Paula Parreira

repórter + esportes + música + Itumbiara + jornal + Goiânia + futebol + mostarda + dorminhoca + tênis + blog + Guilherme + família + óculos + café + fotos + Pateta + O Popular + marshmallow + amigos

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Ando brega que só. Até Mariah Carey está na minha blip. E agora tenho uma nova missão. Fazer um blog do Campeonato Goiano. Então, isso exige dedicação. É algo extra, mas quero fazer direito, deixar o troço interessante. Quem quiser, vai . Dar pitaco sobre futebol é uma beleza. E estava bom demais pra ser verdade. O celular deu pau de novo. Lineup do Coachella dá até vontade de fazer de tudo pra ir. Mas, na minha concepção, tem que ter um planejamento que eu não tenho. Renatinha acha que não e fica botando pilha. Bem que eu queria animar numa hora dessas. Se eu tivesse mais dinheiro, iria. Aliás, se eu tivesse bem mais dinheiro, contrataria o Keirrison pro Flamengo.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Bom, aparentemente está tudo ok para o fim de semana. Tenho que pensar bem nele.

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Tem algum problema, mas ainda não sei o que é. Ou minha voz está saindo estranha: só eu ouço e ninguém mais. Ou meu lugar tem algum tipo de blindagem invisível e o som só vai até poucos centímetros. Ou as três pessoas que estão do meu lado estão surdas. Ou ainda elas têm algum dispositivo nos ouvidos que faz o cerébro não reconhecer o meu timbre de voz.

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Gente que amarra informação. E trabalha com a gente. É uma beleza.

Acabou de rolar um milagre. Recebo um mail dizendo que meu aparelho está pronto e já pode ser retirado na assistência.

Acordar às 13 horas tem lá suas desvantagens. Quatorze horas depois (é muito?) ainda estou ligada, tentando encontrar algo pra fazer, geralmente acordada sozinha enquanto boa parte do resto do mundo dorme. E mesmo depois de terminar o livro que estou (no caso, estava, porque acabou de terminar) lendo, não quero dormir.

Nem é que eu não consigo dormir. Eu consigo. Se eu me deitar, passar manteiga de cacau na boca e vicky no nariz, colocar o celular pra despertar e deixá-lo ao lado da cama, me embrulhar no cobertor e pegar a pelúcia, dormir fica bem fácil, na verdade. Mas eu não quero.

Não quero porque até tenho algumas opções. Uma delas é fazer uma seleção de músicas que meu irmão pediu. Fazer seleções de músicas já me animam. Ainda mais para o meu irmão. Seria bem legal, se eu estivesse normal. Outra opção: ler mais um pouco. Tenho um Martha Medeiros iniciado. Não é o ás da literatura, nem passa perto de ser uma das melhores colunistas, mas é legal. E, se não quiser ler isso, tenho mais um monte de livros que ainda não li em casa.

Não quero ler mais um romance. Tony Parsons foi massa, mas gostei mesmo do primeiro que eu li. Deste de agora, não muito. Tenho outro Daniel Galera, mas estou com preguiça para romances. Quero ler sobre futebol. Não vou ler as duas biografias que comprei e não li, porque não estou muito interessada. E não acho que sejam livros realmente bons. Valem pelo documento, só. E não vou ler a do Havelange porque lá está escrito pólo aquático num capítulo e depois, no outro, está escrito water polo. Muito besta.

Também tenho uns cds que não estavam comigo e acabei de pegar. Posso ouví-los, mas prefiro ouvir umas coisas que tenho no computador. Tomo café. Quero comer, mas o que tem na geladeira não me agrada. Não agora. Penso em dormir para acordar mais cedo e fazer alguma coisa diferente. Desisto.

O problema é que não acho que as opções que eu tenho sejam interessantes. Quer dizer, elas são, mas não são tão interessantes assim. Achei que tinha passado essa mania de esperar pelo extraordinário. É como um amigo outro dia me disse. Quando você encontrar algo razoável, pare de procurar. Ele falava sobre uma questão imobiliária. Mas estou convencida de que preciso tomar isso como um lema para outras áreas. É sério. Quando encontrar algo que goste, seja legal, satisfaça e seja ok, tenho que parar de procurar.

Pronto. Decidi. Vou ler um livro que tenho sobre a temporada, jogo a jogo, de 2007 do Fluminense.

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Mojitos, truco, pessoas que não via há tempos, conversas em dia. Foi a noite pós-Cuba na Polly. Agora, que venha o luau do Renato. Acho ótimo programar e esperar por coisas que, com grande chance, eu não poderei fazer. Tudo porque eu trabalho aos fins de semana, que são bem atribulados pra mim no jornal, saio tarde nos dias de semana e não tenho um relógio biológico normal por causa do meu trabalho. Mas posso tentar. Quero muito tentar estar mais com meus amigos.

