Paula Parreira

repórter + esportes + música + Itumbiara + jornal + Goiânia + futebol + mostarda + dorminhoca + tênis + blog + Guilherme + família + óculos + café + fotos + Pateta + O Popular + marshmallow + amigos

quarta-feira, 31 de janeiro de 2007

Sabe quando você lê num livro exatamente aquilo que você precisa? Às vezes acontece. Demorou. Acho que eu tinha que ter lido alguns dias atrás. E é assim que, de repente, tudo faz sentido. Quando você vê ali escrito a definição de um momento, de uma coisa que você sente ou de algo que você fez. Ou estava tentando fazer. Só que não tem resposta pra uma só pergunta. Vai ser sempre assim? Eu acho que vai. Na verdade, a gente nunca consegue superar as coisas. Em alguns dias, a gente acha que sim. Noutros, vê que ficou tudo lá. Talvez não ficou totalmente, mas umas partes sim, que sempre vão te fazer lembrar o quanto aquilo te marcou. Geralmente é para o lado ruim. No meu caso foi.

O que estava escrito?

"Quem de nós não tentaria fazer com que alguma coisa desse certo agora, mesmo que não tenha dado certo antes?"

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Futebol é assim, feito de semanas boas e outras ruins. O Itumbs tá perdendo, o Obina não marcou gol no aniversário e amanhã o Vila joga. Esqueci de comprar guardanapo. Amanhão coloco meu artigo aqui.

segunda-feira, 29 de janeiro de 2007

E eu nem tinha colocado aqui o meu artigo da semana passada, que saiu na quinta-feira. E o de quinta que vem já está pronto.

Um apelo pela coerência


Quando Dunga fazia testes com a seleção, não chamava Adriano. Agora que disse ter chamado o time, por ora definitivo, chama o atacante da Inter de Milão. Tem base? E engraçado que agora também a seleção é toda estrangeira. Nenhum, nenhumzinho atleta que atua no futebol brasileiro. E as opções não são poucas. Mineiro, Fernandão, Fabiano Eller (que agora se transferiu para a Espanha) e, para o lugar de Adriano, até Souza valeria. E olha que eu não sou muito fã de Souza. Quer dizer, apesar de flamenguista, sou nada fã de Souza.

O fato de Adriano ter voltado a fazer gols não quer dizer que ele deixou a má fase para trás. Só porque ele marcou seis vezes nos últimos cinco jogos da Inter não quer dizer que fez as pazes com as redes. A sua convocação mostra ainda a incoerência de Dunga. O treinador chegou a afirmar que um jogador só está em boa fase se demonstrar regularidade por, pelo menos, seis meses. Adriano foi bem regular até por mais tempo: não marcou um golzinho sequer por nove meses.

Dizem que o Imperador foi convocado não pelo que fez em 2006, naquele fiasco brasileiro na Copa do Mundo, e sim, pelo que atuou em 2004 e 2005, nos títulos da Copa América e da Copa das Confederações. Então, se fosse assim, ele convocaria Romário pelo que fez em 1994. E convocaria Pelé pelo que fez em 1970.

A convocação de Adriano só não toma caráter tão relevante porque é só para um amistoso, contra Portugal, no dia 6 de fevereiro. Dunga diz que esta é a seleção definitiva, mas não descarta fazer modificações para a Copa América e para as Eliminatórias, competições deste ano. Se formos analisar a última convocação para o amistoso contra Scolari, Cristiano Ronaldo, Pauleta e companhia, as peças-chave não mudam muito. Dunga testou mais no gol e nas laterais, o que era previsto, já que Cafu, Roberto Carlos e Dida não atuam mais.

Tudo indica que Maicon, Marcelo, Adriano e Daniel Alves são os preferidos de Dunga para as alas. No gol, Gomes e Hélton têm o voto do comandante. O engraçado é que Dudu Cearense foi convocado todas as vezes (seis) por Dunga. Cá entre nós, eu optaria até mesmo pelo Lucas, o gremista da seleção sub-20. Ele foi convocado duas vezes por Dunga. Os outros que foram convocados todas as vezes foram os zagueiros Alex, Juan e Luisão, o lateral Maicon, o meia Elano e o atacante Robinho. Outra opção para o lugar de Adriano seria mesmo Daniel Carvalho, que foi chamado pelo técnico cinco vezes.

