Paula Parreira

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domingo, 31 de dezembro de 2006

Resolução de ano-novo: enfiar menos o pé na jaca. 2006 foi punk demais. Deve ser porque eu não fiz a listinha de metas no começo do ano. Sempre fazia, mas em 2006 não fiz. Não vou fazer também para 2007, mas quero estudar a partir de janeiro, cobrir dois eventos importantes, brigar menos com as pessoas, pagar as contas da cas nova em dia, me preocupar mais com as coisas certas, escolher melhor as pessoas e não esperar muito delas. Votos de ótimo 2007 pra quem passa por aqui!

quinta-feira, 28 de dezembro de 2006

É por isso que eu adoro minhas amigas loucas. A Cá me liga quando quer almoçar. Desta vez, ela deu mil opções e eu só queria uma. Aí ela foi comigo comer no Fon Pin. E ainda pagou meu almoço. Com o cafezinho e a olhadinha nos óculos, ficamos no máximo uns 40 minutos juntas. Mas foi conversa demais. E no meio da praça de alimentação do shopping, num altura não muito aconselhável, falamos de depilação definitiva a páginas de opinião dos jornais. E no meio da tarde ela me liga só pra contar da dor de barriga e fazer uma promessa: "Eu nunca mais como maionese!". Ter amigas é bom demais.

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E depois do mais novo exemplo da amiga, tenho certeza de que a dor de amor com outro amor se cura mesmo.

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E na primeira experiência de pilotagem de fogão, queimei a mão que fez até bolha. Acho que eu nunca mais vou cozinhar.

quarta-feira, 27 de dezembro de 2006

Neste momento, meu feriado de Natal termina.

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Enquanto a gente não consegue nem entrevistar o Bernardinho, a Folha de S. Paulo, por ocasião do lançamento do livro do cara, entrevista ninguém menos que Karch Kiraly, americano bicampeão olímpico e campeão mundial na década de 80. É que o Bernardinho conta uma história do cara, considerado o melhor jogador de vôlei do século 20, no livro. Um bom gancho, não?

quinta-feira, 21 de dezembro de 2006

Meu feriado de Natal começa agora. Felicidades e ótimo Natal pra quem passa por aqui!

Não sei de quem é e não lembro onde eu ouvi:

"Você não tem medo de mim
Você não tem medo de mim
Você tem medo é de você
Você tem medo é de querer"

Meu artigo que saiu hoje no jornal...

Retrô

Gosto das festas de fim de ano, principalmente o Natal. Logo que chega dezembro, bem lá no comecinho do mês, já me empolgo, penso nos presentes, em quantos amigos secretos vou estar, na programação dos feriados e em quem vou encontrar lá em Itumbiara, onde sempre passo o Natal. E adoro, simplesmente adoro, retrospectivas. Nem sempre consigo lembrar das coisas que aconteceram, principalmente no primeiro semestre, mas é bom demais relembrar os fatos mais importantes, aquele amigo novo, o Carnaval, os gols mais bonitos, os títulos mais importantes, os jogos aos quais fui e as corridas da temporada de Fórmula 1.

Foi um ano de coisas para lembrar, como o Fla campeão da Copa do Brasil, e de outras pra esquecer, como a queda do Vila para a Série C, o fiasco brasileiro na Copa, a saída de Goiânia do roteiro do Rali dos Sertões, a vergonha com a etapa da Maserati aqui, que não vingou, e outras. Foi um ano de despedidas, como a de Schumacher, e de pensar no futuro, com Felipe Massa, Bruno Senna e Nelsinho.

Pensando nos momentos mais marcantes do esporte no ano, e escrevendo matérias sobre isso, o que primeiro me vem à memória é a aposentadoria do Schumacher. Um ciclo encerrado e novas perspectivas para a temporada do ano que vem. E não é somente a ausência do heptacampeão que vai tornar a Fórmula 1 mais competitiva. Uma série de fatores vai contribuir para isso: chegada de novos talentos, congelamento de motores, novos investidores e orçamentos e troca de pilotos nas escuderias (leia-se Kimi e Alonso) são alguns. Mas o mais legal é que a categoria não deve ter mais a disputa polarizada entre dois pilotos, o que aconteceu nos últimos dois anos.