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Tenho um celular novo na assistência. Agora meu número novo está num aparelho que é uma "sensação" (tom de ironia). Isso porque já testei três aparelhos pra quebrar o galho. E já fico prevendo a dor de cabeça pra ter o celular funcionando direito nas minhas mãos novamente. Várias visitas à assistência (ainda bem que o Setor Sul é perto), ligações para informações, telemarketing ineficiente. Também tenho um carro com algum problema que eu ainda não sei qual é. Enquanto ele não pára comigo na rua, adio o conserto.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Agora é enfiar a cara no teclado, esquecer que existe o mundo lá fora e escrever freneticamente. Pescoção. Sexta-feira é uma coisa tão boa. Não sei porque inventam adiantamentos pra domingo.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Voltar a ler o Zé Simão e o Folhateen. Death Cab em outro cover dos Smiths? Não sabia. No Goiás, um dia para entrevistar reservas. Última semana, temporada começando, reta final de treinos para o primeiro jogo, estréia já no domingo e o clube inventa de poder entrevistar só reservas. E eu ainda sou taxada de ranzinza. E o Kaká ficou. E a igreja caiu. Ouvindo Puff Daddy (!). Já dei um google. Quem não faz isso? Mas não teve nada de massa. Não saber qual é o próximo passo.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Matéria no dia da folga. E comemoração de um aniversário muito massa.

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O celular é uma droga mesmo. Quem mandou apitar quando bloqueia o teclado... Às 3h30 da manhã, é uma péssima idéia. Ainda estou pensando se escrevo no blog como manda o Acordo.

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As pessoas se enganam completamente quando julgam as outras. Segurança? Quem disse que eu tenho? Posso não ter sobre mim a mesma opinião que os outros. Sou tão insegura quanto qualquer outra pessoa. Talvez até mais. Não, eu não tenho confiança em mim mesma. E estar no mesmo lugar que ela, ouvindo as baboseiras que ela dizia, demonstrava a minha insegurança. Talvez, se eu fosse um pouco mais segura, não estivesse ali.

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Sabe o que é legal? Escrever as coisas que estão na mente nas horas menos recomendáveis para se escrever. Ler depois é certeza de risadas. E certeza de não publicar o que foi escrito. Não tenho coragem aqui.

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Não venha marcar território. Não estou aqui pra isso. Estou aqui pra viver as coisas.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

É o seguinte. Esse troço já tá me deixando muito irritada. Deleto os mails no yahoo e, depois de uns dias, eles voltam. Alguém aí com mail do yahoo passa pela mesma coisa? Que saco isso!

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Já tomei três cafés expresso num intervalo de uma hora. Agora, só água até o fim do dia, porque depois, daqui uns anos, meus rins vão pedir arrego.

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Amistosinho. Análise tática. Novos caras. Frase do Saci pra tumultuar. Eu adoro pré-temporada.

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E agora temos um representante de Itumbiara no Flamengo. É o Zé Roberto. Vamos ver o que vai virar. Mas ainda acho que o Fla vai dar um trabalhão em 2009. Pra torcida.

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Cláudio Millar perdeu um pênalti na estréia (não gosto de escrever sem acento porque não gosto do Acordo) de Harlei pelo Goiás. Tem coisas que só o Jânio faz por você.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

A Fabi e o futebol

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Ela é de política, eu de esportes. E hoje em dia eu já leio o caderno de política do jornal, pra saber o que ela anda fazendo. E pra conversar algo também. E, apesar de não ler o caderno de esportes, ela fica ligada no noticiário da televisão, em algum jogo e nas conversas de políticos sobre futebol. É ela, inclusive, quem me informa que o Túlio vai jogar no Itumbiara. Mas, de vez em quando, dá umas derrapadas. Estou até preparando uma cartilha pra ela.

Cenário 1: Casa da Fabi.

Ela se arrumando pra gente ir pro almoço de um deputado, eu esperando no quarto. Aí ela lembra de uma coisa que queria me falar. E fala lá do banheiro."Tem um bar novo que a gente devia ir. Acho que você vai gostar", comenta.

Pergunto qual é e o motivo.

"É o Dékada, com K. É que lá tem uns quadros do Ayrton Senna e de um jogador, aquele mais velho, que jogou no Vasco", é a Fabi explicando.

"O Edmundo?".

"Não.É um mais velho."

"O Roberto Dinamite, que agora é presidente?".

"Não, não. É aquele que depois foi treinar o Japão, lembra?"

