Paula Parreira

repórter + esportes + música + Itumbiara + jornal + Goiânia + futebol + mostarda + dorminhoca + tênis + blog + Guilherme + família + óculos + café + fotos + Pateta + O Popular + marshmallow + amigos

sábado, 29 de novembro de 2008

Sim, eu estava tentando reconquistar você. Mas já entendi. Desistir faz parte. E saber fazer isso é ótimo. Vou aprender, então. Não precisava ser insensível. Quer dizer, acho que talvez até precisava pra que eu entendesse. Mas agora tá tudo bem. Já sei de tudo, entendi a mensagem nas entrelinhas e tá tudo ok. Já tirei aquele cd do meu som. Aquele que lembra você. Não é algo romântico, fica tranqüilo. É porque foi você quem me deu, só isso. Músicas envolventes, que a gente nunca teve a chance de ouvir junto. Era o que eu queria dizer e fazer naquele dia. Mas entendi o que quis dizer.

Acho que você poderia não ter sido tão indiferente. Mas posso imaginar que ser indiferente é fazer com que, de uma vez por todas, eu entenda a situação. Vou varrer tudo o que eu pensei nesta semana pra bem longe. E não precisa voltar, ok? Hoje quis dizer que seria legal se você voltasse, mas mudei de idéia. É bem melhor que não volte mesmo. Porque domingo vai ser uma dia bem bacana.

Sexta-feira. Madrugada. Baden Baden. Gostei. Sem os meus amigos. "My first love" é a música. Craig David. Sim, nada a ver. Na verdade eu nem conheço, mas achei bom. Me diverti com ela. Decepção. Mais uma? Acho que da outra vez eu devo ter me decepcionado comigo mesma. Agora é um pouco também. Lição. Exagero? Acho que não. Declaração. De alguém que não adianta. Duas mensagens muito diferentes na mesma noite. Apago a luz. Só a vejo de novo em, no mínimo, 10 horas. Seria bom se fossem umas 50.

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E o Campeonato Alemão tem um monte de coisas. Menos gol. E eu ainda não tinha visto nenhum jogo do Renato Augusto depois que ele saiu do Flamengo. Também não sabia que o Luca Toni jogava na Alemanha.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Pós-Noise. Fui dois dias: sexta-feira e sábado. Adorei Vaselines, pra mim o que rolou de melhor. Mas gostei também de Black Lips. E do Marcelo Camelo eu não gostei, mas gostei de ele cantar Los Hermanos. E a música que a Maria Rita canta. Mas fiquei sentada durante umas partes. E, no dia seguinte, acompanhei tudo sobre o namoro dele com a Mallu. Mas estava nuns dias trash. Até estava sabendo sobre o desenrolar do esqueminha da Suzana Vieira lá com o brucutu e a menina de Goiânia. Não, não. Pára.

Mas aí fui no outro dia do Noise. Três bandas que vi. Black Mountain, que não curti e parei de ver no meio. Fui lá pra fora pensar numa coisa que estava martelando. Aí veio a banda da Finlândia. Ruim também. E Instituto. Bom, mas eu achei que teria a Paula Lima. Lamentei. Ah! Menção honrosa para Lucy and the Popsonics, que foi na sexta-feira.

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E aí eu decido ouvir Firehouse. Sim, aquela música brega, brega. "You know you're everything to me."

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Quando eu decido falar com você, você não está lá mais pra mim. O problema é que começo a achar que você não está lá pra mim em outros lugares. Não está tendo espaço.

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Não estou com a mínima paciência pra uma certa coisinha.

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Volume 2 do Sex and the City. Desta vez, não conhecia nenhuma música, mas comprei. Já tenho o 1, então posso testar como é o 2. Mas é totalmente pop. No 1 ainda tem uns roquinhos. E todos os cds que eu queria estavam hoje na loja. Kaiser Chiefs, Kings of Leon, The Cure, trilha de Almost Famous, tudo, tudo. Tudo coisa que eu já tenho em mp3 (exceto o Cure) e pensei em comprar em cd. E olha que já tenho Black Lips e o novo Killers, que o Leijoto (que foi lindo, lindo) gravou pra mim. E tenho a trilha de PS: Eu te amo, que peguei no Bruno. Macaco Bong, Wilco e outras coisas que peguei no Bruno também. E tem o Gogol Bordello, que gravei da Renatinha. E ela me lembra do Intimacy, que nem ouvi direito.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Na blip, esquentando para o Goiânia Noise. Mas revoltada com os ingressos. É que não consigo conceber essa palhaçada de meia-entrada. Dá vontade de boicotar, mas quando se está realmente com vontade de ver os shows, acaba encarando. Esse lance de divulgar os preços de meia-entrada é o maior absurdo, porque já se tornou convenção que a meia é tipo um preço único. Se é preço único, não deve ser meia, ué. E se tem meia, tem que ter inteira. E se a meia é 30 reais, a inteira é 60, um preço que eu, claro, não pago nem pra ir num show do Foo Fighters. Brincadeirinha, eu pago sim. Pra ir no Foo Fighters, não no Noise. Mas 60 reais é um preço muito alto para um dia só de um festival que dura três dias. Mas é 30 reais, vão me dizer. É mesmo. Tem a palhaçada de que todo mundo paga meia como um preço único. A propósito, o Foo Fighters está dando um tempo, igual quando a gente fazia nos namoros quando tínhamos 15 anos.