Na retrospectiva, tivemos o retorno triunfal do Atlético à elite do Goianão. É claro que o clube queria ser campeão, e a torcida inteira também, mas o segundo lugar no torneio prova que o Dragão (na redação, carinhosamente chamado de Dragãozinho) está no caminho certo. Teve a morte do Telê, o Goiás na Libertadores, a Itália tetracampeã, a cobertura do Rali dos Sertões (com um blog bem legal do Diário da Manhã), o ano (mais um) de Rogério Ceni, o título do São Paulo, uma boa (não mais do que isso) temporada da Stock Car, os títulos do vôlei, o Ronaldinho Gaúcho e suas derrotas (e vitórias também) e o fim de ano triunfal com o Internacional campeão do mundo.

Para 2007 esperamos muito mais. Vai ser o ano do esporte especializado, como costumamos chamar aqui no jornal, com o Pan-Americano no Brasil. O comprometimento de todos (atletas, técnicos, dirigentes e imprensa também) resultará em alegrias, medalhas, superação e bons resultados. Vai ser o ano de um novo Goianão, com reforços da Federação Goiana de Futebol. Vai ser o ano em que o Fla volta à Libertadores. Epa! Mas aqui já não é mais o caso de relembrar momentos marcantes. É o de esperar por eles.

quarta-feira, 20 de dezembro de 2006

Leseira pouca é bobagem.
Eu, para o repórter do Goiás no jornal:

- Wiltão. Hoje vai ser o sorteio da Libertadores às 18 horas. Sai o adversário do Goiás?

- Uai, o Goiás não está na Libertadores né?

É mesmo. Falha nossa.

terça-feira, 19 de dezembro de 2006

Os melhores discos de 2006

"First Impressions of Earth", Strokes - Esse disco consegue a proeza de ser o melhor do ano por dois anos consecutivos. Eu o elegi ano passado porque ele já tinha saído na internet e todo mundo já tinha ouvido mesmo. Mas oficialmente ele só foi lançado em janeiro deste ano. E, então, pode ser eleito o melhor do ano de novo.

"Broken Boys Soldeirs", Raconteurs - Num futuro não muito distante, 2006 será conhecido como o ano em que o mundo foi agraciado com a existência do Raconteurs. Eu gostava de White Stripes. Achava original, mas meio cansativo. A nova banda de Jack White foi o que de melhor aconteceu. Som completinho e o cara não se veste só de vermelho, branco e preto.

"A bigger bang", Rolling Stones - Tudo bem, eu sei que lá no disco tá escrito que ele é do ano passado. Mas a banda fez o show em fevereiro deste ano e eu só me apaixonei pelo disco, que é do meu pai, neste ano também. E eu ouvi com a desconfiança de "nossa, será que eles estão em forma?". Acho que eles nunca estarão fora de forma. Então, o disco é do ano passado, mas é um dos melhores deste ano, segundo eu mesma. Afinal, a eleição é minha e eu faço do jeito que eu quiser.

"Sam´s Town", Killers - Esperei muito esse disco, que chegou em outubro. E isso justamente porque o primeiro deles é tão bom. Demorou de um disco pro outro porque eles estavam brincando de fazer música de video game. Mas valeu a pena esperar.

"Whatever people say I am, that´s what I´m not", Arctic Monkeys - O primeiro disco já nasceu estourado, graças à divulgação na internet. São os novos tempos, o som não é muito diferente do que outras bandas fazem, mas é divertido e eu gosto muito.

sábado, 16 de dezembro de 2006

Já repeti "Wouldn´t it be nice" um milhão de vezes. Graças ao Pedrinho, estou ouvindo música na redação. Música bonitinha, Beach Boys, Natal, clima de fim de ano. Estou animada, o que achei que não ia acontecer. Até porque meu irmão me ligou dizendo que meus cds novos chegaram. Quatro discos na trilha sonora da casa nova. Sim. Agora, oficialmente, moro sozinha. Hoje tomei o primeiro banho na casa nova. E hoje vou dormir pela primeira vez lá.

