Paula Parreira

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sexta-feira, 31 de outubro de 2008

O horário era 8h50 e eu nem sabia. Pensei que fosse 8h30. E aí que chego adiantada. Não precisava. E olha que eu já gosto de chegar mais cedo. Só no aeroporto, checo os horários de credenciamento. Sou uma beleza pra organizar viagens. E fiquei arrumando mala de madrugada.

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E eu, que sempre tive fé no trabalho em equipe, não ando me encaixando. O pessoal tem, ou deveria ter, potencialidades que se completam. Mas ando confusa sobre as minhas. Achei que andasse confusa em relação às dos outros.

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Aqui, mas sem poder falar muito. Correria, mas nem tanta. Fome, muita. Irritação, alguma. Empolgação, também. Vontade de fazer as coisas, bastante. Perdida, horrores. Mas aí dá certo no final, como hoje.

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Aniversário chegando. E eu chegando no dia do aniversário.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Alguém aí tem uma técnica de auto-massagem? Isso existe?

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Tenho raiva quando alguém passa com um salto fazendo barulho. Mas ontem eu estava de saltinho que faz barulho. Ranza...

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Bom. Vamos lá fazer essa bagaça. Eu já acho que só pode dar tudo errado. Mas vai que alguma coisa dá certo. Aí é só correr pro abraço.

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Quando eu não tinha TPM, achava que ela não existia. Depois que comecei a ter, passei a odiar. E hoje eu amo a TPM. É verdade. Acho que a TPM é uma beleza. Porque justifica tudo. Um álibi e tanto. Se você bate o carro, pode dizer que é porque estava na TPM. "Imagina se eu bati porque não olhei no retrovisor. Eu posso mesmo ter entrado sem dar seta ou ter avançado o sinal vermelho, mas é lógico que bati porque estou na TPM". Cartão de crédito estourado e cheque especial. "Só porque estou na TPM. Nem foi porque eu comprei aquele monte de coisa no supermercado, nem aqueles três sapatos de uma vez, nem aquela passadinha na loja de chocolates. O cartão sabe que estou na TPM e a conta bancária também. E resolveram me sacanear". Enfim, acho a TPM uma beleza.

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A melhor definição para a negociação da PM com o seqüestrador foi do Cristiano: "É igual a preleção do Caio Júnior". Ou seja, cheia de nhenhenhém, de ondinha, de compreensão, mas nada
que convença o cara a soltar as meninas ou o faça ficar com medo ou o faça não matar ninguém. O Caio Júnior não faz ninguém querer ganhar, ou chegar na Libertadores, ou ser campeão brasileiro.

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Duas das coisas que mais odeio no mundo: depilação e porta giratória de banco.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Não, eu não fui olhar a lua aquele dia. Até fiquei com vontade e até iria. Foi falta de tempo. E esqueci depois, mais tarde. Seria bom se tivesse esquecido tudo. Mas sempre lembro. E o pior é que agora vem o dia 24.

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Balada. House Garden. Um lugar que eu já conhecia e não gostava. Fui pela música, pelos amigos, porque tinha cortesia e porque no outro dia era folga. Foi legal, por um lado. Mas pelo outro, só tive certeza de que nesses lugares só dão aquelas pessoas que deveriam sair de focinheira de casa. Caras idiotas, feios, que dançam ridiculamente e ainda acham que todas as meninas estão caídas por eles. E meninas grossas, que não esbarram, empurram mesmo. Não pedem licença, não pedem desculpa e acham que estão numa passarela. Miram num lugar, traçam uma linha reta e saem pisando forte no salto. E não importa se tem alguém no caminho. As pessoas que saiam. Não sou para esses lugares.

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Fabi voltou, Fla ganhou, trabalhei domingo. Tudo vai voltar ao normal, mas parece que eu não gosto do jeito normal. Prefiro assim, como está.

domingo, 12 de outubro de 2008

Yahoo funcionou.

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Pior segunda-feira desde que o Robson entrou de férias. Paciência curta, curta.

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Nem falei das Eleições. Festa da democracia. Não participei. Com o plantão, tive que justificar o voto. Não que eu fizesse questão de ir votar. Iria anular. Não por protesto. Mas porque não voto nos dois únicos candidatos da minha cidade, não voto branco, não voto em vereador de lá para chegar na Câmara e aprovar tudo de olho fechado e não voto em legenda. Então, anularia. Simples. E notei que dia de votação é como dia de final de campeonato e época de Copa do Mundo e Olimpíada. Todo mundo dá pitaco. Nem sabe de quem está falando, não sabe sobre a cidade, não sabe sobre os eleitores da cidade, mas fala.

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E é como eu sempre digo: "Não sabe o que dizer, fica calado". Não tem problema. As pessoas ainda não entenderam que realmente não há problema nenhum no fato de ficarem caladas.

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O mesário puxa papo. "Você foi a primeira até agora que preencheu esse negócio certo", me diz, às 13 horas, pouco tempo depois de eu ter acordado. O negócio era o formulário de justificativa de voto. Aí ainda dou uma risadinha e pergunto o que as pessoas geralmente erram. "Erram a seção, a zona e até o nome", responde ele. Ele assina o troço e dá para a filhinha do lado autenticar. E o que ela faz? Erra o lugar da autenticação. E rasura minha folhinha. Dei uma olhadinha e um risinho. Não sei se ele entendeu a ironia. Mas ela não deve ter entendido.

Dia de pane no yahoo e no blogspot. Então, tá brabo.

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Já quase não tenho tempo fora da redação. Quando eu tenho, prefiro ficar dormindo. Mesmo assim, fui à livraria e comprei mais um monte de coisas. Fiquei puta com os preços dos livros. Não economizo pra comprar obras que eu gosto, autores que gosto e livros que podem ser curiosos e legais. Mas na comparação, acho um absurdo um livro de distintivos de clubes de futebol custar mais do que um do Ian McEwan. McEwan é um autor conhecido e bom e um livro de distintivos não serve pra muita coisa. Mesmo pra mim. Mas aí vejo o quanto sou ridícula também. Comprei o livro dos distintivos e não o do McEwan. Já estava levando muita coisa: Snoopy (s), um livro do Fluminense e um do Tony Parsons.

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O comentário é fofo e tudo. Mas não dá pra liberar comentários anônimos com coisas assim. Uma, porque não sei se é tiração de onda. Outra, porque é muito auto-promocional. Mas sim, fiquei curiosa pra saber quem foi.

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Ainda fiz o comentário na redação na semana. O de que o cara é o melhor do mundo e o Dunga implica com ele na seleção por causa das tretas. Diziam algumas matérias que foi cogitado até não levar o Kaká pra Copa (!). Aí é assim mesmo. O cara volta a jogar depois de quase um ano e faz um gol aos 6 minutos. E inicia a jogada do terceiro gol com um lançamento bem bom. E é pieguice, mas achei tão bonitinho o Kaká ir dar um abraço no Dunga. Os jornais podiam colocar a foto do abraço amanhã.

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Viciada na musiquinha da propaganda do Campeonato Italiano no SporTV.