Bem, parece que é só manter a coerência, Dunga.

domingo, 28 de janeiro de 2007

O pior não é perder de 3 a 0, ficar na geral, tomar chuva, queimar a bunda no banquinho. Nada disso. O pior é ouvir "ão, ão, ão... terceira divisão" e, no ritmo de Poeira (aquela música chata da Ivente Sangalo), "terceira, terceira, terceira, time de terceira". Ainda tinha outra da cantora baiana: "Arerê, o Vila vai morrer na Série C".

Rápidas do clássico:

# Teve uma hora que o Vítor chegou de carrinho e quase pegou o Jonhson. Ele passou e furou a placa de publicidade. Fiquei pensando que, se pega no tornozelo do angolano, ele não teria feito o gol no finalzinho.

# A torcida foi completamente indiferente à entrada de Wando. Os vilanovenses não aplaudiram (ainda bem) e os esmeraldinos não vaiaram (que pena).


Na geral, a trabalho, num dia em que o Vila perdeu o clássico para o Goiás por 3 a 0. Não precisa falar mais nada. (Crédito: Wesley Costa)

terça-feira, 23 de janeiro de 2007

Em época de Pan, você acaba descobrindo sujeiras e curiosidades dos esportes olímpicos. Descobri hoje que a Federação Brasileira de Vela e Motor está fudida (assim como a Marina da Glória, local que vai abrigar as competições de vela, está há muito tempo). E também descobri que a líder do ranking nacional de esgrima é russa.

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Minha casa agora está legal. Coloquei um banquinho do lado do sofá, pra pôr o copo, e uma cadeira em frente a ele, pra pôr os pés.

segunda-feira, 22 de janeiro de 2007

Você tem culpa dos meus problemas? Não né. Eu sei disso. E o fato de você não ter não quer dizer que eu não os tenha. Eu tenho. Muitos. Então. É que eu também não tenho culpa dos seus.

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O fim de semana passou. Foi com menos coisas ruins do que eu achei que seria, mas foi com mais do que eu gostaria que fosse.

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Detesto ver as pessoas tristes por causa das outras. Ficar triste por causa de dinheiro, de dor, de um machucado, de uma novela, filme ou música, por causa de fome, aí tudo bem. Mas por causa de outra pessoa é inconcebível. Porque ninguém tem esse direito.

quinta-feira, 18 de janeiro de 2007

Se você quer sair da minha vida, tudo bem. Saia mesmo. Mas saia direito. E saia, inclusive, deste blog. Agora!

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Ia colocar a piadinha aqui ontem, mas esqueci. Mas é que o Goiás perdeu para o campeão da Série B e o Vila eliminou o campeão mundial.

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Meu artigo que saiu hoje, na íntegra.

O dia em que levei um "não" do Piquet

Foi em setembro. Eu estava em Brasília, no autódromo que leva o nome do tricampeão. Era a 8ª etapa da Stock Car e eu cobria para o jornal. Na sexta-feira, dia dos primeiros treinos, disseram que o Nelsinho Piquet estava no autódromo. Ele tinha acabado de chegar da Inglaterra. Em Silverstone, ele tinha guiado pela primeira vez como piloto de testes da Renault. Claro que eu queria falar com o garoto. Mas quando cheguei perto, me arrependi.

O Nelsinho falou comigo, mas por obrigação. Ele conversava com dois amigos (um deles, Xandinho Negrão, piloto da GP2, com quem dividiu as pistas no ano passado) e parou para nos atender (eu e um amigo jornalista de Goiânia). Perguntamos tudo sobre a Renault e ele deu respostas contundentes, como o pai costumava fazer como piloto. Disse que estava apenas no começo de um processo de aprendizagem com a nova equipe, que os resultados vão depender das condições que o time francês lhe oferecer e finalizou afirmando que não há sentimento de companheirismo entre os pilotos na Fórmula 1. Bingo!

Nos despedimos e eu desci as escadas. Só lá embaixo, na área dos boxes, é que o meu colega me alertou para o fato de que a gente tinha passado por Piquet-pai. "Vamos voltar e ver se ele fala com a gente", eu disse. "A fama de antipático com a imprensa não deve ser tão verdade assim", eu pensava. "O Piquet deve ter mudado." Cheguei, me apresentei e estendi a mão, para só depois perceber o erro que cometi. O tricampeão me olhava e eu lá, com a mão estendida. Foram os cinco segundos mais longos da minha vida. Mas, no final das contas, o Piquet me cumprimentou.