Mas é uma casa pelas metades ainda. Não tem "saboneteira da cozinha" e nem a "coisa de pôr talheres" da gaveta. Lilika me ajudou com uma listinha do que eu tenho que ter. E, amigos, preparem-se para o chá de casa nova. Hoje eu não tinha nem fósforo para testar o fogão. Despreparo pouco é bobagem.

Mas vou crescer com isso. Sei que vou. Vai ser bom pra todo mundo. Só não gostei da experiência de me mudar, ter o cartão clonado, fazer fechamento (e tudo o mais) sozinha, tudo isso ao mesmo tempo. Mas termina sexta, para o meu feriado de Natal. Tem até amigo secreto na família neste ano, o que é um bom sinal, porque o povo nunca anima de fazer amigo secreto. Tudo recomeça no reveillon, mas já estou calejada. E peraí que a música acabou. Vou repetir.

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"Happy times together we've been spending"


Eu não sou de colocar fotinhos aqui, mas tô com preguiça de pôr no flog. Vai aqui mesmo. Dia muito legal, muitos presentes, comida e bebida. Queridos, o amigo secreto foi ótimo. Beijo pra todos: Fabi, Dudu, Leijoto, Rodrigo, Lilika, Moché, Pedrinho, Lessa e Leandro.

quinta-feira, 14 de dezembro de 2006

Não é um texto alegre ou de esporte. Mas foi o que saiu na página 4 do jornal de hoje.

Não somos indestrutíveis

?Ele morreu?. Uma frase com sujeito e verbo, mas sem complemento algum. Correto do ponto de vista gramatical, já que o verbo não pede mesmo complemento. Mas, para mim, uma frase inacabada, como foi a vida de um jovem de 25 anos (faria aniversário em janeiro), que só gostava de pescaria e música sertaneja. Após a fatídica pergunta ?você o conhecia??, isso era tudo o que tinham a me dizer dele. Mas ele fez quase tudo: morou fora, viajou, se formou, exerceu a profissão escolhida (e amada), casou e teve filhos. Já conheci muita gente que teve tempo de sobra para fazer tudo isso, mas não fez.

Quando somos jovens, acreditamos que nada acontece com a gente: doença, acidente, tragédia, moléstia. Somos imunes a tudo. Temos toda a força do mundo. Foi assim em 2001 quando ficamos sem o Túlio, vítima de um acidente de moto. Fiquei impressionada com aquilo, mas depois de algumas semanas já me achava (a mim e a todos os meus amigos) indestrutível. "Que nada! Algo assim nunca vai acontecer com a gente." Ledo engano.

Sou extramente cética e não acredito nessas coisas de destino, "ele já cumpriu sua missão aqui" e blá blá blá. Mas o curioso é que, dois dias antes daquele 20 de novembro de 2006, eu li todos os meus diários antigos, daqueles de adolescente mesmo, e vi ali escrito um monte de vezes o nome dele. As viagens, as competições de natação, os churrascos na casa dele, a barraquinha, a mudança dele pra Uberlândia (MG) pra fazer o 3º colegial. Acredito, então, em coincidências.

Não consegui ir ao velório. Não saberia o que dizer aos familiares, havia perdido o contato há algum tempo e preferia não vê-lo machucado. O acidente, dizem, foi feio. Também não quis saber. Diziam até um lance sobre combinação de bebida alcoólica e direção. Mas é fácil apontar o dedo e bancar o politicamente correto depois. Preferi ficar com a imagem dele magrinho, branquinho e com o cabelo liso no rosto. E fazer uma homenagem póstuma ao Júnior. Zilmar Júnior, o meu amigo de natação. Pêsames à família e felicidade ao filhinho, o João Pedro, que eu não conheci.

terça-feira, 12 de dezembro de 2006

E eu nem coloquei aqui o meu artiguinho da semana passada. Muita coisa acontecendo ao mesmo tempo. Muita mesmo.

