Paula Parreira

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domingo, 22 de fevereiro de 2009

Carnaval. Um feriado que eu nem vou ter. Tirei folga ontem, mas queria ter tirado hoje. Foi dia de rodada e nunca acho legal folgar em rodada. Não entrei no revezamento porque achei injusto.

Na minha casa, vai dar um carnaval beleza. Sexta, saí de casa às 13 horas e só tinha o meu carro na garagem. Só o meu! Podia ser assim o feriado inteiro. Ninguém no prédio. Mas aí quando voltei, eram três carros além do meu.

Minha primeira opção no feriado era minha cama, que é sempre convidativa. Tenho comida congelada em casa, leite condensado e bebidas alcoólicas e não alcoólicas. Posso escolher um livro pra passar o feriado comigo. Posso organizar meus cds (essa é a opção menos interessante). E aí interrompo o conforto do meu lar para dar um pulo no jornal uma vez por dia.

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Ainda bem que tenho a Fabi pra me tirar das roubadas em que eu me meto.

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Suvaco do Brasil e Estúdio República. Bizarrice total. Mas é claro que eu prefiro esses lugares a qualquer Sedna e Deck da vida. Centro de Goiânia. Cheio de surpresas que eu nunca explorei.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Pirei pro Kléber. Na estreia, ele entra no segundo tempo, faz dois gols, fica 13 minutos e vai expulso direto. Mas eu queria um desses no Fla.

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Depois do Death Cab, ouvi Belle and Sebastian em cover dos Smiths. Eu tenho mesmo que gostar dessas bandas.

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Já durmo tarde. Aí ainda pego um programa com a semifinal de 1970. Brasil e Uruguai. Coisa mais linda. Grandes momentos do esporte, é o programa. Achei na TV Cultura. Ouvir "período de descontos", "Tostão na extrema", "Copa Mundial", "retaguarda". Muito massa. Vi o gol do Clodoaldo empatando nos acréscimos do primeiro tempo. E todo mundo fala do Rivellino, do Pelé, do Jairzinho, do Clodoaldo e do Gerson, mas o Everaldo era muito bom marcador.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

O livro é, sim, Para Francisco. Muito legal. E o engraçado é que eu já lia um blog da autora, a Cristiana Guerra, sem ligar a pessoa ao livro. É o hojevouassim. Só quando li a orelha do livro, depois de comprar, é que liguei. E também nem tive a curiosidade de ir ver o blog no qual o livro foi inspirado. Na verdade, acabei de olhar. Ela continua escrevendo. Não li entrevistas dela, nem nada em jornal sobre o livro. Será que ela vai continuar escrevendo até quando?

Posso continuar acompanhando depois de ler o livro. Ou talvez não. A última carta que ela publica no livro é do dia 27 de junho de 2008. Não sei. Parei pra pensar agora. Que ela fala no livro que ainda acredita que pode encontrar outra pessoa com tanta afinidade com ela quanto tinha o cara que morreu. E escrever, do jeito que ela faz, é recordar e não esquecer nunca. E um dia ela vai ter que deixar isso pra trás. Quer dizer, não tem jeito por causa do garoto e do que ela sente e sentiu. Mas... Ah, não sei não.

Só explicar aqui rapidinho. Para Francisco é uma coletânea de e-mails e cartas. E-mails que o Guilherme mandou pra Cristiana e ela pra ele. Cartas que a Cristiana escreveu pro filho que nasceu em 2007. O Guilherme morreu, de morte súbita, quando a Cristiana estava grávida de sete meses. E um pouco depois - parece que foram seis meses depois - ela começou a escrever cartas pro filho, pra que ele lesse, mais pra frente, sobre quem foi o pai, como ele foi, como foi a interação entre eles quando o cara ainda estava vivo e o filho estava na barriga.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Difícil atualizar aqui. Falta de tempo, vontade, paciência. Fico organizando súmulas, com o computador no colo, depois de um dia de mal-estar. Um dia cheio de irritações, desconfianças, problemas pra resolver, vontade de desistir e sem comer direito. Aí à noite, um miojo e uma coca pra fechar.

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Poucas músicas novas combinam tanto comigo quanto Time to Pretend, do MGMT. Acho massa toda vez que ouço.

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O livro é legal. Mas dá vontade de chorar o tempo todo. Pode ser sensibilidade demais nos últimos dias. Aliás, isso não está funcionando. Não o livro, mas a sensibilidade. Mas lá diz algo sobre uma "grande dificuldade de ficar quietinha em mim, de saber o que quero".

No livro é uma coisa séria, sincera e triste. A autora perdeu o grande amor da vida dela quando estava grávida de sete meses. Então, é aquele lance, de ter tido a chance. Ela acabou de forma trágica, mas foi a chance. Então, soa ridículo a identificação, mas podem existir outras formas de perdas e desânimos.

"Faltas são a prova da presença"

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No consultório, com minha tia, comentamos sobre sermos antissociais. Incrível. É feio dizer isso, mas eu realmente quero acabar com as pessoas que sentam na mesa ao lado da minha na lanchonete do hospital. Três... Não, são quatro. Acabei de olhar. Quatro funcionárias conversam, animadamente, durante o lanche, sobre tomar um porre de martini. Eu mereço? Não. Minutos antes, outra funcionária sentou sozinha e fez o lanche em silêncio. Realmente, adoro essa mulher. Sensata, educada, discreta e não atrapalha ninguém. Eu estava lendo e agora, com as quatro tagarelas, não consigo mais. Saco o bloquinho da bolsa pra escrever. Longos 15 minutos. Acho que vou comunicar ao diretor do hospital que essas quatro deveriam ter um horário menor de lanche.

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Seriado novo. Partes legais, partes chatas. Mas a trilha é interessante. Gosto de música adolescente.

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Dias de folga. Indefinição. Como sempre.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

A crise é lá em casa. E vou fazer um BO. Tô até ouvindo o "solta o frango".

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Não consigo me concentrar e tenho de fechar quatro matérias. Uma beleza. Mais uma sexta de adiantamentos. Isso depois de ter férias, não ter mais, negociar uns dias, me estressar com todo mundo, não ser avisada de uma pauta, ficar no clube até altas horas e não saber o time titular e não ter ânimo pra hoje à noite.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Vejo a foto do Federer chorando no jornal e dá a maior vontade de chorar também. Agora, só falta o Kimi. Se o Kimi chorar um dia, eu caio em prantos.

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Agora ficou pior. Além da blip, baixei a Mariah Carey, gravei um cd e ouço no carro.

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E eu queria tanto escrever mais ficção. Pegar o jeito, tentar mais, sei lá.

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É muito massa quando uma matéria cai no colo às 20 horas e você não tinha nada legal pra escrever.