Paula Parreira

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segunda-feira, 28 de maio de 2007

O baterista do Arctic Monkeys disse que a diferença do primeiro para o segundo álbum deles é que agora eles sabem tocar e são uma banda de verdade. Engraçado. Eu gosto mais do primeiro. De quando eles não sabiam tocar e não eram exatamente uma banda.

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Depois de dois dias de folga, chego no jornal e vejo que farei estatísticas e bastidores. Cheguei cedaço e às 15h30 começo a desesperar, querer ir logo pro campo, xingar o colega que não chega e vai me atrasar... Mas, peraí! Que horas é o jogo? Claro... 18h10. Da próxima vez eu leio o jornal de manhã quando tiver passado dois dias desligada do mundo futebolístico.


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Ainda não estou certa do que penso quando ouço as pessoas dizendo que estão negligenciando a vida pessoal, o namoro, o casamento ou o tempo com a família por causa da dedicação exaustiva ao trabalho. Eu também já abri mão de coisas por causa da minha família. Ainda acho que não tenho coragem de trabalhar num lugar em que sonho só porque vou ficar longe demais dos meus pais. Só que eu tenho de me dedicar à carreira que escolhi, oras. E ainda mais quando é o caso de não se ter muitas opções. Quando se tem, tudo bem. Você só adapta a sua vida, não abandona a carreira e consegue mais tempo para as coisas pessoais. É claro que eu queria isso também, mas no momento a carreira é minha prioridade. Mas nem todo mundo é solteiro e tem só 24 anos, já entendi.


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E aquela corrida de ontem me deixou com mais sono ainda. Aí, vi a largada e fui dormir com a televisão ligada. E não dá uma sensação claustrofóbica de ver o GP de Mônaco? Credo!


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Ainda lembro dos momentos em que nos separamos. De todos eles. Quando você ia passar férias na fazenda ou quando eu ia passar férias na casa da avó. E lembro quando você foi ao show do Netinho, em Uberlândia (MG). Só queria que você chegasse logo, pra gente continuar uma briga qualquer. Lembro de quando passou um mês fora no "intensivão" do Anglo. Que saco! Eu de férias e você estudando. A gente podia ter ido mais ao clube. Os vestibulares, o período em Ribeirão Preto e a aprovação. Eu achei ótimo passar um ano sozinha em casa. Pensava que a casa seria só minha, que eu teria mais espaço, teria o pai e a mãe mais pra mim, mas não conseguia deixar de falar com você no telefone. E chegava a sexta-feira, eu logo perguntava se você passaria o fim de semana conosco. Aí veio o meu vestibular. Claro que fiquei com raiva de ter uma única opção de cidade, por sua causa. Mas depois de um tempo parei de jogar isso na cara de todo mundo. Após anos dividindo o mesmo lar novamente, nos separamos. Mas só fisicamente. Parece que ficamos mais juntos do que nunca nos últimos seis meses. E agora isso. A gente vai se acostumar. Eu vou me acostumar. E depois de um tempo, voltaremos a ficar juntos. Isso sempre acontece mesmo.


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E hoje esqueci de passar perfume. Saco!


segunda-feira, 14 de maio de 2007

No domingão, vi o pôr-do-sol de dentro de uma canoa no rio que tem no lugar que eu mais gosto no mundo. Folga bem aproveitada!

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Tudo abaixo eram assuntos de posts ou artigos pra publicar aqui no blog. Mas, sei lá, não tá dando tempo pra nada. Mas era isso.

* Queria ter escrito sobre o Samuel e o Fábio Oliveira, que jogaram importantes decisões dias após a morte de parentes. No caso do Samuel, campeão da Superliga masculina de vôlei, jogou após a morte do irmão. Fábio superou a perda do pai. E, na decisão do vôlei, ainda tinha o Minuzzi, que conquistou o primeiro título após o problema no coração.

* Também queria ter escrito sobre o Fla e o título. Mas agora já foi uma eliminação e uma estréia ruim no Brasileiro.

* Queria ter escrito sobre a Melina. Mas acho que basta dizer, ou escrever, "bem-vinda, querida".

* E tem também o Brasileirão, o novo emprego, as coisas que tô fazendo certo, que tô fazendo errado, as pessoas novas, o "tem de" no lugar do "tem que", a posse do Dani, os absurdos na terra do jardim encantado, tudo isso...