Depois disso, não tinha como acreditar que ele seria bonzinho. Pedi para ele comentar os testes do filho, que ele tinha acompanhado na Inglaterra. Nada disso. "Agora é só com ele. Vai lá falar com ele", ele me dizia, e já me conduzia, ou melhor, me empurrava, para ir falar com o Nelsinho. Insisti, mas ele negou novamente. Por fim, me despedi: "Não, Piquet. Obrigada. Com o Nelsinho eu já falei, ele já me contou como foram os testes. Mas tudo bem se você não quer comentar. Obrigada".

Então, em dezembro do ano passado, a Lívia Caixeta, repórter de Esportes, faria uma matéria com o filho caçula do Piquet, o Pedro, que corre de kart. E o desafio era conversar com o tricampeão, que estaria em Goiânia para acompanhar o herdeiro. Se ela falasse com ele, faria também uma matéria sobre Fórmula 1. E ela conversou com ele sobre tudo. O cara comentou a categoria, falou de novos talentos, do Massa, do Nelsinho, do Pedro e, inclusive, sobre a sua fama de antipático com a imprensa.

Segundo a Lívia me contou, o Piquet explica que não gostava de dar entrevistas para quem não entendia do assunto mas tinha que encher páginas sobre ele nos jornais. Isso na época de piloto. Por isso, tinha a fama de inimigo dos jornalistas. E ele acha que isso o ajudou a se preservar. Não sei o que aconteceu. Talvez ele estivesse mais à vontade sozinho, estava de bom humor quando veio para Goiânia, sei lá. E em Brasília eu o interrompi em uma conversa com dois caras. Vai saber.

Eu não gosto muito de comparações, mas convencionou-se equiparar sempre as carreiras de Piquet e Senna. Isso porque Senna sempre foi o queridinho da imprensa, dos jornalistas, o menino bonzinho, politicamente correto, que, mesmo quando tinha uma postura antiética, era perdoado. Piquet não. Ele sempre disse o que o povo não queria ouvir, dava declarações ácidas e patadas em todo mundo. Ele ganhou tanto quanto o Senna, em termos de campeonatos. E é bem menos popular.

Sei que, desde aquele dia, estou com o orgulho de jornalista ferido. Mas acho que todo atleta precisa ter um relacionamento tranqüilo com a mídia. O Senna soube usar a mídia para inúmeros interesses pessoais até. E acho que, assim como todo ex-piloto, o Piquet pode (e deve) ser procurado para comentar a categoria. Mas se ele não quer, também é uma opção dele. Eu quero ter outra oportunidade de falar com ele sobre Fórmula 1 e espero que seja bem-sucedida. Mas eu nunca vou esquecer o dia em que levei um "não" do Piquet.

segunda-feira, 15 de janeiro de 2007

Mas o bom mesmo é que a Agência EFE, no lançamento do novo carro da McLaren, pega as fotos do Hamilton, do Gary Paffett e do Pedro de la Rosa posando em frente ao F-1, daquele jeito: agachados, com o carro ao fundo. Mas o Alonso não.

Não adianta. Você se empolga (mas se empolga muito mesmo) com uma coisa. E daí vem alguém, decide alguma coisa (que até é certa) e você fica com cara de tacho. Mas espero que a matéria fique tão boa quanto eu quero que ela fique (e estou me esforçando pra isso).

sábado, 13 de janeiro de 2007

Smiths, Strokes, Kaiser Chiefs, Arctic Monkeys, Bloc Party, Magic Numbers, New Order, Pixies. Isso não pode ser uma festa. É um paraíso.

quinta-feira, 11 de janeiro de 2007

Meu artigo de hoje cortou super muito. Então, aqui vai ele inteiro.

Quero novas preocupações

Bem que eu queria escrever aqui sobre a eleição na Câmara dos Deputados, o relacionamento do Brasil com a Venezuela de Hugo Chávez ou o reflexo dos anúncios do presidente venezuelano nas bolsas de valores. Juro que eu queria. Mas uma rápida passada pelos telejornais e principais sites de notícias me desanima. É o Arlindo Chinaglia recebendo apoio do PMDB e defendendo a equiparação dos salários dos deputados com os ministros do Supremo Tribunal Federal. É o louco-ditador-socialista tirando do ar uma emissora de televisão e ameaçando acabar com a autonomia do Banco Central. Não é desanimador?