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O povo da Globo já tinha descoberto Kasabian para os backgrounds das matérias deles. Agora sabem que existe MGMT.

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Kung Fu, Marcas e Pilotos, Piocerá, Ginástica Rítmica... Nada com a vida pós-F1.

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Deixo a janela aberta e chove. Muito. Resultado: todos os cases de cds molhados, com os cds idem. Aí seco tudo e coloco nas caixinhas. Mas meu sofá ainda é local de descanso de um monte de discos que estão secando direitinho. Dia de folga será pra arrumar os cds e os livros. Se eu conseguir levantar da cama. E se eu não tiver preguiça.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Tony Parsons vai fazer meu fim de ano melhor. O melhor livro que eu vou ler no ano, certamente. Começou muito bem. Leio coisas que definem exatamente como me sinto ou já me senti, há pouco tempo. Mas estou prevendo que vai desandar a qualquer momento, porque, pela sinopse, o cara vai se envolver amorosamente de novo.

Mas ele diz coisas assim:
"Não se importar é uma virtude mal compreendida."
"Sou o último da minha linhagem."
"Por um breve instante, no meu passado, conheci a perfeição."

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Já estou esperando o fim do ano. Comprei agenda nova. E marquei férias para março. Junto com Fabi. E, se tudo der certo, vamos bater pernas em Buenos Aires.

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Vou explicar algumas coisas para os são-paulinos.

Primeiro. Para quem diz que o JK é um estádio "acanhado", é só dar uma olhada na lista dos estádios da Série A. O JK tem capacidade para 24 mil torcedores, número maior do que o que comportam os estádios Orlando Scarpelli (Figueirense/19.908), Aflitos (Náutico/19.800), Canindé (Portuguesa/22.375) e Vila Belmiro (Santos/20.120). Além disso, tem praticamente a mesma capacidade da Arena da Baixada, do Atlético/PR, onde cabem 24.500 pessoas.

Segundo. Itumbiara não tem só um hotel. Como diz meu chefe, pode até ter só um hotel que tenha condições de receber a delegação do São Paulo, que é um quatro estrelas (nem sei se essa classificação ainda existe). Mas é lógico que há mais hotéis. E, se não quiser ficar em hotel em Itumbiara, dane-se. Fica em Goiânia e viaja no dia do jogo. Só 204 km mesmo.

Terceiro. O que acho que é realmente problema é a estrutura para imprensa se houver mesmo a decisão do título. Mas já não decidiram título em São Januário? Tudo bem que teve aquela merda lá. Mas aí é só fazer um troço organizado. Não colocar mais gente no estádio do que ele agüenta. Agora, mesmo se for no Serra Dourada, a estrutura pra trabalhar vai ser complicada. É decisão de título. Normalmente, trabalhar nessas ocasiões não é fácil.

E, por último. O que o São Paulo tá pensando? Acha que o Goiás também não queria jogar no Serra? Claro que queria. Mas foi punido. Será que o São Paulo já ouviu falar em STJD? Punição na justiça, caro Bambi! Perdeu mando de campo, joga, pelo menos, a 100 km da cidade de origem. Aqui em Goiás, as opções são Jataí e Itumbiara. E vai ser em Itumbiara. Já vai ser lá domingo, contra o Botafogo, então vai ser lá contra o São Paulo. Pronto.

É por isso que não quero que o São Paulo seja campeão. E também porque não quero que o time seja hexa antes do Fla.

