Paula Parreira

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domingo, 22 de junho de 2008

No Sertões. E sem mais para o momento.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Reencontrei Goiânia, uma cidade que agora tem mais semáforos e várias mudanças no trânsito. E tenho a certeza de que agora vou acabar pegando o comecinho do congestionamento na via que, até antes das férias, era a mais rápida pra chegar no jornal.

Mas quando é que o trânsito ficou tão difícil? Acho que foi a partir da minha batida. Ando com medo de andar de carro. E fiquei barbeira no volante. Não confio mais no meu retrovisor direito. Tem horas que eu chego a quase parar o carro pra olhar pra trás. Portanto, motorista goianiense. Minha placa é de Itumbiara e o final é 2. Quando encostar atrás, pode pensar: "Que merda! Tô atrás da Paula". Pode ficar puto, mas tenha paciência.

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Como eu queria, vi Sex and the city no meu último dia de férias. Achei massa demais o filme, mas o final... Bem, quando eu comecei a sacar que o final seria daquele jeito, comecei a ficar com raiva. E realmente o final seria melhor de outro jeito. Mas entendi que fosse do jeito que é mesmo. Ando bem tolerante e compreensiva.

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Não é que eu não fiquei com raiva. E também não é que eu fiquei. Não queria discutir com vocês, sobretudo com você. E não quero fazê-lo este ano. Não este ano. Mas é que me sinto injustiçada. Como se sempre fosse culpa minha eu não estar disponível. Não é justo ser cobrada por não ser de uma forma como vocês gostariam. E se eu cobrasse o mesmo de vocês? Que estivessem disponíveis sempre do meu jeito? Dá pra levar a vida do jeito que a gente leva. E entender que ela vai se desdobrando, que é natural eu falar de outras pessoas e passar mais tempo com elas. E achar isso normal. E não preciso do que vocês acham que é bom pra mim.

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Durante as minhas férias...

... minha casa não esteve limpa. Mas eu também não fiquei nela.
... li dois livros. Sim, só dois.
... rolou uma briga do jornal com um clube e eu perdi.
... o Vila começou bem, chegou na vice-liderança e deixou o G4. Mas voltou ao grupo no meu primeiro dia de trabalho. E eu estava na arquibancada.
... o Goiás começou mal e ainda está mal.
... o Fla sempre esteve ali, colado na ponta. Agora, no meu primeiro dia de trabalho, alcançou a liderança e está lá. Uma beleza. E não perdeu nenhum jogo, exceto aquela coisa ridícula na Libertadores.

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Stereophonics. Dois discos e muitas músicas legais. Eu sabia que era bom, mas não imaginava que fosse tanto assim.

Uns playlists diferentes. Acho que tem que ter paciência pra ouvir, porque demora a chegar uma música realmente boa. Mas pode ser que valha a pena.

MGMT. Vício novo.

Muse. Não sei não. Acho que a relação que vou ter vai ser igual à que tenho com o Radiohead, de total falta de paciência. Pode ser um insulto e não sei explicar, mas não tenho paciência com o Radiohead.

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Arrumando as coisas pra voltar ao jornal. Parece que eu vou voltar pra um escritório. Mas minha mesa não é exatamente (e nem se parece com) um escritório. E esqueci que nem posso deixar muitas coisas por lá. E trabalhei de manhã. E à tarde. Com horário pro almoço. Ótimo almoço. Caderno C. Premiada na volta. Mas tomei café da manhã num horário decente.

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No Dia dos Namorados vou dar prosseguimento ao meu caso de amor com o Cachorro Grande. Vou ao show.

domingo, 1 de junho de 2008

Num barzinho, perguntei como era a festa no Umuarama. "Ah, deve ser tipo barraquinha. Bom lugar para comer. Deve ter um monte de coisa", foi o que a Carlinha me falou. Chegando lá, nada feito. Festinha de universidade, só bebida, nenhuma comida, cerveja Crystal, dificuldade pra ir ao banheiro, muvuca, uma banda tocando música sertaneja, aquela pegação e fim de papo à meia-noite. E o pessoal ainda tirando com a minha cara, por eu ter 25. Tem base? Não me lembrava mais como eram as festinhas da faculdade.

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E no meu livro novo, tem referências ao Brasil. Depois de Febre de Bola, com Pelé e aquelas coisas, no Slam tem o Sandro Dias, o Mineirinho. É que o garoto está pensando em nomes para o filho dele, só pensa em nomes de "skatistas maneiros" e cita Sandro. E o livro está bom.

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Em Itumbiara. Quarta-feira, volto para Goiânia.