No caso da Venezuela, são medidas econômicas (Lula estuda fazer o mesmo com o BC daqui) e nacionalistas, mas soam muito mais como um ato de "eu mando aqui e tudo o que tem aqui é meu". Não acredito que seja assim. O mundo atual e globalizado é feito de relações exteriores e medidas ponderadas. E não de "porra-louquices" e decisões extremadas. Ainda há a possibilidade de alteração constitucional para uma perpetuação de Chávez no poder. E logo depois, na próxima manchete do jornal, vem o pedido de Bush para que os Estados Unidos enviem mais 20 mil soldados ao Iraque. Eu não mereço.

Foi nesse momento que pensei bem e resolvi escrever sobre as cores. Mais especificamente, a cor vermelha. Mas, por favor, não façam nenhuma alusão à luta socialista, o PT de Chinaglia, Chávez ou algo do tipo. Mais particularmente ainda, decidi escrever sobre a relação de Kimi Raikkonen com o tom "ligeiramente" avermelhado do seu novo uniforme. "Ela me aquece mais", foi o que disse o piloto finlandês sobre a cor.

É, o vermelho é definido como uma cor quente. Quente, calor, esquentar... Tem a ver mesmo. Pesquisei sobre o seu significado e li dicas para vestirmos vermelho quando precisamos de força de vontade, coragem ou quando precisamos atrair alguém, sexualmente falando. Não sei sobre esta última dica no que diz respeito a Raikkonen, mas as duas primeiras podem ajudá-lo na empreitada de pilotar a Ferrari neste ano.

Mas também estava lendo sobre o lado negativo do vermelho, que pode gerar irritação, agressividade, rebeldia e inquietação. Raikkonen não vai precisar de nada disso. Por enquanto, tudo é festa em Madonna de Campiglio. O povo esquia, faz discurso, Raikkonen diz que "o time é uma família", mas já adianta que não vai mudar hábitos de vida pessoal por causa da escuderia. Alfineta a ex-equipe, McLaren, dizendo que o problema não foi seu estilo de vida, mas um carro pouco veloz mesmo.

Quero ver é quando os treinos começarem. Por enquanto, Raikkonen trabalhou menos que Alonso, considerado o principal concorrente dos dois ferraristas neste ano. E os dois pilotos vão precisar de adaptação boa aos pneus Bridgestone, com os quais vão correr. Só o brasileiro Felipe Massa está acostumado à marca. O espanhol não testou muito o carro, mas está na Inglaterra desde o ano passado acompanhando tudo na nova escuderia.

Então, que comecem logo os testes decisivos. Quero me preocupar mais com pneus e Fórmula 1. E deixar de me preocupar com os países da América Latina, os conglomerados econômicos, as bolsas de valores, o que faz o meu deputado na Câmara (mas eu votei nulo) ou com o Oriente Médio. Tudo isso é muito menos interessante pra mim.

Eu não sei qual o melhor momento pra fazer o que eu tenho que fazer hoje. Já tentei ensaiar, mas não tá dando certo. E logo hoje descobri que eu não posso passar a minha vida inteira com o disco do Nirvana guardado na case. Ele tem que ficar dentro do som, pra eu ouvir sempre. Acho que a última vez que eu tinha ouvido Nirvana foi lá pra 2000. Acho que foi nesse ano que eu ganhei o Nevermind do meu pai e dei o Acústico que eu tinha pro meu primo.

quarta-feira, 10 de janeiro de 2007

Engraçado. O repórter diz que o Goiás venceu por 4 a 1. O Uol diz que foi 5 a 0. E a Federação Paulista diz que foi 3 a 1. Tá fácil, não?

Nem tinha colocado o meu artigo da semana passada aqui. Então, está aí. Amanhã coloco o que vai sair amanhã.

As nossas casas fora de casa

Sabem como é que o escritor inglês Nick Hornby, autor de Alta Fidelidade, definiu Highbury, o estádio do Arsenal, time do qual ele é torcedor fanático? Assim ó: "O lugar que eu mais conheço no mundo. O único local, fora da minha própria casa, onde sinto que me encaixo absoluta e inquestionavelmente". Legal, não é? É que tem lugares em que a gente se sente assim mesmo. Existem aquelas pessoas que se dizem "cidadãos do mundo". Elas se encaixam com mais facilidade em lugares desconhecidos. Comigo não é assim.

