Paula Parreira

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sábado, 30 de agosto de 2008

Só tem três pessoas online no meu gtalk. E todas estão no mesmo lugar que eu, o meu local de trabalho.

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Eu sempre soube que todas as pessoas acham que seus problemas são os maiores. Eu entendo isso. De verdade. Não saio disparando e nem fazendo discursos demagogos por aí. Mas fiquei realmente triste com isso outro dia. Fase. Eu desencanei de problemas sem importância. E, descobri com o Lessa, acho que foi depois das minhas férias. Aprendi que eu posso não me importar com metade das coisas que me tomam tempo e pensamentos. E fico bem. Bem melhor, inclusive. Dá um vazio, às vezes. Mas é só costume.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

É incrível como algumas coisas minam o meu bom humor. Se é que eu tenho isso.

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No hospital veterinário, com a Tuti e a Maria Eugênia. Aí a gente pede informação sobre o local de entrada. O cara informa que é melhor pegar o carro. Aí a gente pergunta: "É longe?". "Não, uns 200 metros", diz o filhinho. Para começar, é claro que ninguém precisa de um carro para andar 200 metros. Nem a Tuti, que estava doente, mas andava normalmente. Mas a Maria Eugênia ficou na dúvida e o melhor foi o diálogo depois. "Duzentos metros são muita coisa?", me perguntou a Marô. "Depende. O Usain Bolt faz em 19 segundos", eu disse, denunciando o meu espírito dos últimos tempos.

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E eis que, em época de Olimpíada, todo mundo fala sobre o assunto. Até eu, pasmem! Até você! É nessas horas que acontecem os extremos. Em alguns casos, eu desisto de ler algumas pessoas para sempre. Nunca mais chego perto dos artigos, livros, matérias ou algo que o valha de algumas pessoas. Em outros casos, vou correndo pra livraria, real ou virtual, e para o google encontrar novas leituras de outras pessoas.

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Almoço com Wan é tudo de bom.

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Acordo com uma saudade, querendo falar pra você uma coisa que acho que pode ser legal, sobre trabalho. E, caso eu fale mesmo, por algum meio, posso aproveitar para dizer que senti falta de você. Eu sempre sinto, apesar de isso não ser recomendável. A gente nunca faz nada que é recomendável mesmo.

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E se me mandam fazer algo que é, em um ponto ou outro, interpretativo (subjetivo), então não me venham pedir para mudar. E se forem mudar, não me venham pedir pra fazer.

Num momento de retardamento mental, topei fazer o teste sugerido pela Bárbara, que é a heroína dos testes. Bom, agora também sou. Desde que fiz 14 anos, não faço mais testes de revistas. Eu fazia os da Capricho. Mas agora... Até tento ler alguns, quando estou no salão, mas é uma coisa muito louca. São opções que limitam total o ponto de vista. E eu sou daquelas de ponderar tudo. Então, quase morro de aflição com apenas três opções de respostas.

Mas fui fazer o tal teste, on-line, pra saber se eu sou "namorável". Eu já sei que não sou "namorável". Não no momento nem nos próximos, pelo menos, 15 anos. Mas pensei que eu também não sou influenciável e o resultado do teste não me afetaria em nada. Aí eu cheguei na pergunta 10, que era: Sair única e exclusivamente com um homem significa (e daí eu tinha que completar com alguma das frases nas opções). As opções eram: 1) Poder paquerar outros bonitões, só não pode tocar; 2) Nem ligar para os seus amigos; 3) Não poder dormir com outros (mas um beijinho... que mal tem?). São as três opções mais ridículas do mundo. Mas fiquei firme e decidi continuar. Então, marqruei a número 1, simplesmente porque, pra mim, sair única e exclusivamente com um cara é não ficar (nem dormir, nem beijar) com outros, o que exclui a número 3 de cara. E pra mim a número 2 é totalmente sem noção.

