Paula Parreira

repórter + esportes + música + Itumbiara + jornal + Goiânia + futebol + mostarda + dorminhoca + tênis + blog + Guilherme + família + óculos + café + fotos + Pateta + O Popular + marshmallow + amigos

sexta-feira, 30 de março de 2007

Foi mais uma semana em que tive que lidar com minha ansiedade. Calejada, duvidava de tudo de bom que pudesse acontecer. Parecia estar esperando que algo desse errado a qualquer momento. Não queria ser surpreendida e já me preparava pra tudo. Mas, enfim, deu tudo certo. Como diz a Fabi, desenhei a casa no chão e papai e mamãe sorrindo...

Mas quando as coisas mudam é sempre aquela coisa. Medo, surpresa, novidades, alguns detalhes que são iguais... Estou pronta para a mudança. Só um pouquinho (mais) ansiosa. Deixo para trás muita coisa legal. Nem queria escrever aqui, porque ainda não sei encarar isso. Mas a Fabi exigiu.

Estou empolgada. Que venham novos desafios. Acho que vão vir aos montes. E terei sempre amigos fofos por perto. Ainda bem. O problema é que deixo muitos pra trás também. Que continuam comigo em pensamento e no coração.

É isso. Saio do DM e vou para o Popular.

quinta-feira, 22 de março de 2007

É verdade mesmo. A trilha sonora de Maria Antonieta tem uma música dos Strokes. É What Ever Happened. E mais. Tem New Order (Ceremony) e mais duas músicas do The Cure. A trilha é boa mesmo.

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Não tenho vontade nem de levantar da cama. Quanto mais de trabalhar.

domingo, 18 de março de 2007

Eu não conhecia muitas músicas. Achei que fosse conhecer quase nenhuma. Mas aí, aos poucos, foi tocando Jet, Franz, Strokes, Kings of Leon, Kiss, Killers. E eu que ainda falei pra irmos em dois carros, porque tava com medo de que fosse ruim. Super desanimada saí de casa. Mas depois do ótimo papo no aniversário, a noitada foi muito legal. Muito mesmo. E voltar pra casa 4h30 foi só conseqüência. E eu que pensava estar de volta pra ver a corrida. Tsc, tsc.

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Não vi a corrida, mas vou ler os blogs agora. Parece que foi sossegado pro Kimi. Será que o habitual azar dele vai contagiar o Massa?

quinta-feira, 15 de março de 2007

Meu artigo que saiu hoje, um dia em que respiro Fórmula 1 na redação. São as duas páginas especiais que vamos soltar amanhã. Tipo um guia. Muito reduzido é verdade. São os tempos. Nada de um caderninho, formato tablóide, pra destacar e guardar a temporada inteira. São duas páginas standard, que abrem um caderno que leva outras editorias ainda. É como eu finalizo o artigo. Aproveite. Ou tente.

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Apostas de pré-temporada

Imagine. Você é um piloto promissor, com moral na equipe, conquistou o título do último GP do ano passado em sua terra natal e acumula ótimos resultados, aliás os melhores, na pré-temporada. Além disso, o seu companheiro de equipe, um dos favoritos, não andou tão bem nos testes e esteve quase sempre atrás de você (para ser mais exata, você ganho dele em 12 de 17 dias de treinos).Para completar o quadro, você recebeu elogios rasgados do chefão da categoria, do presidente da sua escuderia, do atual bicampeão mundial e de dois ex-pilotos (um que correu pela sua equipe e outro que foi tricampeão).

Ufa! É tanta coisa boa que o sucesso pode subir à cabeça. Felipe Massa larga como principal favorito para conquistar o título mundial de Fórmula 1 deste ano. É a aposta de nada menos que Bernie Ecclestone, Luca di Montezemolo, Fernando Alonso, Jean Alesi e Jackie Stewart. Há ainda o peso de toda a torcida brasileira. Haja pressão, não?

