Paula Parreira

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quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Chego mais cedo para fazer uma matéria que, descubro depois, só vai entrar domingo. Tenho que parar de ser caxias. Não tem explicação. Só que acho que nós três estamos errados. Não é possível. Só pode ser isso. Os outros não se ferram e só podem estar certos por isso. Nós, só podemos estar errados. Compromissos na agenda: ligar para um promotor, um prefeito e um hotel. Faço só o primeiro. É o que dá tempo. Aí chega um gráfico da agência, trazido pelo menininho da arte. Parece um tal torneio das seis nações de rúgbi. Pode? Uma vez perguntei porque trazem essas coisas para cá. Me disseram que chegam uns troços da agência, eles vêem para onde podem ir e entregam. Eu recebo e digo obrigada. O garoto não tem mesmo culpa de nada, coitado. A matéria fica até legal, apesar da minha desconfiança. E aí chega alguém, pra lá de sorridente, para me desejar feliz dia do jornalista. Isso mesmo! Era o dia do jornalista e eu nem sabia. Ganho um post-it. Já falei que adoro post-its? Então, adoro. Tenho de todos os tipos.

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Feliz aniversário para o Cristiano e para o Obina. Estou de camisa do Flamengo em homenagem.

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Descobri que sou como o Garfield. Imagina se eu não iria gostar de um gato que determina que as manhãs comecem ao meio-dia? E ainda leio as tirinhas num momento em que percebo que meus dias começam só a partir das 11 horas. Partindo, claro, do princípio de que o dia começa quando a gente acorda. É esse o problema, eu acho. Meus dias de semana são exatamente iguais aos do fim de semana. Meus dias de trabalho são iguais aos de folga.

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Não ando me encaixando nos assuntos. Casamentos, namorados e como é bom conhecer as vantagens de se acordar cedo, o dia rende mais e tal. Mas fiquei empolgada com Buenos Aires, futebol e aulas de lutinhas.

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Li no blog da Ludmilla e decidi tomar chá, algo que gosto muito. Daí tomei chá aquele dia à noite. E tomei muito. Acabou a caixinha na mesma noite que abri. Mas é que gosto de dois sachês para cada meia caneca. É, eu gosto mesmo de chá.

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Na madrugada, procuro pela janela outras luzes que, como as minhas, estão acesas. Dá vontade até de sentar pra fora da janela. Mas meus pés podem congelar.

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Deve haver alguma razão para eu querer usar óculos escuros desde a hora em que acordo.

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Minha cidade, estádio lotado e colorido em azul, branco e vermelho, o time ganhando, dois gols do centroavante. Mas eu estava, sim, torcendo pelo Vila.