E aí que o resultado do teste é totalmente surpreendente. Conclusão: estes testes, e estas revistas, mentem demais.

Eu sou:
A companheira
Se o material de que é feita uma namorada fosse um tecido, você seria seda pura. “Está aberta a um relacionamento, mas não muda seu jeito de acordo com o homem da vez”, analisa a psicóloga Sheilagh Shusta-Hochberg. Você mantém a sua identidade e tem vida própria. “Se o romance não der certo, não perde o chão, porque não depositou todas as fichas nele.” Quando o namorado quer jogar futebol com os amigos, você aproveita para se encontrar com as amigas. Também tem plena consciência de que é normal sair sozinha de vez em quando e acabar sendo paquerada por outros homens, mas está segura da sua escolha. Além disso, sabe quando encher seu amor de carinhos (preparando, por exemplo, um jantar-surpresa) e a hora de pedir um mimo em troca. Esse dar-e-receber faz seu romance ficar firme como uma rocha.

Na verdade, qualquer pessoa vai ser "a companheira", porque qualquer pessoa sensata escolhe as respostas que vão culminar nesse resultado. As outras respostas são para quem fuma crack e é totalmente sem noção.

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Sem noção tem hífen?

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Olimpíada é assim. Toma um tempo danado da gente mesmo quando não se está no local dos Jogos. Fechamento de cadernos quilométricos todos os dias. Então, sumi daqui. Achei que seria fácil ver a Olimpíada, afinal o meu fuso horário nem é tão diferente da China. Mas o problema é que juntam outras coisas. Como os preparativos para o casamento da Cá. Que vai ser tudo de lindo. E como a visita dos meus pais no fim de semana. Fim de semana que passei praticamente na redação. Então, vamos às atualizações.

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Quando chega a Olimpíada, é hora de briga política entre as entidades do futebol. Aí os clubes reclamam meses por causa da liberação, recorrem à CAS e ganham a causa. Aí o que eles fazem? Liberam os jogadores. Võlei de praia. A Juliana move mundos e fundos pra ir pra Olimpíada, não opera, diz que vai de qualquer jeito, comove todo mundo, faz a maior onda. E aí um dia antes do começo dos Jogos, desiste. E diz que fez isso pela Larissa e pelo Brasil. Então, era só decidir que não ia há muitos meses e deixar a Larissa treinar com a nova parceira dela, uai. Eu. E aí acordo às 6 da manhã pra ver a mulherada jogar bola. E às 20 horas da noite ainda tô vendo a cobertura do jogo nos jornais da noite. É uma beleza.

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Aí. Com o B-52's gritando dentro do meu ouvido, a Olimpíada fica bem melhor.

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E eu estou, sim, embasbacada com Phelps e a americanada na natação.

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Leituras legais de Olimpíada:
Fábio
Felipe
E a coluna do Renato no Globo

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

A primeira coisa que eu disse quando acordei foi: "Merda". Isso depois de olhar no relógio e porque 1) eu estava atrasada, 2) tinha que ir trabalhar, 3) tinha que lavar o cabelo e 4) eu falo "merda" o tempo todo mesmo. Mas não abri mão de tomar café da manhã. Precisava de comida, e café, para suportar tudo.

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As férias do povo terminaram. O trânsito está pior, mas os shoppings mais vazios. Quer dizer, o Goiânia Shopping agora vai ficar insuportável.

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E hoje era dia de pão completo e eu só tomei um suco.

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Acordei cedo três dias na semana. Três! Isso mesmo. Três dias. No próximo, vou levantar e fazer uma caminhada. E não tive família no fim de semana. Pode ser que tenha neste.

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Depois da vitória do Vila por 4 a 0, a Mariana me ajuda a melhorar o fim do meu dia. Vejo o restinho do show do Raconteurs no Lollapalooza. E eles terminam, saem e voltam. E cantam uma das que eu mais gosto do segundo disco, "Many Shades of Black". E eu não sacava que não era o Jack que cantava.