Paula Parreira

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sábado, 14 de novembro de 2009

Não consigo prever o futuro. E achei que não era legal perder uma oportunidade de estar com os pais depois de uma semana difícil pra eles. Cansar, cansa. Mas depois, mesmo que seja daqui duas semanas, eu arranjo um tempo pra descansar. Os filmes que estrearam ontem não passam aqui, mas eu posso vê-los depois, outro dia. O fato é que a impotência já é grande pra quem está no olho do furacão. Imagina quem está noutra cidade, de distância próxima, mas com dias de trabalho que não pode faltar. É isso. Dei os abraços que queria ter dado quarta-feira. E agora estou sozinha em casa em Itumbiara. A sensação não é boa, não. A mãe saiu dizendo que não estava gostando dessa ideia de me deixar só aqui. Mas a gente tem que fazer isso, de deixar as pessoas sozinhas, de vez em quando. Estamos eu e os novos sensores de alarme da minha antiga casa.

***

Sonhei que ele tocava piano pra mim. Nem sei de onde apareceu esse tal piano, se tem alguma relação ou não. Mas é que já tenho tanta informação. Algumas que eu nem deveria ter, mas tenho porque não me aguento. Aí chega uma hora que a gente não tem mais noção do que deve/pode saber ou não. E do que pode aparentar saber ou não.

Ele pediu pra eu escolher a música, mas eu não conhecia muitas coisas que ele gostava, sempre clássicas ou jazz. Ou clássicos do jazz. Mas aí ele tocou uma bossinha.

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Você não procura. Procura por um tempo até. Mas aí, quando cai na real, não o faz mais. Aí num dia em que você faz tudo igual ao que sempre faz, ele aparece lá. É uma voz no rádio. E invade a sua rotina assim. É uma coisa que você faz todos os dias: ouvir o noticiário no rádio, com aquele âncora que você gosta, no caminho para o trabalho bem no meio da tarde. E numa emissora que, até quando você tinha notícia, não era a dele. A gente não tem mesmo controle das coisas.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Como vi num filme outro dia, um corpo de 27 anos não se recupera como um de 26. Até pensei por um momento, mas já desisti de maneirar na comemoração.

É hoje, o aniversário.

Quem passa por aqui e quiser passar lá, Glória é o local em que tomarei um chopinho com os amigos. Umas 20h30. Sem mais para o momento.