Mas assim como Hornby, me encaixo perfeitamente bem no Serra Dourada. Engraçado como lá se tornou um lugar agradável. Também é curioso como a gente se refere a cada cantinho do estádio como se o conhecesse há mil anos. Quando combino com alguém de encontrar nas arquibancadas, já uso as referências: "é do lado do bandeirão", "é naquela voltinha depois da cabine de rádio tal", "me encontra lá no bar do gol dos vestiários". Também tem a famigerada coordenada "te vejo no lugar de sempre". E por ir tanto ao campo, já tenho alguns rituais. Sempre vou com uma calça de bolso pra colocar a chave, só peço cerveja da caixa que está tampada e também sempre estou de camiseta neutra. Ainda não tenho rituais na minha casa nova.

Eu me mudei há pouco mais de quinze dias. E, às vezes, me sinto mais à vontade na casa de amigos do que lá no novo lar. Ainda falta costume. Chego em casa e fico sem lugar. Pode até ser que é porque ainda não tenho sofá (e eu adoro sofá). Mas fico andando de um lado para outro, vendo o que tem fora do lugar, checando se o gás está desligado. Não consigo ficar parada. Também não consigo ler lá na casa nova, porque ainda não encontrei um local bacana. Só leio o jornal na hora do café da manhã. Isso já é uma coisa boa, porque eu não tomava café na outra casa.

Faço ainda de outros lugares a minha própria casa. Gosto muito de uma livraria do Flamboyant e posso passar minhas tardes ou manhãs por lá todos os dias que não me canso. Também gosto de lojas de artigos esportivos, daquelas bem grandes. Se for a alguma delas, é certeza que perco a hora. A casa da Maria Cristina Furtado também é um lugar ótimo e não é raro eu passar lá na hora do almoço ou depois do trabalho pra esticar um pouco as pernas e deitar no sofá. Agora só falta fazer isso lá em casa. Ou, quem sabe, um dia tomar Highbury emprestado de Hornby. Lá deve ser legal mesmo.

segunda-feira, 8 de janeiro de 2007

O que eu queria escrever aqui, eu não posso. E hoje descobri que o inventor do macarrão instantâneo morreu. Preciso fazer uma homenagem e vou comer um de feijão hoje. Nem contei que a primeira conta da minha casa nova chegou. Deu até emoção. A primeira conta de verdade que eu vou pagar. Agora eu não sei se a surdez foi embora ou se eu já acostumei tanto com ela que parece que estou ouvindo normalzinho. O que me mata é sempre voltar a pensar em você. Porque será que isso não acaba de uma vez? Estou precisando de "garra", como eu e Fabi aprendemos ontem. E espero os amigos chegarem pra marcarmos alguma coisinha.

sexta-feira, 5 de janeiro de 2007

O que fazer numa situação como esta? Eu quero ler um livro, que acho que é muito legal. Mas o prefácio é de um(a) jornalista que eu não gosto. Quer dizer, não gosto do texto. Daí eu não aceito ler um livro sem ler o prefácio. E não dá pra ler o prefácio porque não consigo. Acho que vou escolher outro livro enquanto decido essa parada aí.

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Fui jantar no meu irmão. Uma comida deliciosa, do jeito que eu gosto. Ainda trouxe uma marmita pra casa. E tô com vontade de chegar lá logo pra comer mais. Sem tv a cabo em casa, o melhor mesmo foi ver o restinho de Quase Famosos, que eu amo. Pra depois ficar de luto ao saber do fim de The O.C.

quarta-feira, 3 de janeiro de 2007

Recadinho para o Ti. Eu odeio assessores de imprensa de automobilismo. Eles infernizam a nossa vida o ano inteiro. E aí no fim do ano ou no começo do outro, quando a gente precisa deles, eles estão de férias com os celulares desligados.

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A gente tem que criar a cultura do "diminuir os erros", "não passar por cima dos outros" e "ser mais detalhista". Acho que vou escrever tais coisas em um monte de cartazes e distribuir por aí. Talvez eu cole em locais por onde algumas pessoas costumam sempre passar.