Paula Parreira

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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Há algum tempo, a bagunça aqui em casa, com as minhas coisas materiais e os meus horários, toda essa bagunça refletia a confusão no coração, nos pensamentos, nos julgamentos, nas vontades e nos sentimentos. Agora, não. Não estou confusa com o que sinto. Então, o que é que essa bagunça reflete?

A pia da cozinha está um caos e não quero lavar a louça. Os discos e livros também. Eu organizo os livros, mas não sigo a organização. Não estou com paciência de arrumar a música da minha casa. Ouço coisas que estão mais fáceis e não que quero ouvir.

As diferenças têm me deixado insegura. A falta de controle também. E ansiosa. Eu quero me sentir segura. Mas a segurança também é perigosa pra mim. Não sei a receita. Acho que tenho que aprender a viver sem ela. Não tenho que aprender a confiar nas pessoas. Nelas, eu confio até demais. Acredito nelas. Tenho que aprender a confiar e a acreditar em mim.

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Lembrei agora de uma frase da Nina: "Tempo eu tenho. Só não quero acordar mais cedo".

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Como diz o Edu, tenho que fazer o inevitável post "este blog não morreu". Não me esqueci dele. Mas não tive vontade de escrever aqui em alguns dias. Em outros, quando tive vontade, não tive ideias.

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O problema é essa coisa que eu penso o tempo todo de "o que é isso que eu ando fazendo?". Não tenho certeza das minhas atitudes e escolhas. Nunca tive. E quero muito me convencer de que não é preciso ter. Mas ainda não dá.