Mas os dois anos como titular da Sauber e dois de Ferrari (um como piloto de testes e um como titular, no ano passado) ensinaram muito ao brasileiro sobre esse circo da Fórmula 1. Chega a dar raiva o quanto as entrevistas com Massa são sem-graça. Qualquer um soltaria os cachorros em cima de todo esse oba-oba. Mas ele sabe o que está fazendo quando afasta o favoritismo, diz que muitas equipes estão na briga e ressalta a diferença dos testes e corridas.

Mas é natural apostar num cara que dominou os testes de pré-temporada e mantém todas as condições favoráveis para fazê-lo também quando o campeonato estiver valendo. Estranho seria jogar as fichas em Coulthard, Christjan Albers, Mark Webber, esses caras. Mas como disse uma amiga minha outro dia, tudo pode acontecer, inclusive nada. Lembram da Honda no ano passado? Dominou os testes e não rendeu o esperado, principalmente Rubinho.

Mas já que é para apostar, vamos aos meus palpites, que se confundem com torcidas. Na minha opinião, o finlandês Reikki Kövalainen tem tudo para ser a revelação do ano. Aposto em Massa para a disputa do título, mas em Alonso para tricampeão. Em Fisichella para "mais do mesmo", em Raikkonen, Hamilton, Heidfeld e Button para boas temporadas. Aponto Ferrari, McLaren e BMW para polarizar a disputa, o que também é fácil, baseando-me apenas nos testes iniciais.

Vamos começar a tirar a prova no próximo domingo, quando o GP da Austrália abre a esperada temporada de novos valores. É a saída de um cara que dominou as pistas por anos a fio, o que já faz até Ecclestone querer mudar a fórmula de pontuação, e a chegada de caras duplamente novas (jovens e estreantes). E amanhã o DM traz um guia sobre a temporada, com pilotos, equipes, circuitos, novidades e prognósticos para o ano todo.

domingo, 11 de março de 2007

Eu sou fã do Cony. E foi na coluna dele que li a melhor tirada sobre a visita de Bush: "Que seja ele (Bush) o Anticristo que a humanidade sempre temeu. Não é caso para nosso desespero. Em maio, receberemos o papa, que trará água benta suficiente para nos livrar de todo o mal, amém." Totalmente excelente.

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De volta, após uma fugidinha pra Itumbs. Cor nova de cabelos, corte novo e tentativa de mudança em outras áreas também.

sexta-feira, 9 de março de 2007

Estamos todos muito alegres com a sua chegada. E prontos para fazer da sua vida a melhor possível. É que no mundo em que vivemos hoje, nem sempre tudo é legal. Mas você merece tudo o de mais legal no mundo. Não vou dizer que as coisas ruins não farão parte da sua vida, porque elas estarão lá, lembrando você que nem sempre tudo é tão bacana. Mas sabe o melhor de tudo? Você tem uma mãe bacanérrima, que vai te amar pra sempre. E vai ter um monte de felicidade te esperando no seu lar. Seja bem-vindo, Ernestinho.

quarta-feira, 7 de março de 2007

"Nosso time ganhou de 'tótó' dentro de campo" - Renato, o craque da torcida do Brasileirão 2006, respondendo provocação de Djair após a final da Taça Guanabara e após converter o pênalti que resultou no quarto gol do Fla sobre o Madureira. Quem foi que disse que era tricolor suburbano desde criancinha? Ahn? Rs.

segunda-feira, 5 de março de 2007

Não, eu ainda não cresci. Não sei como é ser adulta e estou longe disso. Um exemplo? Minha mãe ainda paga o meu dentista.

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Amores enormes ou pequenos, não importa. O importante é que os tive. E tive a todos.

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"Ele falou daquele jeito, sabe, que ele fala?", perguntei. E o pior é que, sim, ela sabia exatamente como era.