Minuzzi, o esportista do ano

As opções para o melhor esportista do ano numa eleição do Faustão, da Rede Globo, são a ala Janeth, do basquete, o Felipe Massa, piloto da Ferrari, e o Giba, bicampeão do Mundial de vôlei com a seleção brasileira. Num ano em que o Brasil decepcionou na Copa do Mundo, nenhum jogador de futebol concorre ao prêmio do programa global. Mas o meu esportista do ano é Roberto Minuzzi, ponta do Minas, que quase foi para o Mundial do Japão ao lado do próprio Giba.

Um ano depois de passar por uma cirurgia no coração, Minuzzi voltou à seleção brasileira pouco tempo antes do Mundial do Japão e disputou amistosos. Bernardinho o convocou para o grupo do Mundial, mas depois ele foi cortado do time, mas não por deficiência técnica, junto com outros três atletas. Só lhe faltou tempo, já que só treinou com a seleção por duas semanas. O nível de excelência que uma equipe deve ter para disputar um torneio tão importante é muito alto e faltava ritmo de jogo, além de entrosamento, a Minuzzi.

No ano passado, o ponta, que nasceu em Caxias do Sul, teve a carreira interrompida após ter sido três vezes eleito o melhor atacante da Superliga, o campeonato de vôlei mais importante do País. Com um aneurisma na aorta, Roberto Minuzzi sofreu uma cirurgia em 3 de junho do ano passado. Nove meses depois, ele voltou às quadras pelo Minas. Sempre aos poucos, ele ia se recuperando. Primeiro começou a treinar fisicamente. Depois, pôde treinar com bola. Em seguida, foi relacionado para o banco de reservas do seu clube, para só então entrar em quadra em alguns jogos. Quando isso aconteceu só entrou para bloquear, sem atacar uma bola sequer. Mas em pouco tempo, o que surpreendeu os médicos, já estava atuando em nível competitivo novamente.

No próximo fim de semana, começa a Superliga 06/07 e Minuzzi estará em quadra para buscar o título para o Minas. E isso apenas um ano e meio após uma cirurgia delicada no coração. Dá até para relembrar o caso do atacante Washington, que sofreu um problema no coração em 2003 e no ano seguinte foi artilheiro do Campeonato Brasileiro. O esporte brasileiro precisa de exemplos como esses. É por isso que Roberto Minuzzi é o meu esportista do ano.

segunda-feira, 11 de dezembro de 2006

Dizer que eu enfiei o pé na jaca não é suficiente. Precisava de outra definição melhor.

quarta-feira, 6 de dezembro de 2006

Eu adoro o passado. Sim. Sou nostálgica, saudosista e todo o tipo de definição que o valha. É por isso que eu acho que o ano passado foi melhor que este. Até agora...

1. Ano passado eu fui em dois shows internacionais e neste ano fui em um. Opa! Na verdade, ano passado eu fui em um show e em um festival, o que contabiliza cinco shows internacionais. Contra um neste ano. Vitória do ano passado de goleada.

2. Ano passado foi de começo de namoro. Este foi de rompimento.

3. O Rali dos Sertões 2005 foi melhor que o de 2006.

4. Ano passado tive uma promoção no trabalho. Neste ano, não.

5. No ano passado, o Brasil não perdeu a Copa, até porque não teve Copa. Neste ano, fomos humilhados na Alemanha. Então, em casos assim, é melhor ano que não tem Copa do que ano que tem.

6. Ano passado eu não fui em casamento algum. Neste ano, fui ao do meu irmão.

7. Ano passado eu tirei férias em maio. Neste ano, em novembro. E sem dinheiro.

8. Ano passado eu ganhei um carro. Neste ano, não ganhei algo assim... grande.

Mas foi um ano de questionamentos, de cobrir coisas diferentes, de amadurecimento, de romances desastrosos, de pessoas novas do meu lado, de muita diversão e poucos planos. Retrospectiva? Eu sou péssima, porque costumo não lembrar das coisas. Mas vou tentar...

# Lilika, Nadja e Gabilinha ficaram grávidas. O Leijoto também ficou grávido.

# Fabi saiu do jornal. E a Ludmilla voltou pra lá.

# Foi um ano de coisas pra lembrar, como o Fla campeão da Copa do Brasil, e de outras pra esquecer, como a queda do Vila para a Série C, o fiasco brasileiro na Copa, a saída de Goiânia do roteiro do Rali dos Sertões, essas coisas.

