Paula Parreira

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sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Bad hair day. Bad everything day.

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No fim, a gente não tem como saber se está agindo certo ou errado. Só agimos. Não dá para ter certeza do acerto. O jeito é fazer uma escolha. E se der certo, é apenas coincidência. Coincidiu que a escolha foi pela opção correta. É como bater um pênalti. E também é como defender um. Os dois (batedor e goleiro) escolhem um canto. O batedor acerta quando coincide de ter escolhido o lugar que o goleiro não escolheu. E para o goleiro é o contrário. Dá certo quando, por coincidência, escolhe o mesmo canto que o batedor.

O Felipe até tentou enganar dizendo que batedor é tudo previsível, mas depois o tira-teimas estava lá, pra mostrar que o Paulo Baier não bate sempre do lado esquerdo coisa nenhuma. Então, pegou na sorte, na coincidência.

Tá, tudo bem. Eu sei que não é exatamente assim. Se fosse era bom, porque a probabilidade seria sempre de 50%. Pra dar certo ou errado. O problema é que a gente encana de fazer uma escolha que, sim, é certa, mas tem 100% de chance de dar errado. E, por coindidência, ela dá errado.

Tem pessoas que sempre são a nossa escolha mais certa. Sabe aquela escolha que a gente até se sente orgulhosa de si mesma por ter feito? São elas.

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Homenagem tardia a um dos presentes mais legais do aniversário.


"A roseira já deu rosa
E a rosa que eu ganhei foi ela
Amanheceu um lindo dia
Cheirando alegria
Pois eu sonhei e acordei pensando nela"

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Consumismo aflorado.

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E a melhor teoria de todos os tempos foi a do "ovo frito".

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O meu blog, este ano, passou a ser orientado pelo Manual de Redação e Estilo do Estadão. É mole? Olho tanto no manual, que até quando estou escrevendo no blog e tenho alguma dúvida, vou lá dar uma consultada.

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Tenho até medo de começar a falar do ano futebolístico. Tudo foi tão bom, que nem dá pra acreditar. Mas, nesta altura do ano, em 2008, o Flamengo vai estar arrumando as malas pra Yokohama, o Vila já vai estar na Série A e o Itumbs vai ter subido pra B. É que pra 2008 ser melhor que 2007, só assim mesmo.

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E parabéns, querida! Vamos comemorar!

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Eu vejo o jogo no sinal interno do jornal e meu amigo ouve pelo rádio. E ele me diz que o Vinícius levou um frango. A única coisa que eu tenho a mais, que é a imagem, poderia me responder isso daí. Mas eu perdi o gol.

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Uma seleção do campeonato não tem que ter entrosamento, equilíbrio entre setores e blábláblá. É só uma seleção do campeonato, com jogadores que se destacaram naqueles setores e pronto. Não tem que jogar junto. Não tem que ter coesão. Não tem que ter primeiro e segundo volantes e essa babaquice toda. Aí vai a minha.

Rogério Ceni (São Paulo) - e não, não acho ele toda essa Brastemp.
Leonardo Moura (Fla) - peguei carona com o Jânio e, além do mais, sou flamenguista
Breno (São Paulo)
Thiago Silva (Flu)
Kléber (Santos)
Hernanes (São Paulo)
Martinez (Palmeiras)
Valdivia (Palmeiras)
Thiago Neves (Flu)
Leandro Amaral (Vasquinho)
Acosta (Náutico)

Minha seleção não tem ninguém do Cruzeiro, mas deveria ter. Não tem o Dodô, porque o Dodô vai ficar pra polêmica. E pronto!

Foi um campeonato rico em polêmicas: o doping do Dodô, as punições gigantes e os efeitos suspensivos, a crise do Corinthians, com direito a MSI e Dualib, o São Paulo querer ser o primeiro penta do Brasil e o drible da foquinha.

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Na verdade, não tenho tido muita vontade de levantar da cama. Nem é lembrança daquela história, nem porque eu tô cansada, nem porque meu trabalho é uma droga, nada disso. Acho que eu gosto de dormir mesmo, no final das contas. Falar em contas, já paguei tudo, já depositei o dinheiro. Agora só falta ligar pra Priscilla e comprar presentes. Ainda bem que o ano acabou. Um ano cheio de coisas muito ruins. E outras muito boas. Como sempre é, não?

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O final do ano vai ser melhor a partir do momento em que os meus dois Nick Hornby chegarem. E os discos também.