É mais ou menos como quando o Fellype Gabriel pega a bola na intermediária. Você fecha as mãos e desencosta do sofá. Com a habilidade do rapaz, ele dribla uns dois e chega à entrada da grande área. Você chega a levantar o bumbum, com as mãos fechadas e quando vê já está em pé, segurando a tv. Daí, em lances como esses, o Fellype Gabriel, invariavelmente, vai ser desarmado, ou chutar pra fora, ou chutar em cima do goleiro, ou sofrer uma faltinha. Sofrer a falta até que pode dar em alguma coisa depois, mas o pior é o anticlímax. A única diferença é que pro Fellype Gabriel a gente já não dá muito crédito e já sabe o que vai acontecer. No outro caso, eu esperei muito que fosse dar certo.
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Fim de semana no jornal. Fechamento sozinha no sábado. Seis páginas e dois diagramadores. Que me divertiram pra caramba. Crédito pro Luiz com o "uuuuiiiiiiiuuuu" dele, que ele disse ser de um desenho animado. E hoje o Sersócima ainda me vem com essa: "Nossa, minha unha tá tão grande que parece que eu tô de francezinha."
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Os árbitros da Federação Paulista de Futebol vão ter avaliação e acompanhamento psicológicos. Alguns problemas detectados: ansiedade, insegurança, dificuldades de decisão e em assumir responsabilidade. É, acho que eu não seria uma boa árbitra mesmo.
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Bom, o mês de março começou cheio de planos. Que, na melhor das hipóteses, se concretizam em pouco mais de dois meses. Por enquanto, eu e Maria Cristina já tivemos mil idéias. Eu estou super animada, talvez por acreditar que vou conhecer um mundo novo, responsabilidades novas e por achar que eu já devia ter aprendido a viver há muito tempo. Acho que vou dar um passo grande em relação a isso com os novos planos.