# Foi um ano de despedidas, como a de Schumacher, e de pensar no futuro, com Felipe Massa, Bruno Senna e Piquetzinho.

# Ano em que meu apetite aumentou muito, mas a vontade de fazer as coisas diminuiu.

# Ano de novas amizades, como a Fabi, o Eduardo, o Ti, a Heleninha e outras pessoas importantes.

terça-feira, 5 de dezembro de 2006

Na verdade, o que eu senti foi algo como indiferença. Não consegui ficar triste. Nem consegui chorar depois. E no final, acho que sentir isso foi bom. Apesar de que antes eu sempre pensava que indiferença fosse mais um sentimento ruim do que bom. Mas isso foi antes de conhecer você.

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Acordar para ver Brasil x China pelo Mundial de Vôlei Feminino ou não? Ficar em Goiânia para ir ao Serra no dia de Goiás x Fla ou não? Foram esses os meus dilemas nas férias. Conseguir resistir à tentação de responder afirmativamente às questões acima. Mas não resisti a ver o jogo citado acima pela televisão, a ler a edição nacional daquela revista de Fórmula 1, a ir ao Serra ver o Vila ganhar do Paysandu por 2 a 1 e a ver o título do São Paulo. E é claro que adorei passar as férias tomando água, vendo seriado americano, indo a show e ouvindo música melosa ou com guitarrinhas.

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"And out of the street are so many possibilities to not be alone" - Death Cab for Cutie. Isso tem que ser pela rua mesmo, porque solidão eu encontro em casa.

sábado, 2 de dezembro de 2006

Fim de férias. Do blog também.

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Eu poderia até apontar Morais (meia do Vasco, que jogou muito) e Souza (atacante do Goiás, mas só porque é artilheiro) como destaques do Brasileirão 2006. Mas não posso fazer isso, porque sou flamenguista e vilanovense. Num artigo do jornal ou numa matéria, eu seria obrigada e só por isso os incluiria. Mas aqui é o meu blog e eu faço o que eu quiser.

Vamos à minha seleção...

Rogério Ceni (São Paulo)
Paulo Baier (Palmeiras)
Fabão (São Paulo)
Fabiano Eller (Inter)
Júnior (São Paulo)
Zé Roberto (Santos)
Mineiro (São Paulo)
Danilo (São Paulo)
Renato (Fla)
Soares (Figueirense)
Fernandão (Inter)

Técnico: Mano Menezes (Grêmio)

# Comentários:

- O Paulo Baier só entra no meu time se o esquema de jogo for o famigerado "samba-do-crioulo-doido". Eu não sei se ele tá jogando como meia, volante ou lateral. E, além disso, ele faz gol (é um dos artilheiros do Palestra). Não gosto de um time que tem que se adaptar ao estilo de jogo de um cara só. E é isso o que acontece nos times de Paulo Baier.

- Zé Roberto não disputou nem metade do Campeonato, mas está entre os melhores sim.

# Revelação: Lucas (Grêmio)

# Melhor grito de torcida: "Obina é melhor do que Eto´o"

# Maior mico: Corinthians. Defendia o título e quase foi rebaixado.

# Melhor jogador: Mineiro (São Paulo) - Dureza escolher o melhor deste ano. No ano passado, o Tevez realmente sobrou. Neste ano não teve alguém que se destacasse tanto. Mineiro foi regular e eficiente.

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E eu vou terminar o Brasileirão torcendo contra o Vasco, pra não conquistar vaga na Libertadores. Termina amanhã. Recebemos um mail no jornal de um leitor criticando o sistema de pontos corridos. Queria escrever sobre isso, mas vou deixar pra um artigo. Só pra constar: o sistema de pontos corridos tinha que ser indiscutível (o melhor, inquestionável). O jejum de futebol dura só até o dia 14 de janeiro, quando começa o Goianão. Pra nós, o tempo não pára. Já começamos a pensar no caderno do Estadual. E ainda tem o Mundial e tal. É fim de férias mesmo.