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E dá para pensar no lado bom. Como um dos jogos da final da Copa do Brasil de 2009 vai ser em Itumbiara, o jogo do dia 7 de dezembro já vai ser uma espécie de teste para o estádio. E eu não tô nem aí com o São Paulo e muito menos com a imprensa paulista. Se eu for trabalhar no jogo, vou ficar no conforto do meu lar mesmo. Quero mais é que o resto se dane.

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E o ano do post anterior se foi.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Este ano não existe:
- Massa campeão (já era)
- Flamengo campeão brasileiro (já era)
- Vila na Série A
- Vasco na Série B
- Itumbiara campeão goiano

Este ano existe:
- Massa fortalecido para 2009 e campeão da loucura do GP do Brasil
- Flamengo na Libertadores
- Vila na Série A (vai que dá)
- Vasco na Série B (vai, Vasquinho, que também dá)
- Itumbiara campeão goiano (já foi)

Minha blip.fm me denuncia. É que acabei gostando de uma música daquela namorada do Hamilton. Não, não a vi de perto. Sim, o inglês eu cruzei no paddock, quando ele seguia escoltado pelo Ron Dennis. O Ron eu vi saindo do banheiro. O Vettel, que quase virou nosso ídolo, eu vi na balada. A melhor balada de todos os tempos.

Sala de imprensa era a coisa mais bizarra. Uns japas na minha frente, a turma da Folha, a turma do Grande Prêmio (sim, eu tinha que ter o Flávio Gomes do meu lado no dia que o Flamengo empatou, mas quase perdeu, com a Lusinha), todo mundo na mesma mesa. O Daniel Dias, que eu não conhecia. Logo na frente, o povo do Lance!. Rafa e o camarote me salvaram com os almoços de sábado e domingo. E também tinha a Renatinha, o Thiago, um cara do Paraná que me emprestava o cabinho do gravador, o Daniel Brito, com quem só consegui falar no fim de tudo.

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Fechamento de sábado. E de domingo. Domingo, o dia em que o Campinense travou o meu fechamento. "I'll wait for you tonight", que tem na música que a Norah Jones canta com o Dave Grohl.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Pisei em Interlagos e o Rodrigo logo veio me contando o que significavam os números em seqüência no meu crachá. Tirei uma onda com a cara dele, mas fiquei pensando depois. Realmente tinha muita coisa cujo significado eu não entendia, não sabia mensurar ou, simplesmente, ignorava. E, no final, assim como o cara, eu também não entendia o significado de um possível título. Só entendi o que era a quatro voltas do fim. E, com aquele gostinho, acho que todo mundo ficou ainda mais ansioso pra voltar a sentir aquilo, definitivamente agora. Quem sabe em um ano? O que todo mundo sabe é que quer estar lá quando isso acontecer.

É difícil? É. É legal? É. É chato, por incrível que pareça? Também é. É afetado? É. É metido à besta? É. Mas é um ambiente agradável também? É, sim. Cobrir a Fórmula 1 é algo louco. Não dá para entender a real dimensão daquilo tudo que te envolve com uma só cobertura. Mas nada como a experiência, para conhecer e, posteriormente, melhorar. Experiência de saber como agir, por onde circular, que é possível fazer algo que julgavam impossível, de comer (aliás, de não comer), de pedir, de saber ficar quieta, de saber pular na frente de alguém.

Houve lances inacreditáveis. A vitória daquele jeito, a perda do título como ela foi, o choro, a instabilidade de Interlagos (que eu não sabia como era), a dificuldade pra algumas coisas e facilidade pra outras, o individualismo e a surpreendente camaradagem em momentos tão simples. Há que se lidar com egos, mas a minha situação facilitou muita coisa. Ser quem eu sou também. Não sei explicar, mas basta agir como você age em qualquer pauta.

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Volto sem carteira de motorista, que sumi. Estou a pé. E todo mundo vem me dizer que é bobeira eu deixar de dirigir por causa disso. Sabem o que é? Arriscar pra mim anda difícil. Neste ano, contribui para o incremento nas estatísticas de acidentes de trânsito. E sensivelmente, porque bati duas vezes. Meu seguro já está de olho na minha renovação. Ando um perigo ambulante. Já me apaixonei errado também. E não posso nem pensar mais longe, nem dar asas à imaginação pra não ficar mais errado ainda. Então, é melhor eu não dirigir sem carteira, não beber e dirigir e não me encantar. Estou procurando viver de forma segura.

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Li no twitter de um amigo meu. Não sei se é música ou só uma frase que ele escreveu em inglês. Mas faz todo o sentido. "So if you rescue me, i'll never have to be alone again".

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Um dia depois do dia mais louco do ano, o aniversário. É, agora são 26...