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Parece quando os sonhos se perdem por aí em algum lugar e nada mais faz sentido. Porque a gente trilha um caminho tentando alcançar um sonho, ou construí-lo. Mas aí, a uma certa altura, parece que você mudou de sonho ou pegou o caminho errado.

domingo, 4 de março de 2007

Já que a Fabi diz que só acontece a cada dez anos, é muito otimismo esperar que aconteça dois domingos seguidos. Tô sentindo que a tríplice coroa hoje não vai rolar. Mas faço questão do Itumbs, pra vingar a derrota do primeiro turno, e do Fla, pra ficar sossegado com vaga garantida na final do Estadual do Rio.

quinta-feira, 1 de março de 2007

Meu artiguinho que saiu hoje...

Esculhambação

Os organizadores dos Jogos Pan-Americanos do Rio estão dando uma de José Simão, colunista da Folha, e têm se portado como verdadeiros "esculhambadores da República". Como eu sou uma jornalista que só faz críticas construtivas (ui!), oferece sugestões pertinentes e não gosta de uma fanfarrice, decidi ajudar o Co-Rio.

É que o Comitê Organizador dos Jogos enfrenta alguns problemas com o evento, como atraso nas obras, investimentos (ou falta de) em segurança pública, insuficiência em transporte, licitações, utilidade posterior para as instalações esportivas (sim, isso é problema), coisas assim. Andei pensando e não acho que seja tão difícil resolver tais questões.

A obra mais cara dos Jogos é o Engenhão, Estádio Olímpico João Havelange, orçado inicialmente em R$ 166 milhões, mas que agora já custa R$ 360 milhões. Não estão sabendo o que fazer com ele após o Pan. Mas eu já sei. Dá-lo ao Corinthians, o time sem estádio. Localização seria apenas um detalhe. O Alberto Dualib, presidente do Timão, até se reuniu com o Lula dias atrás para falar sobre a construção de uma arena para o clube. Claro, queria garantir algum lá no Planalto. Então é só o Corinthians mudar de domicílio futebolístico e se federar no Rio de Janeiro. Ou, se muitos acharem exagero, continuar em São Paulo e mandar seus jogos lá na Cidade Maravilhosa.

Outro problema do Co-Rio é a Marina da Glória. Patrimônio histórico (portanto, com regras rígidas para mudanças), o local abrigará, caso eles não aceitem minha sugestão, a competição de vela do Pan. Além do problema das obras, tem ainda a poluição na Baía de Guanabara. Então, Co-Rio, seus problemas acabaram. As provas de vela podem ser em Brasília, no Lago Paranoá. Localização, novamente, é um mero detalhe. Afinal, o que são 1.148 quilômetros de distância? Pouca coisa. Um pulinho.

Segurança pública também é fácil de resolver. A preocupação é com as vias de acesso aos locais de competição. Ao redor, proliferam a passos largos, como li numa reportagem, as milícias nas favelas. Já sei. Li uma vez, num livro do Caco Barcellos, que um traficante do Rio garantiu a segurança do Michael Jackson quando ele foi gravar um clipe num morro da cidade. Então, se dá para garantir a segurança do astro, dá para fazer isso com a de todo mundo que participa do Pan.

Também tenho outras soluções. Atraso nas obras? É só adiar o Pan. E pede para o Alcides anunciar o adiamento, porque ele já está acostumado a fazer isso mesmo. Venda de ingressos? Quem quiser, que assista na televisão. É só o Co-Rio deixar claro que a preocupação maior é com a grana dos direitos de imagem. Quem não gosta de dinheiro? Todos vão entender. Decuplicação dos gastos? É só comparar com os Jogos Olímpicos de Atenas em 2004, na Grécia. Lá, eles previam gastar 1,9 bilhão de euros e gastaram 9 bilhões. Ah, mas há uma ligeira diferença entre um Pan e uma Olimpíada, você pode questionar ao Co-Rio. Aí é só o Comitê dizer que o Pan é a nossa Olimpíada e dar o assunto por encerrado. Afinal, autoridade existe para ser usada. E eu estou falando sério, tá?