Paula Parreira

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segunda-feira, 27 de abril de 2009

Sabe quando criança fica de castigo e tem que escrever "não vou mais fazer bagunça" ou "não vou mais bater no meu irmão" cem vezes? Tenho que fazer esse exercício. Eu mesma vou me castigar. Vou fazer isso aqui no blog.

Não devo criar expectativas.
Não devo criar expectativas.
Não devo criar expectativas.
Não devo criar expectativas.
Não devo criar expectativas.
Não devo criar expectativas.
Não devo criar expectativas.
Não devo criar expectativas.
Não devo criar expectativas.
Não devo criar expectativas.
Não devo criar expectativas.

E não dei ctrl+C e ctrl+V.

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Ando sonhando umas coisas. São coisas que poderiam perfeitamente acontecer. Então, acordo sem saber se foi ou não. Não sei se é sonho. Posso estar imaginando. Na verdade, eu acho que não durmo nada, penso que tô dormindo, mas fico imaginando as coisas. Os sonhos sempre têm situações que vivo de dia, pessoas que eu conheço e gosto ou não. Uma droga. O legal mesmo é sonhar com gente desconhecida.

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Livraria nova, meio despreparada, mas nada como gente simpática.

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O projeto de seleção é sensacional. Só tenho que encarar, ter paciência, concentração, essas coisas que eu não ando tendo de jeito nenhum.

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E não vou dar pitaco. Não me diz respeito, não é minha pauta. Então, tô na minha.

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Fiz um teste pra saber qual livro de escritor brasileiro eu seria. Deu Antologia Poética, do Carlos Drummond de Andrade. E a descrição do resultado deu assim: O primeiro amor passou / O segundo amor passou / O terceiro amor passou / Mas o coração continua. Estes versos tocam você, pois você também observa a vida poeticamente. E não são só os sentimentos que te inspiram. Pequenas experiências do cotidiano – aquela moça que passa correndo com o buquê de flores, o vizinho que cantarola ao buscar o jornal na porta – emocionam você. Seu olhar é doce, mas também perspicaz. Antologia poética (1962), de Drummond, um dos nossos grandes poetas, também reúne essas qualidades. Seus poemas são singelos e sagazes ao mesmo tempo, provando que não é preciso ser duro para entender as sutilezas do cotidiano.

É como disse o Hélio dos Anjos. Ter comando não é ser duro.

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Não vou mais poder usar meu mousepad de monstrinho. Meu mundo caiu agora.

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Blip não tá funcionando direito.

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Voto no Gaciba. Pelo menos, é bonitinho.

sábado, 18 de abril de 2009

Resumão de 2ª parte das férias. Agora com data certa. É que tinha começado a escrever o post e terminei dias depois só.

Vestida pra casar. O amor não tira férias (não canso). Ensinando a viver. Fim de O Apanhador no Campo de Centeio. Sociedade dos Poetas Mortos. Clube da Luta. 150 reais da tal da correia. Oftalmologista. Novas lentes. Monte Alegre de Minas. Cidade em que minha mãe nasceu. Três vezes amor. Vicky Cristina Barcelona. Eu, meu irmão e nossa namorada, título em português para Dan in the real life. Maratona Harry Potter. Maria Antonieta. Rede de mentiras. Família reunida no domingo. PPR. Volta na quinta-feira. Direto pro Serra. Dani vai quando eu volto. Horas e horas conversando no shopping. Resolver os problemas e as pendências. Enfiar o pé na jaca, porque eu não resisto. E o último dia de férias no estádio. Semifinal rolando.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Meio que fora de circulação. Em Itumbiara. Vai ser bom pra mim. E aqui tem semifinal, então não fico sem uma bolinha.