ela existe.

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A idéia surgiu numa das nossas idas à padaria. Eu, Tião e Livinha. E o Tião disse que a gente não pode morrer sem ouvir o ronco do motor de uma Ferrari. Aí fomos enumerar as coisas que temos que fazer antes de morrer. Vamos lá? Ir ao Maracanã (eu nunca fui), ir ao show do Paul McCartney e entrevistar o Nilton Santos. Não consigo lembrar mais muita coisa. A Livinha diz que quer ir a uma Olimpíada e a uma Copa do Mundo. O José Ricardo, da diagramação, diz que a gente tem que saltar de pára-quedas.

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Não vou mais sofrer por não saber o que eu fiz. Vou deixar pra lá. É que às vezes as pessoas são cruéis. E como sabem ser assim! Tudo bem. Não quero mais falar com você. Não faço questão de ter você por perto, nem de puxar conversa, nem de fazer as coisas por você, nem de nada. Você não merece.

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O Gléguer é o Rogério Ceni do Vila Nova.

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Crédito para a Wan: "É a água do jornal que faz as meninas ficarem grávidas e os meninos virarem gays".

terça-feira, 12 de setembro de 2006

Quando estou com a Paola e a Maria Eugênia, fico com vontade de comprar calça, passar perfume, emagrecer, ir pra academia e falo que meu pé é feio. Gente, essa não sou eu. São as meninas que fazem isso comigo. Estou até com um creminho novo na bolsa, com protetor solar e desodorante.

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Do Rodrigo, numa das nossas conversas: "Não vi, não quero ver e tenho raiva de quem viu o gol do Ronaldinho". Tadinho, ainda tá pensando no fiasco da Copa... Mas que o gol foi bonito, foi.

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Temporada de The O.C. pra assistir e cd do Futureheads pra ouvir.

domingo, 10 de setembro de 2006

Virou um verdadeiro bolão, mais popular do que bolão de Copa do Mundo. Schumacher se aposenta ou não? Qual é a sua aposta? E não é que ele disse que vai parar mesmo! Sou um pouco adepta das teorias conspiratórias e aquela punição ao Alonso no sábado não me sai da cabeça. Mas a quebra dele hoje foi zica mesmo. Mas não sei se um carro que se arrasta em metade da temporada merece ser campeão. Para isso, precisa de sorte. Mas o espanhol não tem muita nesse momento.

Quando ele quebrou, ficou fácil decifrar o enigma. Schumacher se aposenta mesmo. Será que ele já tinha a decisão? Ou se decidiu quando viu que tudo conspirava a favor dele? Ainda prefiro a segunda opção e não acho que se decidiu depois de Indianápolis, como ele disse. Ainda acho que ele só pararia se tivesse certeza que seria octa. E ele será! Pelo menos ele não tem dúvida disso daí.

E muitas páginas, boxes, matérias, correlatas, lides e números de recordes depois, fim da edição de amanhã. E uma certeza: nossas páginas ficaram lindas sobre o Schumacher. E vamos preparar algo mais legal ainda para o GP do Brasil, que é quando ele se despede de verdade. O ruim de ser um jornal regional é isso. Parece que a gente não se envolve tanto. Mas a edição ficou muito boa, modéstia à parte.

sexta-feira, 8 de setembro de 2006

Já pensou numa rádio que toca Frank Sinatra o dia inteiro e sem intervalos comerciais? Lembrei do Eduardo e do Leijoto quando eu soube. É que, nos Estados Unidos, tem um lance de rádio por satélite nos carros. E já sai de fábrica. Tudo interesse comercial. É que o rádio por satélite é tipo "rádio a cabo" porque tem mensalidade. Assim, você pode sintonizar as rádios e viajar por aí sem que o sinal saia do ar e o rádio fique chiando. Mas tem que pagar. E, como não deu muito certo, o pessoal de umas operadoras lá fecharam contratos com as montadoras. E aí você já compra o carro com a nova tecnologia. Daí eles te dão um ano grátis e depois cobram quando você já estiver acostumado. E eles têm uma pancada de rádios esportivas, que transmitem Nascar. Aqui seria futebol, Brasileirão, Copa do Mundo, etc. E já é um filão. Porque aí tem as operadoras que fecham contratos de exclusividade com as categorias e são as únicas a transmitir determinadas coisas. E aí tem rádio específica pra tudo. Notícias, tempo, trânsito... E Frank Sinatra.

Ter a percepção ao ver uma foto do Schumacher tomando um Red Bull (sim, a bebida energética que você consome com uísque) e associar logo ao fato de que a escuderia usa motores Ferrari. E por causa de pilotos já garantidos na Red Bull, a irmã Toro Rosso (que também vai usar os motores no ano que vem), pode ser, caso Schumi continue em Maranello, a nova casa de Felipe Massa. Ai, essa Fórmula 1 me cansa às vezes. Mas é por isso que é legal.

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Um fim de semana de plantão (muito plantão). Dois dias esperando jogo até 0h30. Hoje, resolvemos não divulgar tabela para não ter que ficar até 23 horas. De vez em quando, o que vem de cima me ajuda. Ler revista sobre carros. Poder aproveitar o fim de semana de paz e calmaria em casa, mas não conseguir fazer isso. Casa, só para dormir mesmo.

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E minha música preferida dos Strokes desta semana é "I can´t win".

segunda-feira, 4 de setembro de 2006

Procurando, feito uma louca, a escalação do País de Gales pra ficha técnica. Ainda com fome depois de comer dois sanduíches de frango e presunto. Passando umas fotos para o arquivo. Pensando que seria legal mesmo fazer aquela matéria. Pensando numa situação bizarra que passei na hora do almoço. Tentando escrever sobre ela. Uma segunda-feira, como todas as segundas-feiras são. Mas como eu queria agora o extraordinário! E aí, quando eu já tinha até escolhido o meu presidente, acho que não vou votar mais. Mas posso exigir meu direito, se eu quiser. Mas como eu faço isso? Eu nunca fui de exigir direitos. Pelo menos, antes de eu pensar em pedir para a Dona Antônia pegar minha roupa no varal, ela já tinha me perguntado se eu queria que passasse. Antecipação. Essa palavra já fez parte da minha vida intensamente. Hoje em dia, a palavra é atraso. Faço tudo com atraso. E aí ouvi umas músicas que não tenho o costume de ouvir.

"Vida louca, vida, vida breve"

"Guardo pra te dar/As cartas que eu não mando/Conto por contar/E deixo em algum canto"

sábado, 2 de setembro de 2006

Quer saber? Eu quero ir embora daqui. Agora! De repente, tinha tanta coisa aqui. E, num passe de mágica, agora não tem mais nada. Então, pra mim não serve. Porque o meu tempo é curto e eu preciso aproveitá-lo. Muito bem!