Breve silêncio.

"Vem cá. É o Zico que você tá falando?", eu pergunto.

"É. Esse mesmo."

Não acreditei. Comecei a rir, explicando que o cara é ídolo do Flamengo, que onde já se viu ela falar uma coisa daquela pra uma flamenguista. Aff!

Só pra constar, já contamos a história pra todo mundo. Antes de contar pra Raquel, irmã dela, a Fabi foi fazer o teste e perguntou: "Você sabe onde é que o Zico jogou?". "Sei, no Flamengo." Aí humilhou.

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Cenário 2: Um bar, o tal do Lokal, que, por sinal, é muito ruim.

Fabi olha a televisão. "O que é que o Paulo Baier está fazendo na televisão?" Quando eu virei pra olhar, já não estava passando mais. Estava passando um jogo antigo do Grêmio. Pensei: "O que será que o Paulo Baier está fazendo numa matéria sobre alguma conquista antiga do Grêmio?" Mas deixei pra lá.

Foi na época que o Baier estava dizendo que ia rescindir com o Goiás (depois rescindiu mesmo e foi pro Sport) e a diretoria tava negociando. Falei do acordo com a diretoria antiga e disse que o Baier era o alvo das matérias naqueles dias.

Passa um pouquinho, a gente já em outro bar, e passa de novo o "Paulo Baier" na televisão. Ela fala e dá tempo de eu ver. Era o Paulo, mas o Nunes. Aí fez sentido a matéria de alguma coisa sobre o Grêmio.

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Cenário 3: Outro bar, o Officina.

Fabi foi contar uma história massa que viu no noticiário do futebol e me pergunta se existe outro Vila Nova noutro estado. Explico que sim, que tem em Nova Lima, no interior de Minas. Aí pergunta se tem outro ainda. Digo que não sei, mas que acho que não e só conhece os dois, o de Minas e o de Goiás.

Aí ela disse que se interessou na matéria sobre um jogador, leu que era Vila Nova na legenda e achou massa, que era algo legal sobre um time de Goiânia e tudo. Aí de repente começam a falar de Campeonato Mineiro e ela não entendeu mais nada. "Aí ficou chato."

O bom é que ela não acreditou em mim. Tentou confirmar com o irmão dela se tinha Vila Nova em outro lugar. Mesmo depois de eu dizer que tinha, que era da Primeira Divisão do Mineiro, que é escrito com dois "l" e tudo. Tsc, tsc.

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E eu adoro a minha amiga assim mesmo. Se não fosse assim, pra quem é que eu ia explicar as coisas do futebol? Mas, Fabi, aprende pelo menos umas coisas do Flamengo, vai! Aquela do Zico foi dureza.

Sumiço daqui. Estou viva, de folga, pelo tanto que trabalhei no ano passado. Pensando no quanto vai ter coisa pra fazer quando voltar, na quinta-feira. Itumbiara. De última hora. Cervinha, com sol em casa. Banho de ducha. Coisa boa. Visita na vó, lasanha à noite. Dormir até tarde, mas antes acordar com o café na mesa.

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O primeiro plano pra 2009 já deu errado. Não vou mudar. Não agora. Gosto da minha casa. Sempre gostei. Claro que é mais legal morar perto do jornal e de outras coisas. Mais perto de alguns amigos, tipo Fabi, Dudu, Pri. Mas acho que tudo bem se eu ficar também. O apê é agradável, pequeno mas suficiente pra mim, seguro, calmo, não tem barulho, posso levar meus amigos lá quando quiser. Então, devo ficar mais um tempo. Trabalho perdido todo esse de procurar apartamento, peregrinar por imobiliárias e pelo Jardim América.

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Tenho o novo do Franz agora. Legal. Só isso.

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Agora que não tenho mais que procurar lugar pra morar, tenho que arrumar agenda, as coisas no apartamento velho, comprar um rack, trocar o celular, escrever umas coisas que eu queria e descansar.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Plantão no primeiro dia do ano. Uma beleza. Já joguei no lixo três calendários de 2008. Agora, é só 2009 por aqui. E começa com uma matéria legal do Hélio dos Anjos. Pauta minha, matéria minha, tudo. Gostei.

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O ano começou bem. E minha ansiedade acabou de acabar. Mas deixa quieto. Vamos indo, que tem mais coisa envolvida nessa história agora.

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Não me venha falar de egoísmo. Nem limitar minha liberdade. Pessoa mimada não tem como falar disso. Você não me dá o direito de explicar e acredita que pode determinar o que tenho que fazer. Então, tudo bem. Isso não é egoísta, né? Vou cumprir tudo, ok? Espero que não se arrependa do que me pediu.